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	<title>Design Blog &#187; Design de Produto</title>
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	<description>Blog de design gráfico, web design e universo freelancer.</description>
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		<title>Como a estética pode influenciar o usuário na facilidade em se usar algo?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Babi Tubelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[design emocional]]></category>
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		<description><![CDATA[Como poderia a estética de um produto influenciar na facilidade em usá-lo? Essa pergunta feita pelo autor do livro Design Emocional, Donald Norman, prova que a forma visual de certos produtos influencia a reação das pessoas em função dos objetos de consumo. Em outras palavras, produtos de formas atraentes geram apego emocional em seus usuários. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como poderia a estética de um produto influenciar na facilidade em usá-lo? Essa pergunta feita pelo autor do livro Design Emocional, Donald Norman, prova que a forma visual de certos produtos influencia a reação das pessoas em função dos objetos de consumo.</p>
<p><span id="more-4902"></span></p>
<p>Em outras palavras, <strong>produtos de formas atraentes geram apego emocional em seus usuários</strong>. Mas por quê? O que há nesses produtos, quais características possuem para que despertem esse tipo de reação nas pessoas? No decorrer do texto irá se abordar atributos que possivelmente comprovem essa teoria.</p>
<h2>A estética como fator de influencia na facilidade de uso do produto industrial</h2>
<p>Segundo Milton Ribeiro (2000, p.149) “<em>as melhores formas, as que mais impressionam, melhor se notam e de que mais facilmente nos recordamos, são as formas matematicamente determinadas como triângulo, quadrado, retângulo e eclipse</em>&#8220;.</p>
<p>Pensando na estética do produto, Norman (2008, p.75), relata “<em>quer você admita ou não, aprove ou desprovê, os produtos que você compra e seu estilo de vida ao mesmo tempo refletem e determinam sua auto-imagem, bem como as imagens que os outros têm de você</em>”.</p>
<p>A cultura material faz parte da sociedade e é um valor humano, a meu ver. Assim como a cultura, educação, de cada individuo, interfere inevitavelmente na sua escolha por certos artefatos, aos quais são determinados não somente pelo seu poder aquisitivo, mas também, por sua cultura em geral.</p>
<p>O escritor Bernsen (1995, p.10) autor de “<em>Design: Defina Primeiro o Problema</em>&#8220;, <strong>delimita design como sendo significativo em se traduzir um propósito em uma forma física ou ferramenta</strong>. Este cita exemplos dos desenhos da natureza, cujas formas constituem-se ao mesmo tempo numa expressão de propósito, economia e beleza, e que tem uma relação viva com o mundo o seu redor.</p>
<p>Entretanto os desenhadores industriais utilizam os mesmos termos para o desenho industrial: <strong>propósito</strong>. Bem como economia de manufatura e construção, beleza e interação com o usuário e relacionamento com o ambiente. O fato de que os desenhos projetados pelo homem e os concebidos pela natureza, analisados em conjunto comum seguem algo semelhante em que ambos são soluções para um problema. Ambos são imaginados de maneira semelhante, como um processo de tentativa-e-erro. Portanto o autor define d<strong>esign como a integração de seis aspectos relevantes, tais como: Propósito, produção, construção, função, beleza e ambiente</strong>.</p>
<p>No design de produtos a forma coerente e harmônica atrai olhares e curiosos. Segundo Norman (2008, p. 39) “<em>objetos atraentes fazem as pessoas se sentirem bem, o que por sua vez faz com que pensem de maneira mais criativa</em>”. Como isso faz com que alguma coisa se torne mais fácil de usar. Lobach (2001) define estética como significante de algo da percepção sensorial. Define como sendo a “<em>ciência das aparências perceptíveis pelos sentidos (por exemplo, a estética do objeto), de sua percepção pelos homens (percepção estética) e sua importância para os homens como parte de um sistema sociocultural (estética de valor)</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4903 aligncenter" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/alessi-72-dpi-.jpg" alt="" width="415" height="428" /></p>
<p>Já o dicionário da língua portuguesa define <strong>estética como a ciência do belo, a filosofia das belas-artes, bem como a harmonia das formas, seus contornos e coloridos, etc</strong>. A estética nos produtos industriais é considerada fator importante para agradar os olhos dos usuários. <strong>Porém o que faz de um produto ser belo aos olhos dos observadores?</strong> Princípios de desenho e coerência formal são base para estudo do desenhador industrial. Este possui essa ferramenta de percepção visual, ao qual o diferencia de um simples inventor de qualquer coisa.</p>
<p>Um estudo realizado no inicio dos anos 90, por pesquisadores japoneses afirmam que de fato, <strong>objetos atraentes devem ter preferência em relação aos objetos feios e isso faz com que funcionem melhor aos olhos dos usuários</strong>. Mas por quê? Um exemplo claro, é que estes pesquisadores haviam estudado inúmeros leiautes diferentes de painéis de controle de caixas eletrônicos de banco, sendo que todas essas versões eram exatamente iguais em questões de função no numero de botões e na maneira como operavam.</p>
<p>Alguns, porém tinham botões e telas dispostos de maneiras diferentes, uns mais coerentes visualmente, outros não, simplesmente eram dispostos de maneira aleatória. O resultado dessa pesquisa revelou que os usuários achavam que os aparelhos considerados mais atraentes eram mais fáceis de usar, de compreender como este funciona. Estes estudos feitos em relação à percepção dos usuários para com a estética dos objetos de uso sugerem o papel da estética no design de produto. A resposta é que está ligado com o estado de espírito de cada um. <strong>Pessoas consideradas mais felizes, geralmente demonstram mais tranqüilidade em solucionar problemas, o que por sua vez, possuem mais paciência para conhecer os produtos e usá-los da maneira adequada</strong>.</p>
<p>Baseado nesses aspectos da biologia e emoção humanas, um estudo feito pelo Departamento de Psicologia na Northwestern University, propõem a existência de três diferentes níveis de estruturas do cérebro: a camada automática, pré-programada chamada de <em>nível visceral</em>; a parte que contém os processos cerebrais que controlam o comportamento quotidiano, conhecida como <em>nível comportamental e</em> também a parte contemplativa do cérebro, ou <em>nível reflexivo</em>. Cada nível desempenha um papel diferente no funcionamento integral das pessoas, sabendo que cada pessoa possui uma maneira diferente de percepção das coisas que o cercam.</p>
<p>Segundo esse estudo cada projeto em si diferem de exigências diferentes entre os níveis. Por exemplo, o <em>nível visceral </em>é pré-consciente, anterior ao pensamento, é onde a aparência importa e se formam as primeiras impressões. Este nível é veloz, ele faz julgamentos rápidos do que é bom ou ruim, seguro ou perigoso, e envia os sinais apropriados para os músculos (o sistema motor) e alerta o resto do cérebro. Este é o fundamento do processamento afetivo.</p>
<p>Já no <em>nível comportamental </em>é onde se localiza a maior parte do comportamento humano. Suas ações podem ser aprimoradas ou inibidas pela camada reflexiva e, portanto, ela pode aperfeiçoar ou inibir a camada visceral. O <em>design visceral</em> diz respeito ao impacto inicial de um produto, à sua aparência, toque e sensação. Já no <em>nível comportamental</em> diz respeito ao uso, é sobre a experiência com um produto, porém a própria experiência tem muitas facetas, tais como função, desempenho e usabilidade.</p>
<p>De acordo com o autor um produto deve sim ser atraente. Ele também deve ser prazeroso e divertido. Contudo também tem de ser eficiente e inteligível e também ter um preço apropriado. Em outras palavras, deve buscar equilíbrio entre os três níveis de design. Vamos citar alguns exemplos vividos no dia-a-dia para exemplificar esses níveis: andar numa montanha-russa, picar e cortar carne com uma faca extremamente afiada numa tábua de madeira ou contemplar uma obra de arte. Essas três atividades causam impactos diferentes em nós. A primeira é mais primitiva, origina-se do comportamento visceral, já a segunda está no prazer em usar uma ferramenta eficiente, ao qual se referem aos sentimentos de realização de tarefas especializadas e atuam no nível comportamental. O último se origina do nível reflexivo, ao qual exige estudo e interpretação para contemplar uma obra de arte.</p>
<p>Os três níveis interagem eternamente entre si, cada um modula o outro. São um conjunto. O fato é que, tudo o que fazemos possui componentes de cognição e componentes de afeto. O cognitivo serve para atribuir significado a algo, já o afetivo atribui valor as coisas. O afeto está sempre presente, mas fato consumado é que o sentimento de afeição quer seja positivo ou negativo, interfere na maneira como pensamos. <strong>Estudos provam quando se está em estado de afeto positivo, se tem muito mais probabilidade de ser receptivo a novas idéias ou acontecimentos</strong>. O cérebro está relaxado. Este estado desperta a curiosidade, envolve a criatividade e torna o cérebro um organismo eficiente de aprendizado. Por outro lado o estado negativo reflete a atitudes ansiosas e nervosas.</p>
<p>Mas de que maneira esses níveis tem ligação com o design? Segundo Norman (2008, p.46) <strong>quando alguém está relaxado, em bom humor, é mais criativo, está mais capacitado em lidar com problemas de um equipamento qualquer, em especial se for divertido de usar</strong>. Segundo o mesmo autor “<em>os objetos feitos para serem usados em situações estressantes exigem muito mais cuidado, e muito mais atenção ao detalhe</em>”. Caso que acontece quando se está em estado negativo. O usuário reage de maneira estressada, impaciente para com o objeto. Isso torna seu uso complicado e desinteressante.</p>
<p>Mas o que faz desses produtos serem atraentes ou não? Além de sabermos que boa parte dessa percepção está relacionada com o afeto que o usuário tem do produto, existem outros fatores de desenho industrial ao quais influencia cada observador perante o produto.</p>
<p>Para se projetar um produto industrial é necessário conhecer uma série de elementos de configuração formal. Norman (2008, p.57) fala que “<em>a usabilidade descreve a facilidade com que o usuário do produto pode compreender como ele funciona e como fazê-lo funcionar. Mas se o produto fizer o que é necessário, se for divertido de usar e com ele for fácil satisfazer as metas, então o resultado é afeto positivo e caloroso</em>”.</p>
<p>O que conclui que, existem inúmeros aspectos que são percebidos pelos usuários, desde afetos emocionais até aspectos de percepção formal, que muitas vezes são inconscientes para o observador. Estes fundamentos do desenho é que são de conhecimento imprescindível para o desenhador, e é disso que precisamos saber fundamentalmente.</p>
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		<title>Por onde começo a estudar sobre design?</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 15:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Juntamente com &#8220;quanto devo cobrar?&#8221; e &#8220;qual a melhor faculdade de design?&#8221;, o email que mais recebo é sobre onde começar a aprender sobre design. Fazer uma faculdade ou um cursinho rápido? Preciso saber desenhar? Vale a pena conseguir um mentor? Está na hora de responder essas perguntas. Faculdade, cursinho ou nenhum? Sempre defendo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntamente com &#8220;quanto devo cobrar?&#8221; e &#8220;qual a melhor faculdade de design?&#8221;, o email que mais recebo é sobre onde começar a aprender sobre design. Fazer uma faculdade ou um cursinho rápido? Preciso saber desenhar? Vale a pena conseguir um mentor? Está na hora de responder essas perguntas.</p>
<p><span id="more-4647"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4661" title="Por onde começar no mundo do design?" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/onde-comecar-01.jpg" alt="Por onde começar no mundo do design?" width="620" height="200" /></p>
<h2>Faculdade, cursinho ou nenhum?</h2>
<p>Sempre defendo a faculdade, mas <strong>admito que não é a única escolha</strong>. Alguns designers que conheço nunca se formaram em design e outros sequer fizeram algum curso. <strong>Independente do que você fizer, o importante é estudar</strong>. Não basta querer saber usar apenas Photoshop &#8211; é necessário saber o design como teoria também.</p>
<p>O lado bom da faculdade é o contato que você faz com profissionais consolidados na área &#8211; aprendi mais sobre design conversando com os professores em papos informais do que li em qualquer livro ou blog. Sem contas as amizades e networking que as faculdades oferecem.</p>
<p>Claro que, <strong>só por que você fez uma faculdade, não quer dizer que você seja um bom designer</strong>. Já vi gente se formando, fazendo pós-graduação e que só tem trabalho meia-boca pra mostrar.</p>
<p>Mesmo se esse for um destes <a title="Link de publicidade" href="http://www.educaedu-brasil.com/a-distancia">cursos a distância</a>, você pelo menos aprende por onde começar &#8211; quais as matérias mais básicas do design, como usar do brainstorming para chegar a alternativas, como criar alternativas, etc.</p>
<h2>Preciso saber desenhar?</h2>
<p><strong>Se você quiser ser piloto de corrida, você precisa saber dirigir</strong>. Por que com design seria diferente?</p>
<p>Não estou dizendo que você precisa ser um Rembrandt do desenho! Mas <strong>saber expressar algo através do desenho é essencial</strong>. Até hoje eu não consigo desenhar um corpo humano com perfeição, mas consigo desenhar algo que transmita a idéia do que estou pensando.</p>
<div id="attachment_4662" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://shimoda7.deviantart.com/art/Prisoner-of-my-own-33234157"><img class="size-full wp-image-4662" title="Onde começar" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/onde-comecar-02.jpg" alt="Onde começar" width="400" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Não precisa saber desenhar assim...mas ajuda!</p></div>
<p>Um curso de desenho ajuda horrores, pois você aprende mais sobre perspectiva, textura e esse tipo de coisa. Fica a seu critério se você prefere pagar um curso ou procurar na internet tutoriais de desenho &#8211; vale notar que, mesmo se você optar pelo mais barato (cursos online), você precisa ter mais dedicação do que se estivesse pagando.</p>
<h2>Preciso ter muitos materiais para exercer a profissão?</h2>
<p>Aí depende da área que você escolher.</p>
<p>No web design, eu uso apenas um caderno de idéias (o &#8220;<em>moleskine</em>&#8220;) ou papéis avulsos, um lápis e o computador. O papel e o lápis servem para rascunhar idéias rapidamente e livremente. Ter uma mesa digitalizadora ajuda, mas o lápis e papel são essenciais.</p>
<p>Já no design gráfico, se você quiser experimentar bastante e fazer algo bem diferente, você vai querer ter materiais diferentes consigo. Papéis especiais, canetas especiais, pincéis, tintas, telas&#8230;tudo isto custa um pouco mais. Mas te possibilita a fazer coisas que nenhum computador consegue, o que faz com que o custo de ter todos estes materiais acabe se pagando em pouco tempo.</p>
<p><strong>O material mais importante que você precisa ter é o seu cérebro</strong>. Parece óbvio, mas o que tem de designer por aí que não usa a cabeça&#8230;vou te contar&#8230;</p>
<h2>Ter um mentor vale a pena?</h2>
<p>Quando comecei no mundo do web design, um publicitário (!) me acolheu como pupilo. Ele me ensinou a olhar as coisas e notar os mínimos detalhes. Se eu tirar aquela borda de 1 pixel cinza em volta da área deste artigo, o branco deste fundo vai se mesclar com a textura leve do fundo deste blog. Este detalhezinho teria me passado despercebido se alguém não tivesse me falado &#8220;<em>Tá vendo isto aqui?</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_4663" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-4663" title="Mentor" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/onde-comecar-03.jpg" alt="Mentor" width="400" height="276" /><p class="wp-caption-text">Um mentor pode te ensinar o caminho correto</p></div>
<p>Aprendi muita coisa com ele, não só relacionado a design mas a negócios também. <strong>Ter contato com alguém da área com experiência ajuda bastante</strong>, basta saber dosar sua curiosidade (você não vai querer bombardear ele de perguntas e ligar ele no meio da noite se você tiver uma dúvida).</p>
<h2>Tudo é relativo</h2>
<p>Mesmo com tudo isto dito, não dá pra dizer que é regra. O que foi bom e útil pra mim, pode não ser pra você. <strong>Depende dos seus objetivos</strong>.</p>
<p>Meu objetivo principal foi de conseguir bastante experiência antes mesmo de conseguir um emprego na área (aprendendo através do meu mentor &#8211; inclusive aprendendo dos erros dele) e meu foco foi a área de web design.</p>
<p>Para um designer de jogos, as respostas podem ser outras; talvez seja imperativo que uma faculdade ou curso seja feito pois o material disponível em livros e sites não é completo. Para um designer de produto, ter (e entender) materiais é tudo &#8211; não adianta você querer criar uma cadeira de plástico nova sem saber como o plástico age, se ele suporta bem uma média de peso, etc.</p>
<p>A única regra que eu diria ser válida para todos é: <strong>reflita sobre o que você quer</strong>. Converse com os profissionais da area na qual você quer atuar e saiba como eles começaram.</p>
<p>Ah, e se for mandar e-mail pra mim perguntando como que eu comecei, basta ler o artigo novamente ;)</p>
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		<title>Resultado do sorteio #Imprima3D</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 17:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
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		<description><![CDATA[Semana passada, falamos sobre o Imprima3D e sorteamos o equivalente a R$ 1.000 dividido entre 10 ganhadores. Sairam os 10 felizardos que terão R$ 100 pra gastar no Imprima3D. E os ganhadores são&#8230; @Bertuol @cenovicz_ @MarcosBlake @Leandertal @hbtr @FelipeKiki @Danielrosaq @faelsz1 @betatron @ladytabule Parabéns aos ganhadores! Os códigos promocionais no valor de R$ 100 serão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada, <a href="http://design.blog.br/design-grafico/como-imprimir-em-3d">falamos sobre o Imprima3D</a> e sorteamos o equivalente a R$ 1.000 dividido entre 10 ganhadores. Sairam os 10 felizardos que terão R$ 100 pra gastar no <a href="http://desgn.me/bo">Imprima3D</a>.</p>
<p><span id="more-4657"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Screen-Shot-2011-12-08-at-10.37.06-AM-620x187.png" /></p>
<p>E os ganhadores são&#8230;</p>
<ul>
<li><a href="http://twitter.com/Bertuol">@Bertuol</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/cenovicz_">@cenovicz_</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/MarcosBlake">@MarcosBlake</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/Leandertal">@Leandertal</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/hbtr">@hbtr</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/FelipeKiki">@FelipeKiki</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/Danielrosaq">@Danielrosaq</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/faelsz1">@faelsz1</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/betatron">@betatron</a></li>
<li><a href="http://twitter.com/ladytabule">@ladytabule</a></li>
</ul>
<p>Parabéns aos ganhadores! Os códigos promocionais no valor de R$ 100 serão enviados via DM. Vale lembrar que os cupons valem só até o dia 31/dez/2011.</p>
<p>Um agradecimento ao <a href="http://desgn.me/bo">Imprima3D</a> por um <a href="http://design.blog.br/design-grafico/como-imprimir-em-3d">serviço muito bacana</a> que eles estão oferecendo aqui no Brasil.</p>
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		<title>Como imprimir em 3D?</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 13:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se existe algo que me deixa maravilhado são as impressões em 3D. Não sou designer de produto, mas tenho uma irmã que é, e a facilidade destes sistemas são incríveis. No Brasil, era difícil de achar uma empresa que fizesse isto. Mas isto está mudando. Até então, a alternativa mais viável para transformar sua maquete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se existe algo que me deixa maravilhado são as impressões em 3D. Não sou designer de produto, mas tenho uma irmã que é, e a facilidade destes sistemas são incríveis. No Brasil, era difícil de achar uma empresa que fizesse isto. Mas isto está mudando.</p>
<p><span id="more-4584"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Screen-Shot-2011-12-08-at-10.37.06-AM-620x187.png" alt="Como imprimir em 3D?" title="Como imprimir em 3D?" width="620" height="187" class="aligncenter size-large wp-image-4616" /></p>
<p>Até então, a alternativa mais viável para transformar sua maquete 3D em algo tangível era através do site americano <a href="http://www.shapeways.com/">Shapeways</a>. Mas o preço em dólar e o envio demorado são alguns fatores que podem desanimar alguns designers brasileiros a criarem seus produtos e imprimirem por lá.</p>
<p>Agora existe a <a title="http://www.imprima3d.com/" href="http://desgn.me/bo">Imprima3D</a> &#8211; uma startup brasileira que traz a tecnologia para os designers daqui. Além de você poder enviar a sua mockup 3D para lá, imprimir em materiais diversos (do pó de nylon ao aço inox) e receber em sua casa em até 15 dias úteis, <strong>você também pode ganhar dinheiro com seus projetos 3D</strong>!</p>
<p>Sim, é verdade: você envia seu arquivo no formato .STL e disponibiliza a venda da versão 3D. Cada pessoa que comprar sua maquete, você ganha uma porcentagem do lucro. <strong>É uma idéia perfeita para quem trabalha com softwares 3D e está procurando uma maneira de ganhar um dinheirinho extra</strong>.</p>
<p>Então se você sempre quis imprimir aquele objeto 3D que você criou, mas não tinha como, aproveite agora os preços especiais do <a title="http://www.imprima3d.com/" href="http://desgn.me/bo">Imprima3D</a> &#8211; tá muito barato!</p>
<h2>&#8220;Mas não é só isso!&#8221;</h2>
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		<title>Steve Jobs e as crianças na África</title>
		<link>http://design.blog.br/design-grafico/steve-jobs-e-as-criancas-na-africa</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 15:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Regina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dias depois da morte de Steve Jobs escrevi no Facebook um status falando de como é estranho esse cara não estar mais entre nós. Lembro de cada momento na minha vida relacionados diretamente à Apple e suas inovações. A primeira vez que usei um Ipod foi uma sensação incrível. A primeira vez que usei um Iphone, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dias depois da morte de <strong>Steve Jobs</strong> escrevi no Facebook um status falando de como é estranho esse cara não estar mais entre nós. Lembro de cada momento na minha vida relacionados diretamente à Apple e suas inovações. A primeira vez que usei um Ipod foi uma sensação incrível. A primeira vez que usei um Iphone, então&#8230;</p>
<p><span id="more-4201"></span></p>
<p>Um dos meus contatos comentou que todo mundo está exagerando. Que precisamos nos importar com as crianças da África e não com Steve Jobs. Que falar sobre isso é só querer se exibir por ter gadgets caros.</p>
<p>Eu não poderia discordar mais.</p>
<p>Em primeiro lugar: das pessoas que usam como argumento “pare de falar sobre X e faça algo pelas crianças na África”, <strong>100% não faz nada pelas crianças da África</strong>. Boa parte não faz diferença nenhuma no mundo, pra falar a verdade.</p>
<p>Em segundo lugar: todo mundo sabe que Jobs não era santo nem necessariamente um ótimo exemplo de pessoa. Além disso ele não fez a Apple sozinho. Mas foi ele que permitiu que isso acontecesse. Foi ele, como alguém que tem esse poder de decisão, que acreditou em ideias revolucionárias e realmente as colocou em prática. <strong>Foi ele que não teve medo do minimalismo e da usabilidade</strong>.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/ipad-user.jpg" alt="" title="ipad-user" width="620" height="349" class="alignnone size-full wp-image-4204" /></p>
<p>Mas foi só um fato recente que me fez realmente ver, ao vivo e a cores, a revolução que esse cara e sua empresa fez na tecnologia.</p>
<p><a href="http://regina.fot.br/">Sou fotógrafa, e fotografo principalmente famílias</a>. Durante um ensaio mostrei uma das fotos na tela LCD da minha câmera para o filhinho de 5 anos dos meus clientes. O que ele fez?</p>
<p><strong>Tentou trocar a foto arrastando o dedo na tela. E ele não se conformou: tentou fazer o movimento de pinça também!</strong></p>
<p>Nós, adultos, demos muita risada do fato! Mas a partir daquele momento percebi que para a próxima geração usar os dedos para promover ações em uma tela é/vai ser uma coisa natural.</p>
<p>Steve Jobs não inventou a tela touch screen. Isso já existia (e o primeiro Tablet, mesmo, foi feito pela Microsoft.) Mas foi ele (e sua equipe, é claro) que fez com que o uso de uma tela touch screen se tornasse algo natural, entre muitas outras inovações.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra bem isso: uma criança de um aninho de idade não se conforma com revistas em papel, que não “funcionam”:</p>
<p><iframe width="620" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/aXV-yaFmQNk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Me lembrei do filhinho da minha cliente. E me lembrei de, eu mesma, tentando (literalmente) tocar em telas que não eram touch. Ou de eu mesma desejando que algumas fossem. Porque agora é natural.</p>
<p>Então sim, eu continuo triste pela morte dele. E continuo a tentar fazer a minha parte para um mundo melhor (inclusive para as crianças na África.) Sim, é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo.</p>
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		<title>Como Steve Jobs moldou o design moderno</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 10:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o choque de todos, foi anunciada nesta última quarta-feira dia 5 de outubro a morte do co-fundador da Apple, Steve Jobs, poucos meses após sua renúncia. Com isto decidi relembrar o que Jobs conseguiu realizar e mostrar como ele moldou o design atual. Quando o Apple I foi lançado em 1976, em parceria com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o choque de todos, foi anunciada nesta última quarta-feira dia 5 de outubro a morte do co-fundador da Apple, Steve Jobs, poucos meses após sua renúncia. Com isto decidi relembrar o que Jobs conseguiu realizar e mostrar como ele moldou o design atual.</p>
<p><span id="more-4165"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/Picture-7-620x414.png" alt="O mundo ficou mais vazio sem ti" title="Picture 7" width="620" height="414" class="aligncenter size-large wp-image-4167" /></p>
<p>Quando o Apple I foi lançado em 1976, em parceria com Steve Wozniak, Steve Jobs não imaginou que sua empresa iria moldar a área de tecnologia 30 anos mais tarde. Mesmo após ser demitido de sua própria empresa, e mais tarde, re-contratado, Jobs nunca parou de sonhar.</p>
<p>Foi em 2001 que, ao voltar para a sua empresa que estava na beira da falência, Jobs introduziu o primeiro iPod ao mundo. Os MP3 players já estavam ganhando lugar no mercado, e a Apple foi inteligente ao criar um sistema simples e elegante.</p>
<p>Depois disto, foram surgindo o iTunes (2003), iPhone (2007) e finalmente o iPad (2010), este último revolucionando novamente o modo como usamos a tecnologia. <strong>Claro que o design não era inteiramente a responsabilidade de Jobs</strong>, mas se não fosse por ele, não teríamos essa onde de smartphone com tela multi-toque ou tablets que permitem fazer tudo que um computador faz. </p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/Picture-8-620x299.png" alt="" title="Picture 8" width="620" height="299" class="aligncenter size-large wp-image-4168" /></p>
<p>Vamos, por um momento, apenas procurar por produtos conceituais no Google. Centenas de milhões de produtos conceituais, muitos com um design bem bolado surgem diariamente graças a criatividade de designers gráficos e de produto. Agora veja quantas empresas decidem inovar e, de fato, lançar estes produtos.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/conceitual.jpg" alt="" title="conceitual" width="620" height="286" class="aligncenter size-full wp-image-4166" /></p>
<p>A Apple apenas é líder na área de tocadores de música portátil, smartphones multi-toque e tablets pois soube reconhecer a importância de um bom design. E, se não fosse por Steve Jobs com sua interesse por arte e paixão por design inovador, isto não teria acontecido.</p>
<p>Se tem algo que nós, designers, devemos aprender com ele é que o mundo pode ser mais simples e funcional; <strong>Que não devemos abandonar nossos sonhos de algum dia criar algo que faça a diferença.</strong></p>
<p><strong>E se tem algo que as empresas devem aprender com ele é &#8220;arrisque mais&#8221;</strong>.</p>
<p><strong>Steve, obrigado por sua contribuição incalculável aos mundos da tecnologia e do design. Você nunca será esquecido.</strong></p>
<p>Descanse em paz.</p>
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		<title>Regulamentar a profissão de designer &#8211; sim ou não?</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/regulamentar-a-profissao-de-designer-sim-ou-nao</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/regulamentar-a-profissao-de-designer-sim-ou-nao#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[design produto]]></category>
		<category><![CDATA[designer]]></category>
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		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>
		<category><![CDATA[web designer]]></category>
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		<description><![CDATA[Tá todo mundo falando sobre o projeto de lei Nº 1391/2011 do Deputado Penna que prevê a regulamentação da profissão de designer. Alguns são a favor, outros são contra. Vamos analisar os dois lados e entender definitivamente por que regulamentar a profissão é um assunto delicado. Pra quem ainda não sabe, a profissão de designer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tá todo mundo falando sobre o projeto de lei Nº 1391/2011 do Deputado Penna que prevê a <strong>regulamentação da profissão de designer</strong>. Alguns são a favor, outros são contra. Vamos analisar os dois lados e entender definitivamente <strong>por que regulamentar a profissão é um assunto delicado</strong>.</p>
<p><span id="more-3947"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/regulamentar.jpg" alt="Devemos regular a profissão de design?" title="Devemos regular a profissão de designer?" width="620" height="120" class="aligncenter size-full wp-image-4022" /></p>
<p>Pra quem ainda não sabe, <strong>a profissão de designer não é regulamentada</strong>. Ou seja: qualquer um pode se chamar de &#8220;designer&#8221; (convenhamos, acontece muito!), mesmo sem ter feito sequer um curso de informática básica. <strong>Não existe um registro profissional de designer</strong>. Com isto, o governo (poder público municipal, estadual e federal) não pode contratar serviços de um profissional de design através de licitações ou concorrência pública. Além disto, não temos direito a garantias de trabalho por não contribuir com uma sociedade reguladora.</p>
<p>Um dos maiores problemas que temos atualmente é de concorrer cara-a-cara com os chamados &#8220;<em>micreiros</em>&#8221; ou &#8220;<em>sobrinhos</em>&#8220;: pseudo-profissionais que não possuem conhecimento algum sobre design e focam-se inteiramente no uso de softwares, criando trabalhos duvidáveis a um preço muito abaixo do que um designer estudado cobraria. <strong>Esta lei acabaria com isto</strong>.</p>
<p><strong>Resumindo</strong>: os designers que possuem diploma de graduação plena e/ou tecnológica, em cursos reconhecidos pelo MEC, os que comprovarem o exercício da profissão por pelo menos cinco anos até a publicação da Lei, ou os que possuem diplomas devidamente validados e reconhecidos no país, ainda que adquiridos em instituições estrangeiras estarão protegidos.</p>
<div id="attachment_4023" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/diplomas.jpg" alt="Diploma pra que te quero!" title="Diploma pra que te quero!" width="620" height="246" class="size-full wp-image-4023" /><p class="wp-caption-text">Diploma pra que te quero!</p></div>
<p><strong>Isto é bom? Não necessariamente</strong>. Pessoalmente, conheço ótimos profissionais que nunca fizeram nenhum curso de design, mas isto não quer dizer que não sejam estudados. São pessoas que buscaram o conhecimento através de livros, análises, sites na internet, etc. Eles são profissionais bons no que fazem, criam ótimos trabalhos e muitas vezes são melhores que alguns designers que fizeram 4 anos de faculdade mais pós-graduação. <strong>Isto afetaria eles</strong>.</p>
<p>Durante as últimas semanas, escutei argumentos convincentes dos dois lados da moeda. Ambos tem razão. <strong>Afinal de contas, quem não quer estar protegido?</strong></p>
<p>Mas vamos analisar exatamente quais os argumentos dos dois lados:</p>
<h2>A favor da regulamentação</h2>
<ul>
<li>Concorrência desleal com profissionais despreparados e sem conhecimento iria diminuir.</li>
<li>Criação de benefícios trabalhistas para os profissionais.</li>
<li>O designer torna-se responsável pelo que faz (interessa ao cliente), fazendo com que um trabalho melhor seja feito.</li>
<li>O designer pode participar de licitações do poder público.</li>
<li>Com fiscalização proveniente da regulamentação, a má conduta de maus profissionais pode ser punida.</li>
<li>Melhores benefícios aos designers por causa da exclusão dos profissionais despreparados (o que inclui uma melhora no salário).</li>
<li>A lei irá melhorar o nível de design ensinado no país.</li>
<li>Nova ética será instaurada na profissão.</li>
</ul>
<h2>Contra a regulamentação</h2>
<ul>
<li>Muitos designers bons que nunca pisaram na faculdade mas aprenderam sozinhos, irão perder os empregos.</li>
<li>Novos encargos serão criados, fazendo com que o custo do design fique maior.</li>
<li>O governo será o único a beneficiar com os novos encargos.</li>
<li>Micro e pequenas empresas não poderão pagar pelos serviços mais caros.</li>
<li>Uma concorrência menor faz com que a qualidade do produto caia e seus preços subam.</li>
<li>Faculdades podem criar cursos rasos e de baixa qualidade afim de alimentar o mercado.</li>
<li>Sindicatos irão controlar os pisos salariais dos designers, geralmente trazendo vantagem aos empregadores (ou seja, diminuindo o salário dos designers).</li>
<li>Menos profissionais no mercado = menos concorrência = queda na qualidade.</li>
</ul>
<p>Alguns argumentos se contrariam, sem dúvida. Regulamentar melhoraria o nível de ensino? Faria o salário subir? São perguntas aos quais não há como dar uma resposta concreta (números sólidos que comprovem de uma vez qual a melhor escolha pra profissão) e estamos nadando em um mar de incertezas e <em>achismos</em>.</p>
<p>Muitos estão argumentando que em outros países onde é regulamentado, o design não sofre. Outros dizem que sofre. Mas estamos no Brasil; a cultura aqui (como em qualquer outro país) é única. <strong>Não dá pra comparar, pois a mentalidade aqui é outra</strong>.</p>
<h2>Então, regulamentar ou não?</h2>
<p><strong>Não existe uma resposta certa.</strong> Mesmo quem cursou faculdade pode até acreditar que regulamentar machucaria a profissão (e vice-versa). <strong>Não há números concretos que possam nos dar uma luz em relação a isto</strong>; o único jeito seria regulamentar em quesito provatório e ver o que acontece. É claro que é uma solução inviável e fantasiosa, mas parece ser a única.</p>
<p><strong>O que você acha? Devemos regulamentar a profissão? Sim? Não? Por quê?</strong></p>
<p>Caso você queira saber mais, sugiro a leitura do site &#8220;<a href="http://reservademercadonao.com/">Reserva de Mercado Não</a>&#8221; (contra), este artigo do <a href="http://chocoladesign.com/status-da-regulamentacao-da-profissao-de-designer">Choco La Design</a> (a favor) e este outro artigo do <a href="http://andafter.org/publicacoes/regulamentacao-da-profissao-design_760.html">andafter.org</a> (que mostra os dois lados).</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/geral/sorteio-adobe" title="Mega sorteio Design Blog e Adobe!">Mega sorteio Design Blog e Adobe!</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/novo-forum-de-design" title="Novo Forum de Design">Novo Forum de Design</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-conseguir-emprego-de-designer" title="Como conseguir emprego de designer">Como conseguir emprego de designer</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Qual a importância do design?</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 12:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[importancia de design]]></category>

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		<description><![CDATA[Você, seja designer gráfico, web designer ou designer de produto, sabe qual é, de fato, a importância do design no mercado atual? A importância do design esta na criação de produtos que facilitem a vida das pessoas sem esquecer a importância estética, ou seja, criar coisas funcionais e bonitas. Temos um mercado consumista onde há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você, seja designer gráfico, web designer ou designer de produto, sabe qual é, de fato, a importância do design no mercado atual?</p>
<p style="text-align: center"><span id="more-3233"></span></p>
<p style="text-align: left"><a rel="attachment wp-att-3249" href="http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design/attachment/importanciadesign-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-3249" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/importanciadesign1.jpg" alt="" width="540" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: left">A importância do design esta na criação de produtos que facilitem a vida das pessoas sem esquecer a importância estética, ou seja, criar coisas funcionais e bonitas. Temos um mercado consumista onde há inúmeros aparelhos com as mesmas funcionalidades e preços. Por isso, hoje em dia o design é o fator decisivo no sucesso ou fracasso de um produto. Assim como um design bem pensado desperta o desejo dos consumidores, um design pobre e mal feito gera uma repulsa enorme.</p>
<p>Um problema encontrado ai é o aparente descaso das empresas com o design de suas marcas e produtos, pois muitas ainda consideram design uma perda de tempo e dinheiro, um gasto supérfluo e desnecessário.</p>
<p>Um bom investimento em design de um produto é como um blog, em curto prazo é um gasto relativamente alto, que poderia ser evitado. Mas em médio prazo (quando o produto é lançado no mercado e entra em disputa direta com seus concorrentes) se mostra um investimento altamente lucrativo, uma vez que o produto vende mais quando é novidade e tem sua vida útil comercial prolongada (ou seja, as pessoas compram o produto mesmo quando ela já não é mais novidade).</p>
<div id="attachment_3255" class="wp-caption aligncenter" style="width: 549px"><a rel="attachment wp-att-3255" href="http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design/attachment/1239216_23530759"><img class="size-full wp-image-3255" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/1239216_23530759.jpg" alt="" width="539" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bom design resulta em mais lucros</p></div>
<p style="text-align: center">
<p>Em grandes empresas (como Coca-Cola, Apple, Google, etc) podemos perceber que há um grande investimento no design dos produtos e das marcas. Isso é um dos fatores que fez e mantém essas empresas como líderes mundiais (além do serviço de qualidade é claro). Já li em muitos blogs comentários de pessoas que falam que o design não é capaz de fazer um marca ou produto, e de fato não é; no entanto, ele é um fator de peso na disputa entre uma marca e outra, e cada vez mais a estética é o fator decisivo entre comprar ou não alguma coisa.</p>
<p>Vejamos um exemplo disso na prática: a Apple. A Apple produz computadores com um excelente hardware e roda sobre seu SO (sistema operacional) próprio, o que garante aos seus computadores maior estabilidade e faz-se assim um grande diferencial em relação aos demais. No entanto, buscando uma diferenciação ainda maior a empresa investiu pesado em design, e criou uma linha de computadores, o IMac, que hoje é uma referência no design de produto.</p>
<div id="attachment_3252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a rel="attachment wp-att-3252" href="http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design/attachment/overview_hero2_20100727"><img class="size-full wp-image-3252" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/overview_hero2_20100727.png" alt="" width="540" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">O design incrível é um dos fatores que faz o Mac ser tão cobiçado</p></div>
<p style="text-align: center">Lembre-se: um bom design é tão importante quanto bom desempenho e preço acessível!</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/como-a-estetica-pode-influenciar-o-usuario-na-facilidade-em-se-usar-algo-2" title="Como a estética pode influenciar o usuário na facilidade em se usar algo?">Como a estética pode influenciar o usuário na facilidade em se usar algo?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/por-onde-comeco-a-estudar-sobre-design" title="Por onde começo a estudar sobre design?">Por onde começo a estudar sobre design?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/resultado-do-sorteio-imprima3d" title="Resultado do sorteio #Imprima3D">Resultado do sorteio #Imprima3D</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Produtos para o dia das crianças</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/produtos-para-o-dia-das-criancas</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 13:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sabe o que dar ao seu designer de dia das crianças? Eis algumas sugestões de produtos com design inteligente e atraente que você pode presentear. Afinal de contas, existe uma criança dentro de todos nós! [nggallery id=6] Aproveite e siga o Design Blog no Twitter! Assim você fica por dentro das novidades no mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sabe o que dar ao seu designer de dia das crianças? Eis algumas sugestões de produtos com design inteligente e atraente que você pode presentear. Afinal de contas, existe uma criança dentro de todos nós!</p>
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<p>[nggallery id=6]</p>
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		<title>Capas caseiras para iPod Nano</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 13:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[curta]]></category>
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		<description><![CDATA[Encontrei uma coletânea de capas caseiras para iPod Nano. Todas feitas a mão seja por costura ou por crochê. Haja paciência! [nggallery id=4] Pelo menos serve de inspiração para quem quiser dar uma incrementada no seu iPod ou MP3-player. O que você achou? Faria um destes? Aproveite e siga o Design Blog no Twitter! Assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei uma coletânea de capas caseiras para iPod Nano. Todas feitas a mão seja por costura ou por crochê. Haja paciência!</p>
<p><span id="more-3193"></span></p>
<p>[nggallery id=4]</p>
<p>Pelo menos serve de inspiração para quem quiser dar uma incrementada no seu iPod ou MP3-player. <strong>O que você achou? Faria um destes?</strong></p>
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