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	<title>Design.Blog.br &#187; freelancer</title>
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	<description>Blog de design gráfico, web design, design de produto e universo freelancer</description>
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		<title>Pausas no trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 12:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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Freelancers são, em maioria, bichos esquizofrênicos. Em um dado momento, estão eufóricos e trabalhando como se estivessem alucinados. De repente, bate uma depressão e ficam chorando pelos cantos dizendo que não estão trabalhando o suficiente. Existe um jeito de curar isto: pausa.


Por mais que pareça ser um absurdo, às vezes é necessário dar um tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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<p>Freelancers são, em maioria, bichos esquizofrênicos. Em um dado momento, estão eufóricos e trabalhando como se estivessem alucinados. De repente, bate uma depressão e ficam chorando pelos cantos dizendo que não estão trabalhando o suficiente. Existe um jeito de curar isto: pausa.</p>
<p><span id="more-1967"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1968" title="pausa" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/pausa.jpg" alt="" width="540" height="362" /></p>
<p>Por mais que pareça ser um absurdo, às vezes é necessário dar um tempo do trabalho. Ainda mais quando se trabalha nas áreas criativas. Esses dias atrás, em uma terça-feira de tarde, eu e minha noiva fomos ao cinema. Em pleno dia de semana a tarde! Pode parecer irresponsabilidade, ainda mais quando há trabalho a ser feito. Mas é um &#8220;mal&#8221; necessário. Ainda mais, essa liberdade de horários é uma das melhores coisas na vida de um freelancer.</p>
<p>Essas pausas não precisam ser planejadas (&#8220;<em>Opa! São 14:23 agora! Hora de descansar por 20 segundinhos</em>&#8220;). Podem ser espontâneas. E muitas vezes, DEVEM ser espontâneas. Isto é por um simples motivo: quebra de rotina.</p>
<p>Vou repetir: <strong>essa liberdade de horários é umas das melhores coisas na vida de um freelancer</strong>. O tempo &#8220;gasto&#8221; com essas pausas pode beneficiar você a longo prazo; uma pessoa descansada vai render muito mais. Perca duas horas vendo um filminho, mas ganhe cinco horas de motivação e bem-estar.</p>
<div id="attachment_1969" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://elitecriativa.files.wordpress.com/2007/05/cinema.jpg"><img class="size-full wp-image-1969" title="Cinema" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/pausa-filme.jpg" alt="" width="540" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Pausa para um cineminha quarta de tarde? Por que não?</p></div>
<p>Outra dica importante: freelancing não é desculpa para má higiene. Um dia você vai acabar tendo um cliente passando na sua casa sem avisar para conferir como o projeto está andando. Isto chama-se karma, pois a natureza está tão ofendida com o seu cheiro que ela está te dando um toque de despertar. Você não deve apenas evitar de verificar seu e-mail assim que acordar, você deve também evitar trabalhar antes de tomar um banho e cuidar de sua higiene pessoal. Nenhum prazo pode estar tão ruim assim.</p>
<p>Deu vontade de jogar algum joguinho no computador, jogue. Mas o ideal mesmo é sair um pouco do seu escritório, até da sua casa. Eu sei que aquela coisa amarela lá no meio daquela coisa azul grande no céu pode parecer ameaçadora, mas ela faz bem. Eu juro!</p>
<p>Mas se mesmo assim você escolhe o jogo (ou <em>web-surfing</em>) como método de relaxamento durante sua pausa, tenha o ser-humano mais próximo de você lhe dar um tapa na nuca para que você volte ao trabalho após um tempo pré-determinado. Nada pior do que usar frases do tipo &#8220;<em>só mais um round</em>&#8221; ou &#8220;<em>eu paro de jogar daqui a 10 minutos exatos</em>&#8221; e notar, sete horas depois, que você perdeu boa parte do seu tempo naquilo.</p>
<p><strong>Saia de casa, respire ar fresco, faça alguma atividade física.</strong> E lembre-se de respeitar seus finais de semana. Fim de semana é para descansar. Sinto vontade de bater nos freelancers que conheço que insistem em trabalhar aos finais de semana.</p>
<blockquote><p>Este artigo faz parte do livro &#8220;Freelancer &#8211; O Guia Completo&#8221; que será lançado em breve aqui no Design Blog.</p></blockquote>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quanto-um-freelancer-deve-cobrar" title="Quanto um freelancer deve cobrar?">Quanto um freelancer deve cobrar?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente" title="Como fazer reuniões com cliente">Como fazer reuniões com cliente</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Imprevistos: diminuíndo os estragos</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 10:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
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Imprevistos acontecem todos os dias. Doenças, acidentes, cortes de luz, e por aí vai. São fatores assim que podem atrasar um job de um freelancer. Recentemente uma gripe me derrubou e me deixou de cama dois dias (notaram a falta de posts?). Resultado: trabalho acumulado. Mas como que podemos diminuir os estragos nestas horas? Prevenindo-se [...]]]></description>
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<p>Imprevistos acontecem todos os dias. Doenças, acidentes, cortes de luz, e por aí vai. São fatores assim que podem atrasar um job de um freelancer. Recentemente uma gripe me derrubou e me deixou de cama dois dias (notaram a falta de posts?). Resultado: trabalho acumulado. Mas como que podemos diminuir os estragos nestas horas? Prevenindo-se com algumas dicas!</p>
<p><span id="more-1313"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/imprevistos.jpg" alt="imprevistos" title="imprevistos" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1321" /></p>
<h2>Esteja ciente que pode acontecer</h2>
<p>Como falei, imprevistos acontecem todos os dias. E como são imprevistos, não há como detectá-los com antecedência. O primeiro passo para a prevenção é a consciência do que pode acontecer. Por exemplo, um ente querido está hospitalizado. Você sabe que talvez tenha que visitá-lo, e isto pode complicar ainda mais sua vida se esta pessoa está em outra cidade ou país. Ou até uma virose anda à solta e há chances de você contraí-la. Sabendo que há chances de algo acontecer já é parte do caminho andado.</p>
<h2>Faça planos alternativos</h2>
<p><span class="quote">Se algo pode dar errado, com certeza dará</span>Se você sabe que algo pode dar errado, lembre-se da Lei de Murphy: &#8220;Se algo pode dar errado, com certeza dará. E acontecerá na pior hora de forma a fazer o maior estrago possível&#8221;. Por isso, sempre tenha em mãos um &#8220;plano B&#8221;. Seu plano pode incluir desmarcar algum outro compromisso para terminar seu job a tempo, ou até mesmo repassar o trabalho a algum colega freelancer para que ele termine. Não importa qual o plano, o importante é que seja um plano que é independente de imprevistos que podem acontecer com você.</p>
<h2>Saiba em quem confiar</h2>
<p>Antes de você repassar um job a um outro freelancer, saiba antes se você pode confiar nele. Pessoalmente, conheço vários freelancers que poderiam me ajudar caso eu não pudesse trabalhar (inclusive, estou casando com <a href="http://www.dicasdefotografia.com.br">uma</a>) e se estiver todo mundo ocupado, conheci várias outras via <a href="http://www.twitter.com/canha">Twitter</a> que estão sempre dispostas a ajudar. A última coisa que você precisa que aconteça é delegar um job a um outro freelancer e ver o projeto desandar. Pois aí você terá outro problema: um cliente reclamando no seu ouvido.</p>
<h2>Explique ao seus clientes &#8211; seja transparente</h2>
<p>Na medida do possível, informe ao seu cliente o que está acontecendo. Claro que existem alguns problemas pessoais que não queremos discutir, então um simples &#8220;problemas pessoais&#8221; já basta. Procure sempre dar alguma nova estimativa de prazo, caso o projeto vá atrasar. Não vá dar um prazo muito pequeno também! Seja realista, afinal de contas nada mais chato que um projeto ser adiado vez após vez. Caso o atraso desagrade o cliente, procure utilizar seu plano B.</p>
<h2>Se necessário, forneça algum tipo de recompensa</h2>
<p>Nos projetos que atrasei esta semana, oferecemos enviar alguns buttons a nossos clientes do <a href="http://www.xcakeblogs.com.br">xCakeBlogs</a> pelo atraso gerado. Uma outra alternativa é fornecer um desconto no serviço, ou um prazo maior para fazer um pagamento. Qualquer coisinha vale a pena para deixar o cliente feliz e lembrá-lo que ele é importante para você.</p>
<p><strong>Quais são os seus planos para quando algo dá errado? O que você faz?</strong></p>
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		<title>Quanto um freelancer deve cobrar?</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 15:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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Um dos primeiros artigos que escrevi no Digital Paper (a dois anos atrás) foi “Trabalho Freelance: Quanto cobrar?“. Estava na hora de atualizar ele e colocar mais algumas informações para responder a pergunta que todo freelancer se faz uma vez na vida: quanto devo cobrar pelo meu serviço?


Defina seu preço-base
Pra começar, você precisa definir sua [...]]]></description>
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		</div>
<p>Um dos primeiros artigos que escrevi no Digital Paper (a dois anos atrás) foi “<a target="_blank" href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/1/trabalho-freelance-quanto-cobrar">Trabalho Freelance: Quanto cobrar?</a>“. Estava na hora de atualizar ele e colocar mais algumas informações para responder a pergunta que todo freelancer se faz uma vez na vida: <strong>quanto devo cobrar pelo meu serviço</strong>?</p>
<p><span id="more-1159"></span></p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/04/quantocobrar.jpg" alt="Quanto cobrar por um serviço?" title="Quanto cobrar por um serviço?" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1187" /></p>
<h2>Defina seu preço-base</h2>
<p>Pra começar, você precisa definir sua base de ganhos por hora. Qual o mínimo de dinheiro que você precisa pra cobrar pra cobrir suas despesas sem fazer lucro em cima? Isso é o que chamamos de <strong>preço-base</strong>.</p>
<p>Assim que você estabelecer uma base e começar a entender quer receber um centavo a menos seria ruim (um projeto de prejuízo) vai ficar mais fácil de determinar quanto de lucro você quer fazer. Logo, isso vai fornecer um seguro viável para seus projetos e pode ajudar a colocar um preço no seu trabalho no mercado competitivo atual.</p>
<p>Definir o preço-base requer um pouco de matemática básica e um pouco de adivinhação. <strong>Quanto você precisa pra sobreviver um mês?</strong> Divida isto pelo tanto de tempo que você trabalha e você terá seu preço-base.</p>
<p>Por exemplo, vamos supor que você tenha R$ 1.000 em contas todos mês &#8211; aluguel, água, luz, telefone e comida. Vou assumir que você trabalhe todo dia útil, das 9 da manhã até 6 da tarde, tirando uma hora de almoço. No total, seria 8 horas de trabalho por dia. Multiplicando por 5 dias na semana e quatro semanas por mês, temos um total de 160 horas de trabalho mensais. Para que você sobreviva, você precisa ganhar pelo menos R$ 6,25 a hora.</p>
<h2>Defina seu lucro</h2>
<p><span class="quote">Lucro é o que sobra depois de todas as contas terem sido pagas.</span>Lucro é o que sobra depois de todas as contas terem sido pagas. Se você cobrar seu preço-base a seus clientes, nunca terá lucro; todo mês, você terá suas contas pagas mas não sobrará nenhum dinheiro extra. Então como fazer para ter uma grana afim de investir em equipamento melhor ou aquela tão sonhada viagem ao Paraguay pra comprar muamba?</p>
<p>O lucro você vai inserir no seu preço-base na hora de cobrar do cliente. Aqui você tem duas opções: ter um lucro absurdo (ou seja, seu valor por hora vai lá em cima), no entanto você terá menos clientes ou diminuir seu lucro e nunca ter trabalho faltando. O ideal é achar um meio-termo: seu lucro é o suficiente para te incentivar a continuar trabalhando mas não tão pouco que você acabe trabalhando em 10 projetos por vez e fazendo todos eles com qualidade inferior.</p>
<p><strong>Mas como se define o lucro?</strong> Lucro é o prêmio adicional pelo seu trabalho que contribuiu com o crescimento do negócio ou empresa do seu cliente. Se seu trabalho é diferente do de outros profissionais, se você tem aquele diferencial que mais ninguém tem, você pode obter um lucro maior por causa da exclusividade. Por exemplo, se seu atendimento ao cliente é excelente, você trabalha mais rápido que seus concorrentes ou qualquer outro diferencial, seu lucro poderá ser maior. E é aqui que entra a parte de adivinhação.</p>
<p>Quanto vale seu diferencial? Quanto você <strong>honestamente</strong> acha que seu trabalho vale? Dez porcento em cima do seu preço-base? Vinte? Cem? Duzentos? Aqui vai de você. Mas cuidado com sua escolha!</p>
<p>Seguindo nosso exemplo, vamos dizer que o lucro é de 100% do preço-base porque o serviço é excelente e você faz algo que nenhum outro profissional faz. De R$ 6,25 a hora, você passou a cobrar R$ 12,50. No fim do mês, seu ganho será de R$ 2.000 e o lucro será R$ 1.000.</p>
<h2>Defina a duração do projeto</h2>
<p>Essa é a variável final da equação, e a mais difícil também. <strong>Primeiro, você precisa saber exatamente o que seu cliente quer. E aí que entra a necessidade do briefing</strong>. Com isso em mãos, é necessário que você <em>conheça-te a ti mesmo.</em> Quanto tempo demora para você fazer um site parecido com o que o seu cliente quer? Quatro dias? Quatro semanas? </p>
<p>O briefing não serve apenas para medir quanto tempo você acha que vai precisar, mas também para ficar de olho no que pode ser feito, como pode ser feito e como estabelecer regras para que seu cliente não decida mudar tudo na última hora. Um briefing deve estabelecer claramente o que o cliente quer. <strong>Assim, você pode definir quanto vai cobrar pelo que está escrito no documento</strong>. Se o cliente decidir mudar algo ou pede por algo extra que não está incluso no documento, então o freelancer têm todo o direito de cobrar a mais pelo trabalho extra.</p>
<p>No nosso exemplo, vamos assumir que você vá precisar de pelo menos 20 dias para fazer o projeto daquele cliente. Ou seja, 160 horas.</p>
<p>Agora temos seu valor-base, sua porcentagem de lucro e o número de horas que vai demorar para finalizar um projeto. Está na hora da…</p>
<h2>A Fórmula Mágica</h2>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/05/formulamagica.jpg" alt="Fórmula Mágica" title="Fórmula Mágica" width="540" height="238" class="alignnone size-full wp-image-1188" /></p>
<p>Seguindo nosso exemplo, trabalhando por R$ 6,25 a hora, lucrando 100%, você estaria cobrando R$ 12,50 a hora. Multiplique pelo número de horas estimada (160) e pronto! O valor a ser cobrado é R$ 2.000.</p>
<p>Mas, peraí. Esse cálculo é óbvio, não é? Não. <strong>Muitos freelancers lá fora, quer sejam escritores, designers, programadores ou músicos continuamente falham em criar regras de trabalho quando o assunto é cobrar o projeto adequadamente.</strong></p>
<p>Freqüentemente existe uma tendência de cobrar um preço abaixo do mercado; talvez pelo fato de que não têm idéia de quanto devem cobrar, talvez porque eles estão tão preocupados com adversários em potencial e acham que quanto menor o preço, melhor o preço, mas mais freqüentemente é porque eles não acertaram seu preço base, o lucro que querem ganhar em cima e o número de horas que vai demorar para completar um projeto.</p>
<p>Crie seu próprio preço-base e lucro e <strong>nunca ofereça um preço para um trabalho que seja menos do que você precisa pra sair sem prejuízo</strong>. Faça essas coisas básicas e seu preço sempre estará certo!</p>
<p><em>*Editado* &#8211; Obrigado <a target="_blank" href="http://danillonunes.net/">Danillo</a> e Rafael pelas correções.</em></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente" title="Como fazer reuniões com cliente">Como fazer reuniões com cliente</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom</link>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 15:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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Quando eu era pequeno, participei de uma peça de teatro no meu colégio. Meu papel era simples: ser um leão de circo cuja única fala era “Trabalhar de graça é fogo!”. Essa frase ainda carrego comigo na memória até hoje, e não foi até ler um outro artigo que pensei em escrever meu próprio: quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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			</a>
		</div>
<p>Quando eu era pequeno, participei de uma peça de teatro no meu colégio. Meu papel era simples: ser um leão de circo cuja única fala era “Trabalhar de graça é fogo!”. Essa frase ainda carrego comigo na memória até hoje, e não foi até ler um <a target="_blank" href="http://www2.freelanceswitch.com/freelancing-essentials/the-upside-of-working-for-free/">outro artigo</a> que pensei em escrever meu próprio: <strong>quando que trabalhar de graça pode ser bom?</strong></p>
<p><span id="more-1156"></span></p>
<p>Eu sei que sempre defendo os designers como profissionais que devem ser pagos justamente de acordo com o seu trabalho, assim como sempre condenei empresas e pessoas que querem designers trabalhando de graça. Mas de vez em quando, trabalhar de graça pode ser algo bom para sua carreira. Antes de me xingar, leia o texto por inteiro.</p>
<h2>1. Você acaba de se formar e seu portfólio está vazio</h2>
<p><span>Trabalhar de graça pode ser algo bom para sua carreira</span>Há várias organizações não-governamentais ou sem fins lucrativos que precisam espalhar sua mensagem na web, ou até mesmo precisam de alguém para criar peças gráficas. Tirando algumas horas do seu dia-a-dia para ajudar eles pode inclusive fazer sentir-se bem. Se você realmente se entregar ao projeto, pode acabar fazendo algo muito bom que pode ser incluso no seu portfólio e com isso obter novos <em>jobs</em> que pagam.</p>
<h2>2. Ações sociais melhoram sua imagem</h2>
<p>Muitas empresas sempre demonstram-se preocupadas com o bem social. Não é por menos: é uma ótima forma de publicidade, pois além de te dar uma imagem de “profissional que não trabalha apenas pelo dinheiro” a organização que recebeu o serviço ainda tem grandes chances de recomendar os seus serviços a muitas pessoas.</p>
<h2>3. Você pode experimentar</h2>
<p>Um jeito de fazer isto é de entrar em contato com empresas com sites bem padrões e previsíveis e oferecer idéias totalmente diferentes. Você pode fazer isso de graça já que muitas torcem o nariz para coisas muito diferentes. Experimente novas técnicas, novos estilos, novas combinações, etc.</p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/05/myspace.jpg" alt="myspace" title="myspace" width="540" height="372" class="alignnone size-full wp-image-1185" /></p>
<h2>4. Você tem a chance de treinar</h2>
<p>Você quer melhorar sua habilidade para criar sites em CSS? Quer testar suas técnicas de edição de imagens? Treine com projetos gratuitos! Se não der certo, tudo bem. O cliente não perdeu dinheiro e você teve a oportunidade para treinar. Pra você, “prática traz perfeição” e para o cliente “cavalo dado, não se olha os dentes”.</p>
<h2>5. Oportunidade de sair de casa</h2>
<p>Ajudar em projetos sociais não necessariamente quer dizer que você precisa ficar na frente do computador, desenvolvendo sites ou criando folders. É uma oportunidade para ajudar de verdade. Ajude a reformar uma creche, fazer sopão aos pobres, dar aulas de inclusão digital. Procure as organizações que cuidam destas coisas na sua cidade.</p>
<p>Não importa realmente o que você for fazer, o importante é espalhar seu nome por aí e de quebra melhorar sua imagem. Só não deixe as pessoas tirar vantagem de você: como todo profissional, ainda existem contas a serem pagas e empresas de telefonia, luz e água não são reconhecidos por fazerem “trabalhos de graça”. Quem sabe no futuro haverá isenção de taxas assim para quem fazer trabalhos sociais.</p>
<p>Até lá, alguns serviços gratuitos não vão te machucar e podem fazer milagres pra sua imagem.</p>
<p><strong>E você, leitor: já fez algum trabalho de graça? Para quem? Deu algum retorno mais tarde?</strong></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quanto-um-freelancer-deve-cobrar" title="Quanto um freelancer deve cobrar?">Quanto um freelancer deve cobrar?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente" title="Como fazer reuniões com cliente">Como fazer reuniões com cliente</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-nao-aceitar-um-trabalho" title="Como não aceitar um trabalho">Como não aceitar um trabalho</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Como criar um currículo</title>
		<link>http://design.blog.br/design-grafico/como-criar-um-curriculo</link>
		<comments>http://design.blog.br/design-grafico/como-criar-um-curriculo#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 May 2009 14:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[currículo]]></category>
		<category><![CDATA[designer]]></category>
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Algum tempo atrás tive alguns dos leitores me sugerir um tópico para abordar: o curriculum vitae &#8211; o famoso currículo. Neste artigo vou falar um pouco sobre o que deve (e não deve) ser inserido no documento que pode garantir um emprego para você.


Onde faço o download de modelos de currículo?
Existem vários sites na internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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			</a>
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<p>Algum tempo atrás tive alguns dos leitores me sugerir um tópico para abordar: o <em>curriculum vitae</em> &#8211; o famoso currículo. Neste artigo vou falar um pouco sobre o que deve (e não deve) ser inserido no documento que pode garantir um emprego para você.</p>
<p><span id="more-1157"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2009/12/curriculo.jpg" alt="curriculo" title="curriculo" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1179" /></p>
<h2>Onde faço o download de modelos de currículo?</h2>
<p>Existem vários sites na internet que disponibilizam currículos grátis para download. Pessoalmente, sou contra isso &#8211; pelo menos como designer, <strong>acredito que devemos inovar de vez em quando</strong>. Logicamente você não vai criar algo completamente diferente mas vai tentar fazer algo mais interessante. Coloque todas as informações necessárias no currículo mas complemente com sua identidade visual. <strong>Dê seu próprio toque ao texto. O objetivo é fazer o currículo se destacar</strong>.</p>
<p>Mas cuidado! Não vá exagerar e fazer algo difícil de entender. Sempre foque mais nas informações e na qualidade delas.</p>
<h2>Quais informações colocar no seu currículo?</h2>
<p><span class="quote">Sempre foque mais nas informações e na qualidade delas.</span>O início do currículo sempre deve ter informações básicas suas. Mas apenas as básicas! Isso inclui seu nome completo, idade, sexo, telefone, celular e e-mail. É bom sempre incluir também o seu bairro caso a empresa esteja procurando por alguém que more perto. Evite informações que são dispensáveis como número de CPF, RG e carteira de trabalho. As empresas só precisam destas quando vão contratar você. <strong>Mantenha o início curto e informativo</strong>.</p>
<p>Em seguida, chega a parte da educação. <strong>Muita gente decide colocar todo o histórico escolar nesta parte. Não faça</strong>. Se você está cursando uma faculdade, assume-se que você já passou pelo fundamental e pelo ensino médio antes. Informe apenas sobre sua educação do ensino superior pra frente. Caso já tenha se formado, coloque o nome da universidade, o curso e ano de formação. Se está fazendo pós, ou já concluíu, informe em que universidade se formou (ou está cursando), ano de término ou início (caso você não tenha terminado). O mesmo vale para mestrado, doutorado, etc.</p>
<p>Agora para o mais sensível: empregos prévios. Caso não tenha, nem inclua esse título no seu currículo &#8211; a gente remedia isso mais pra frente. Se você já trabalhou, <strong>tá na hora de selecionar o que você quer que apareça no seu currículo</strong>. O RH de um escritório de design pra onde você enviou seu currículo não vai se interessar se você trabalhou no McDonald’s e até virou funcionário do mês. O que você aprendeu lá fritando hambúrgueres não vai ajudar no seu futuro emprego como diretor de arte. Os ex-empregos que não contribuíram com seu futuro, deixe de fora.</p>
<p><span class="quote">Procure colocar suas melhores e mais importantes habilidades.</span>Habilidades, conhecimentos, prêmios, objetivos e todo o resto &#8211; esta é a parte final. Procure colocar suas melhores e mais importantes habilidades. O fato de você conseguir arrotar o alfabeto não é habilidade. Sabe programar? Fala outras línguas fluentemente? Ganhou algum prêmio na sua área? Tem carteira de motorista? Se sim, de qual classe? Possui carro próprio? Qual seu objetivo na empresa? Está lá só pra adquirir conhecimento ou tem interesse em crescer na própria empresa? Esses tipos de informações que vão fazer você se destacar dos outros candidatos. Escolha sabiamente.</p>
<h2>Um ou vários currículos?</h2>
<p>Antigamente eu possuía vários currículos com pequenas diferenças. No meu portfólio, era um geral com todos os meus dotes e especialidades. Já os currículos que eu enviava a algumas empresas eram <strong>editados para comportar minhas habilidade a uma determinada vaga</strong>. Por exemplo: quando eu enviava meu currículo a uma empresa que estava oferecendo vaga de web designer, dava maior destaque ao meu conhecimento de design e minha habilidade em programar em várias linguagens, além de falar fluentemente inglês, alemão, espanhol e francês &#8211; o que indicava que sei me virar caso encontre algum problema (por exemplo, procurando no Google sem depender de resultados apenas em português). Já se eu fosse tentar uma vaga de designer em outro escritório, iria dar mais ênfase ao meu conhecimento de novas tendências do mercado. E por aí vai.</p>
<h2>Seja criativo</h2>
<p>Já vi currículos legais onde a pessoa coloca as informações básicas em cima e o restante é tudo texto. Era o currículo de um ótimo redator, então o texto não ficou maçante e o interesse do leitor era mantido. No caso dos leitores designers daqui do <a href="http://design.blog.br">Design Blog</a>, <strong>foque na tipografia ou em elementos gráficos</strong>. Até mesmo na hora de imprimir um currículo para deixar em algum escritório, faça-o com papel diferenciado.</p>
<p><strong>Inove e seja criativo. Talvez não te garanto o emprego, mas te dará mais chances de ser notado.</strong></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/web-design/designers-nao-sao-web-designers" title="Designers não são web designers">Designers não são web designers</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/ser-designer-e" title="Ser designer é&#8230;">Ser designer é&#8230;</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/5-artigos-revistos-no-design-blog" title="5 artigos revistos no Design Blog">5 artigos revistos no Design Blog</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/musica-com-design" title="Música com design">Música com design</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Como fazer reuniões com cliente</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente</link>
		<comments>http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 May 2009 14:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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Ocasionalmente, nós designers temos que nos reunir com o cliente seja para fazer o briefing ou mostrar a solução final para o problema dele. Eis algumas dicas simples para estes momentos no qual o designer sai da toca para se encontrar com outro ser humano.


Seja breve
“Tempo é dinheiro” já dizia o poeta. Procure gastar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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<p>Ocasionalmente, nós designers temos que nos reunir com o cliente seja para fazer o briefing ou mostrar a solução final para o problema dele. Eis algumas dicas simples para estes momentos no qual o designer sai da toca para se encontrar com outro ser humano.</p>
<p><span id="more-1150"></span></p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/04/reuniao.jpg" alt="Como fazer reunião com cliente" title="Como fazer reunião com cliente" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1168" /></p>
<h2>Seja breve</h2>
<p>“Tempo é dinheiro” já dizia o poeta. Procure gastar o menos tempo possível com o cliente para o bem dele e o seu próprio. Não enrole ele com histórias sobre sua infância e tente sempre manter-se no tópico. Se ele der a possibilidade de fugir um pouco da conversa, tudo bem; isto é feito para gerar uma intimidade maior entre vocês dois. Caso o assunto seja demorado, informe seu cliente de antemão para que ele não tenha que interromper você no meio e continuar outro dia. Uma reunião ideal não passa muito de 30 minutos.</p>
<h2>Tenha tudo em ordem</h2>
<p>Antes de sair de sua toca para a reunião (seja ela feita no seu local de trabalho ou no local dele) verifique-se de que você tem tudo que você precisa: papel, caneta, esboços, contrato, etc. Faça uma lista de coisas que você precisa levar a todas suas reuniões e verifique-a antes de sair. Se for levar algo impresso, certifique-se de que o material está impresso mesmo e se a qualidade está aceitável &#8211; não há nada pior que chegar lá com um folder que você nem abriu e notar na hora que ele foi impresso incorretamente.</p>
<h2>Vista-se de acordo</h2>
<p>Nota-se como não falei “vista-se elegantemente”. Se for apresentar um logo novo para uma empresa que fabrica skates você não vai vestir terno e gravata, do mesmo jeito que não vai usar jeans rasgado e camiseta “v1d4 l0k4” para uma reunião com dono de uma multinacional. Encaixe-se com o estilo da empresa: isto vai dar a impressão de que você sabe se adaptar, que entende o ramo e que vai fazer um excelente trabalho.</p>
<h2>Seja confiante</h2>
<p>Se você sabe o que está fazendo, demonstre isto. Quando o cliente opinar em algo que você acredita que seria melhor fazer da sua maneira, não fale “<em>Isto não vai dar certo</em>”. Ofereça uma solução sem pisotear a sugestão do cliente; “<em>Seria melhor utilizar uma cor mais escura pois o fundo será claro. Entendo que a identidade visual da sua empresa seja predominantemente amarela, mas fontes com esta cor ficaríam ilegíveis. O que podemos fazer é utilizar amarelo como fundo e uma letra mais escura &#8211; talvez um cinza &#8211; que tal?</em>”. Pronto! Você demonstrou que entende do assunto e não ofendeu a sugestão do seu cliente.</p>
<h2>Explique termos técnicos</h2>
<p>Muitas vezes nós designers acabamos falando para nossos clientes que “<em>utilizamos esta fonte pois o tracking permite uma legibilidade maior sem cansar a leitura</em>”. Complemente com “<em>isto quer dizer que o espaçamento entre as letras é ideal para um texto deste tamanho</em>”. Explicando estas coisas, seu cliente não vai ficar perdido na conversa e perder o interesse pelo assunto.</p>
<h2>Escolha um bom lugar</h2>
<p>Não é raro seu cliente não ter um local apropriado para reuniões. E se você é um freelancer, provavelmente sua casa é seu escritório e trazer um cliente para uma casa toda desarrumada pode não ser muito legal. Então escolha algum lugar interessante para se reunir com ele. Pode ser em um restaurante, bar ou um café. Evite lugares muito barulhentos (por exemplo, com música ao vivo) e escolha algum lugar que seja a cara dele: bar para o dono de uma loja de skates, café para um empresário médio e um restaurante para um dono de multinacional, por exemplo. Ah, casas de strip estão fora de cogitação. A não ser que seu cliente seja dono do lugar e ele mesmo convidar.</p>
<h2>Seja você mesmo</h2>
<p>Esse é importante e é preciso tomar muito cuidado para não contradizer os outros pontos deste artigo. Sempre tente dar um toque pessoal a reunião. Frases do tipo “<em>pessoalmente, esse foi o trabalho mais gratificante que já efetuei pois precisei fazer muita pesquisa para chegar a esta solução</em>” ou simplesmente “<em>gosto da sua empresa e sei que vou gostar de fazer este job pra você</em>” traz um efeito pessoal imenso.</p>
<p><strong>O que você costuma fazer nas reuniões com seu cliente? Dê suas dicas! Comente!</strong></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quanto-um-freelancer-deve-cobrar" title="Quanto um freelancer deve cobrar?">Quanto um freelancer deve cobrar?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Defenda seu trabalho</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/defenda-seu-trabalho</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 14:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[conselho]]></category>
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Uma das coisas que noto ser algo recorrente são os profissionais deixando de defender seus trabalhos. Mesmo quando não há necessidade &#8211; por exemplo, quando o cliente milagrosamente aprova de primeira &#8211; ainda é interessante dar explicações às suas decisões.


Muitos clientes querem alterar seu trabalho. Querem que você pegue o logo, troque por uma fonte [...]]]></description>
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<p>Uma das coisas que noto ser algo recorrente são os profissionais deixando de defender seus trabalhos. Mesmo quando não há necessidade &#8211; por exemplo, quando o cliente milagrosamente aprova de primeira &#8211; ainda é interessante dar explicações às suas decisões.</p>
<p><span id="more-1067"></span></p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/02/defenda01.jpg" alt="Defenda seu trabalho!" title="Defenda seu trabalho!" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1071" /></p>
<p>Muitos clientes querem alterar seu trabalho. Querem que você pegue o logo, troque por uma fonte ao estilo &#8220;Comic Sans&#8221; e mude para um fundo roxo com letra azul. Você sabe que a &#8220;Comic Sans&#8221; serve apenas para balões de falas em quadrinhos, e que azul em fundo roxo dá pouco contraste, e por conseqüência pouca visibilidade. Quem sabe até as cores não sejam apropriadas para o ramo da empresa &#8211; se for de alimentos, ou um restaurante por exemplo. Aí que entra a <strong>importância de defender o seu trabalho</strong>.</p>
<h2>Explique sua decisões</h2>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/02/defenda02.jpg" alt="O que você criou e o que o cliente queria" title="O que você criou e o que o cliente queria" width="540" height="188" class="alignnone size-full wp-image-1072" /></p>
<p>Não diga apenas que &#8220;não fica legal&#8221;, afinal de contas beleza é apenas um conceito. <strong>Designer precisa se basear no concreto.</strong> Dê razões para explicar o que você fez. Claro, você não vai dizer isto em tom de quem está caçoando ou tentar demonstrar que você sabe mais que o cliente de uma maneira negativa. Seja positivo, mesmo que tenha que mentir um pouco:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Embora as cores azul e roxo sejam de sua preferência pessoal, de acordo com a psicologia das cores, o vermelho e amarelo estimulam o apetite por serem cores quentes. Já o azul e roxo servem como inibidores de apetite, algo que seria ruim para a imagem da sua rede de fast-food.&#8221;</em></p></blockquote>
<h2>Aplique seu conhecimento</h2>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/02/defenda03.jpg" alt="Pesquise e dê substância ao seu argumento" title="Pesquise e dê substância ao seu argumento" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1070" /></p>
<p>Tente ser firme. <strong>Aplique seu conhecimento na defesa do seu trabalho</strong>. Ache pesquisas e dê peso ao seu argumento. Você já demonstrou que roxo e azul são uma má idéia, mas seja mais concreto. Use de referência se necessário. Mostre sua pesquisa de similares e concorrentes (que você deveria ter feito antes de começar o trabalho). Se o cliente diz que ele quer inovar, mostre a ele trechos de pesquisas que são divergentes à decisão dele. No <a href="http://www.google.com">Google</a> você encontra essas respostas &#8211; só <strong>evite de utilizar o Wikipedia</strong>, que não é uma fonte de informação confiável.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;De acordo com estudos recentes [insira citação aqui], a cor azul tem sido usado bastante por nutricionistas para inibir o apetite. Como o objetivo da sua identidade visual é justamente estimular a fome, sugiro que levemos em consideração este estudo científico que é baseado em fatores sólidos do estudo da psique humana&#8221;</em></p></blockquote>
<h2>Lembre-o: o trabalho é para os clientes DELE</h2>
<p>Meu outro artigo &#8220;<a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/web-design/seu-site-nao-e-para-voce">Seu site não é para você!</a>&#8221; pode ser aplicado a qualquer trabalho gráfico. Seu cliente precisa entender que o problema a ser solucionado não é &#8220;Como agradar a pessoa que está pagando&#8221; mas sim &#8220;<strong>Como fazer com que a pessoa que está pagando obtenha um lucro maior tendo uma identidade visual mais sólida e pertinente com seu negócio</strong>&#8220;.</p>
<p>O objetivo de um designer é poder conciliar o gosto pessoal do cliente com a necessidade real dele. Muitas vezes isto não é possível e por isto é seu dever lembrá-lo de que o importante é resolver o problema da necessidade real. Mais cedo ou mais tarde, o cliente vai se acostumar com o trabalho e te agradecer por ter sido persistente. Ou não. Mas o que importa é fazer a coisa certa.</p>
<p><strong>Você defende o seu trabalho?</strong></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/web-design/seu-site-nao-e-para-voce" title="Seu site não é para você!">Seu site não é para você!</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Perguntas freqüentes sobre design</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/perguntas-frequentes-sobre-design</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/perguntas-frequentes-sobre-design#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 19:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[faq]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>
		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>

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Algum tempo atrás eu tinha feito um artigo chamado &#8220;Tudo que você precisa saber sobre design&#8220;. O sucesso foi grande. Porém, após 6 meses decidi que estava na hora de alterar ele um pouco, simplificar algumas coisas e adicionar outras.

Este artigo não só responde algumas das perguntas mais freqüentes sobre design, mas também algumas perguntas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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		</div>
<p>Algum tempo atrás eu tinha feito um artigo chamado &#8220;<a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/design/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-design">Tudo que você precisa saber sobre design</a>&#8220;. O sucesso foi grande. Porém, após 6 meses decidi que estava na hora de alterar ele um pouco, simplificar algumas coisas e adicionar outras.</p>
<p><span id="more-493"></span></p>
<p>Este artigo não só responde algumas das perguntas mais freqüentes sobre design, mas também algumas perguntas freqüentes que recebo aqui no Digital Paper. Para facilitar, as perguntas estão listadas abaixo para seu rápido acesso.</p>
<ul>
<li><a href="#o_que_e_design">O que é design gráfico?</a></li>
<li><a href="#design_vs_designer">O que é &#8220;design&#8221; e o que é &#8220;designer&#8221;?</a></li>
<li><a href="#o_que_faz">O que faz o designer gráfico?</a></li>
<li><a href="#o_que_precisa_saber">O que um designer gráfico precisa saber?</a></li>
<li><a href="#precisa_saber_desenhar">O designer precisa saber desenhar?</a></li>
<li><a href="#como_manipular_software">Preciso saber como manipular software?</a></li>
<li><a href="#web_designer">O que é um web designer?</a></li>
<li><a href="#o_que_precisa_saber_web">O que um web designer precisa saber?</a></li>
<li><a href="#desenvolvedor_web">O que é um desenvolvedor web?</a></li>
<li><a href="#micreiro">O que é um micreiro?</a></li>
<li><a href="#sou_micreiro">Eu não fiz faculdade de design, sou micreiro?</a></li>
<li><a href="#desenho_industrial">O que é desenho industrial / desenhista industrial?</a></li>
<li><a href="#logo_logotipo">O que é logo, logotipo, marca e logomarca?</a></li>
<li><a href="#identidade_visual">O que é identidade visual?</a></li>
<li><a href="#quanto_um_designer_ganha">Quanto um designer ganha?</a></li>
<li><a href="#freelancer_fixo">Ser freelancer ou ter emprego fixo?</a></li>
<li><a href="#fazer_faculdade">Vale a pena fazer faculdade de design?</a></li>
<li><a href="#fazer_faculdade_designer_melhor">Quem faz faculdade será um designer melhor?</a></li>
<li><a href="#facul_webdesign">Existe faculdade de web design?</a></li>
<li><a href="#melhor_faculdade">Qual a melhor faculdade de design na cidade X?</a></li>
<li><a href="#trabalho_na_cidade">Onde posso arranjar trabalho na minha cidade?</a></li>
<li><a href="#computador_apple">Um designer precisa ter um computador da Apple?</a></li>
<li><a href="#como_ser_rico">Como faço para ganhar muito dinheiro?</a></li>
<li><a href="#concursos_especulativos">É interessante participar de concursos?</a></li>
<li><a href="#onde_posso_aprender_mais">Onde posso aprender mais sobre Corel Draw, Photoshop, InDesign, Illustrator, etc?</a></li>
<li><a href="#download_softwares">Onde faço o download do Corel Draw, Photoshop, InDesign, Illustrator, etc?</a></li>
<li><a href="#posso_mandar_meu_trabalho">Posso mandar um trabalho que fiz para você analisar?</a></li>
<li><a href="#tutorial_design">Onde posso baixar um tutorial completo sobre web design ou design gráfico?</a></li>
<li><a href="#me_ve_um_emprego">Você pode me arranjar um emprego?</a></li>
<li><a href="#divulgar_vaga_comofas">Tenho uma vaga para divulgar, como faço?</a></li>
<li><a href="#me_linka">Você pode me linkar?</a></li>
<li><a href="#me_faz_um_tuto">Você pode fazer um tutorial sobre assunto X?</a></li>
<li><a href="#me_faz_uma_pesquisa">Preciso fazer um trabalho sobre X, você pode me ajudar?</a></li>
<li><a href="#outros">Minha dúvida não está respondida aqui. Como faço?</a></li>
</ul>
<h2><a name="o_que_e_design">O que é design gráfico?</a></h2>
<p>Design, desenho industrial, ou até programação visual (todos são quase sinônimos) é a <a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;lkout=1&amp;kw=profissao&amp;site_origem=4517209" rel="nofollow">profissão</a> que <strong>visa resolver qualquer tipo de problema usando de cores, letras e formas</strong>. Design também é <strong>transmitir uma mensagem sobre algo a um determinado público alvo</strong>. <a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/design/o-que-e-design-grafico">Leia mais: O que é design?</a></p>
<h2><a name="design_vs_designer">O que é &#8220;design&#8221; e o que é &#8220;designer&#8221;?</a></h2>
<p><span class="quote">&#8220;Design é a profissão, designer é o profissional dela&#8221;</span> Design é a profissão, designer é o profissional dela. Muita gente tem dificuldade em entender este conceito, então vamos simplificar: design = medicina, designer = médico. Ou seja, você não diz <em>&#8220;Conheço um amigo que é medicina. Ele estudou médico por 6 anos&#8221;</em>.</p>
<h2><a name="o_que_faz">O que faz o designer gráfico?</a></h2>
<p>O designer gráfico criar imagens, logos, tipografias, cartazes, cartões de visitas, retoca fotos, faz montagens, imprime trabalhos, desenvolve sites, cria banners, diagrama revistas: e impressos em geral, cria anúncios, faz animações e lê muito.</p>
<h2><a name="o_que_precisa_saber">O que um designer gráfico precisa saber?</a></h2>
<p>Um designer gráfico aprende um pouco sobre tudo: desenho em papel, diagramação, tipografia, estética, semiótica, história, teoria da cor, teoria da forma, teorias de criação, marketing, publicidade, representação, percepção, criatividade, beleza, pintura, técnicas de impressão, representação técnica, conceituação, arte, corte, vinco, tipos de papéis, acessibilidade, usabilidade, comunicação, cores especiais, HTML e CSS, edição de imagens, como aplicar questionários, como entender estatísticas, técnicas de brainstorming, funcionamento de softwares para design e o mais importante: precisa saber enxergar o mundo com a mente aberta. Em resumo, precisa saber um pouco de tudo.</p>
<h2><a name="precisa_saber_desenhar">O designer precisa saber desenhar?</a></h2>
<p>Algumas faculdades requerem um conhecimento básico em desenho na hora do vestibular. Outras, não requerem mas ensinam no primeiro ano. É importante o designer saber representar através do desenho? É. É necessário que ele seja um Rembrandt ou Leonardo da vida? Não. Noções básicas de desenho são importantes. Caso você não tenha noção alguma (ex: não sabe nem desenhar bonecos de palito), sugiro que faça um curso de desenho. Vale a pena e vai ser de grande valia no futuro.</p>
<h2><a name="como_manipular_software">Preciso saber como manipular software?</a></h2>
<p><span class="quote">&#8220;Fazer design não é saber mexer em Photoshop&#8221;</span> Têm muito designer que não é nenhum rei do Photoshop, do mesmo jeito que há muito photoshopeiro que não sabe nada sobre design. Fazer design não é saber mexer em Photoshop. Mas a resposta pra pergunta é: sim. No entanto, se você não sabe mexer muitas universidades já incluem as noções básicas de Photoshop, InDesign, Corel, Illustrator, etc em seus currículos. Porém, é sempre recomendado que o designer esteja a par das novas tecnologias e esteja sempre fuçando nos programas e procurando tutoriais na web.</p>
<h2><a name="web_designer">O que é um web designer?</a></h2>
<p>Web designer é um designer gráfico que desenvolve web sites. Não só a parte gráfica, mas como um site funciona e como o usuário final vai utilizar o site. Ou seja, isso inclui desenvolvimento em HTML e CSS, duas linguagens essenciais para qualquer web designer.</p>
<h2><a name="o_que_precisa_saber_web">O que um web designer precisa saber?</a></h2>
<p>Tudo que um designer sabe. Especialmente sobre acessibilidade, usabilidade, tipografia na web, diagramação, edição de imagens, padrões web, etiqueta web e por aí vai.</p>
<h2><a name="desenvolvedor_web">O que é um desenvolvedor web?</a></h2>
<p>É o profissional que desenvolve toda a programação de um site. Ele faz o que o web designer fez, funcionar. Existem dezenas de linguagens web que são utilizadas hoje em dia, e muitos preferem se especializar em apenas uma ou duas, devido a gigantesca quantidade de informações que cada linguagem possui.</p>
<h2><a name="micreiro">O que é um micreiro?</a></h2>
<p>Micreiro é um perjorativo. Esse ser, profundamente odiado pelo designer, não tem noção alguma sobre design. São pessoas que podem até conhecer a técnica e geralmente têm bom domínio sobre software, mas não entendem nada de teoria: seu conhecimento de tipografia, gestalt, cores é quase nulo. Quase sempre estes micreiros desenvolvem peças gráficas por um valor muito abaixo do mercado, fazendo com que a qualidade das mesmas sejam ruins.</p>
<h2><a name="sou_micreiro">Eu não fiz faculdade de design, sou micreiro?</a></h2>
<p>Depende do seu nível de conhecimento. Se você tem domínio sobre as áreas teóricas do design, passou tempo estudando sobre técnicas e jeitos de se criar, provavelmente não seja. Micreiro não é aquele que não fez faculdade, é aquele que não tem conhecimento teórico algum sobre design e no entanto entitula-se designer.</p>
<h2><a name="desenho_industrial">O que é desenho industrial / desenhista industrial?</a></h2>
<p>É a exata mesma coisa que design, só com um nome mais “abrasileirado”. No desenho industrial há as áreas de programação visual e e projeto de produto, que são respectivamente “design gráfico” e “design de produto&#8221;.</p>
<h2><a name="logo_logotipo">O que é logo, logotipo, marca e logomarca?</a></h2>
<p><span class="quote">&#8220;&#8216;Logomarca&#8217; é redundante&#8221;</span> Logo é o ícone que representa a empresa. Logotipo é o nome da empresa utilizando uma forma tipográfica (escrita). Marca é a percepção do usuário da identidade da empresa. Logomarca, na teoria não existe: se a marca é o que identifica a empresa, e logo é a representação da empresa que por sua vez é o que identifica ela, ambos são a mesma coisa. No entanto, virou um termo tão popular e tão utilizado que a briga pra tirar essa palavra do vocabulário é em vão (agradecimento aos nossos amigos publicitários por terem inventado essa palavra).</p>
<h2><a name="identidade_visual">O que é identidade visual?</a></h2>
<p>É a combinação do logo de uma empresa, suas cores institucionais e qualquer outra coisa esteja no seu manual de identidade visual. Este manual contém as instruções de como reproduzir o logo / o logotipo, em que tamanhos ele pode ser reproduzido afim de mantê-lo legível, quais são as cores que ela utiliza (em CMYK, RGB e Pantone), quais as diferentes versões em cores, quais cores de fundo ele poderá ter entre outras informações. A identidade visual da empresa é o conjunto disto tudo. Por exemplo, a identidade visual do banco Itaú têm como cores o azul, o laranja e o amarelo. Dentro de seu banco, a pessoa notará que estas cores são usadas em abundância e irá permitir facilmente o reconhecimento do local através das cores, da tipografia, etc.</p>
<h2><a name="quanto_um_designer_ganha">Quanto um designer ganha?</a></h2>
<p>Essa é a pergunta mais difícil de responder, e muitas vezes não depende do quão bom ele é. O seja, depende: depende da empresa onde ele trabalha, da cidade onde reside, do estado, o cenário da profissão na área dele, se é estagiário, formado, freelancer, etc. Do mesmo jeito que um médico pode ganhar muito, também pode ganhar pouco. Em Curitiba &#8211; PR há um mercado bem saturado de designers; em cada esquina é possível encontrar um escritório de design ou uma gráfica. Encontrar um estágio como estudante é fácil, o problema surge depois que você se forma. Já no norte (em Pernambuco por exemplo) é dificíl encontrar designers, porém o mercado requer poucos pois a população e as empresas ainda não enxergam o propósito de se ter um designer. Para saber quanto um designer ganha em sua região, o melhor seria encontrar um profissional que possa te dizer como o cenário atual dali está. <strong>Artigo relacionado no Design Blog: <a href="http://design.blog.br/freelance/quanto-um-freelancer-deve-cobrar">Freelancer, quanto cobrar?</a></strong></p>
<h2><a name="freelancer_fixo">Ser freelancer ou ter emprego fixo?</a></h2>
<p>Muito designer decide ser freelancer (profissional autônomo) para ganhar mais. Alguns destes ganham mais, outros não. O bom de ser freelancer é que você não gasta dinheiro com impostos (na teoria), você define seu próprio salário, não precisa responder a ninguém exceto ao cliente, têm horários flexíveis, etc. Em contra-partida, o freelancer não têm carteira assinada e não pode se aposentar, não têm renda comprovada e pode passar por um período de “seca”: aquele mês onde você não consegue nenhum cliente novo e suas contas a serem pagas começam a atrasar. Então depende muito de como você quer trabalhar. Freelancing funciona para alguns, não funciona para outros. O jeito, é testar ambos e ver qual que lhe cai melhor.&nbsp;<strong></strong></p>
<h2><a name="fazer_faculdade">Vale a pena fazer faculdade de design?</a></h2>
<p><span class="quote">&#8220;Existe algumas coisas que você não aprende em livros &#8220;</span> Sim. Claro, existe algumas faculdades ruins por aí. O jeito é conhecer alunos destas faculdades e perguntar como são as aulas, como são os professores e como é a infra-estrutura. Existe algumas coisas que você simplesmente não aprende em livros ou em posts de blogs sobre design. Experiências reais de professores que atuam no mercado é uma destas coisas: é sempre bom saber como que o profissional vai lidar com determinado problema na vida real. Sem dúvida, existe muita coisa que você não vai poder aplicar na vida real devido a velocidade em que corre o mercado do design. Mas é sempre bom saber, pois se você acabar encontrando-se preso em algum lugar saberá como se safar usando uma técnica que requer mais tempo porém fará com que o trabalho seja feito. Pessoalmente, sou 100% a favor do ensino de design em faculdades. Afinal de contas, você pode facilmente aprender a construir casas através de apostilas na internet e livros: mas isso faz de você um engenheiro civil? Você contrataria uma pessoa que nunca fez uma faculdade de engenharia civil para construir a sua casa? Pense nisto.</p>
<h2><a name="fazer_faculdade_designer_melhor">Quem faz faculdade será um designer melhor?</a></h2>
<p>Não. É a contra-partida de qualquer curso: haverá sempre aquele aluno que não está na faculdade para aprender, que não se esforça, que acredita que é o professor que precisa ensiná-lo como ser um designer bom. Entendam: quem faz a faculdade é o aluno, não o contrário! Sempre haverá aquele designer formado, com diploma em universidade federal de respeito, porém que é um designer medíocre. Não adianta fazer faculdade sem se esforçar, pois há muitos designers não-formados no mercado que estudam, se esforçam e não precisam de um diploma para dizer que são competentes: utilizam seu portfólio.</p>
<h2><a name="facul_webdesign">Existe faculdade de web design?</a></h2>
<p>Sim, existem faculdades de desenvolvimento web e design para web em algumas universidades. Também existem cursos técnicos em web design, que geralmente engloba alguns princípios básicos do design, web design e um programação HTML. Pessoalmente, nunca fiz nenhum destes cursos, então não tenho como dizer se você aprende coisas novas lá. Muita gente aconselha a fazer uma faculdade de design gráfico e depois (ou durante) fazer um curso de programação HTML para saber como montar um site. Mas isto vai de cada um.</p>
<h2><a name="melhor_faculdade">Qual a melhor faculdade de design na cidade X?</a></h2>
<p>Existem muitas faculdades boas no Brasil e muitas ruins. O melhor jeito de descobrir é através do Orkut, acessando as comunidades de design (ou desenho industrial) das faculdades na sua região e perguntar aos membros destas comunidades como que é a infra-estrutura, como que são os professores e como é o curso em geral. Só assim para se ter uma melhor idéia da faculdade que você pretende cursar. E para não deixar dúvidas aos leitores, eu realmente não sei responder essa pergunta pois conheço apenas as faculdades da minha região.</p>
<h2><a name="trabalho_na_cidade">Onde posso arranjar trabalho na minha cidade?</a></h2>
<p><span class="quote">&#8220;(Para conseguir um emprego,) seja criativo!&#8221;</span> Primeiramente, crie um portfólio: seja online ou seja impresso. Se você nunca fez nenhum serviço real, inclua trabalhos acadêmicos. Inclua sempre apenas aquilo que você gostou do que fez, esqueça os seus trabalhos “medianos” e “ruins”. Depois utilize o Google para procurar por “escritório de design + nome da sua cidade”. Em seguida, é só enviar o endereço do seu portfólio online ou enviar o seu portfólio (e currículo) via correio (ou deixar lá pessoalmente) e esperar. Se você tiver bons trabalhos e se mostrar competente, quem sabe o dono do escritório não te chame. Existem outras maneiras de se conseguir emprego na área, mas aí vai da criatividade de cada um. Seja criativo!</p>
<h2><a name="computador_apple">Um designer precisa ter um computador da Apple?</a></h2>
<p>Não. Computadores da Apple (como o MacBook Pro ou Mini Mac) são bonitos, têm bom gerenciamento de memória em relação a programas de edição visual (Photoshop, Illustrator, etc) e muitas outras qualidades. Mas um designer não precisa ter um Mac. Ajuda, sem dúvida, mas não é essencial.</p>
<h2><a name="como_ser_rico">Como faço para ganhar muito dinheiro?</a></h2>
<p>Prostitua-se. Falando sério: se eu soubesse como ganhar muito dinheiro no design, eu lançaria um livro com o título &#8220;Como ganhar muito dinheiro&#8221;, venderia 50.000 unidades a R$ 100,00 cada e dentro do livro estaria escrito &#8220;Escreva um livro e venda-o&#8221;. Não existe fórmula para isto, então parem de perguntar.</p>
<h2><a name="concursos_especulativos">É interessante participar de concursos?</a></h2>
<p>Não, e vou explicar por quê: de acordo com o capítulo III, Artigo 12º do Código de Ética Profissional do Designer Gráfico da <a href="http://digitalpaperweb.com.br/goto.php?side=http://www.adg.org.br/">Associação dos Designers Gráficos</a> (ADG): “O Designer Gráfico não deve, sozinho ou em concorrência, participar de projetos especulativos, pelo qual só receberá o pagamento se o projeto vier a ser aprovado”. Pense neste exemplo: você é engenheiro civil e um cliente entra em contato com você e pede para que você construa uma casa para ele. Ele não diz onde, nem quantos quartos, nem nada. Só diz “Construa!”. Mas você não é o único: outros cinco engenheiros foram contactados e estão fazendo o mesmo. No final, o cliente vai escolher uma das casas e pagar por apenas esta. Você, que gastou dinheiro com mão de obra e materiais vai ficar no prejuízo. Mas e se você fosse muito muito muito bom e fizesse a melhor casa de todas, você ainda corre o risco de não ganhar e sabe por quê? Porque o cliente nunca falou quantos quartos queria, se queria uma casa grande, pequena, com piscina ou sem, etc. Não houve o “briefing”, então por melhor que tenha sido talvez não caiba nas necessidades do cliente. Os “concursos” são predatórios e trazem prejuízos ao mundo gráfico, então deveremos resistir e não participar!&nbsp;<strong><a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/5a-edicao/um-basta-a-especulacao"></a></strong></p>
<h2><a name="onde_posso_aprender_mais">Onde posso aprender mais sobre Corel Draw, Photoshop, InDesign, Illustrator, etc?</a></h2>
<p>Atualmente, o Digital Paper fornece algumas <a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/category/videotutoriais">vídeo-aulas</a>. Se você tem uma necessidade gigantesca de aprender determinada coisa, não espere que alguém te ensine: corra atrás. O <a href="http://google.com">Google</a> existe por um bom motivo, use-o!</p>
<h2><a name="download_softwares">Onde faço o download do Corel Draw, Photoshop, InDesign, Illustrator, etc?</a></h2>
<p>Você pode acessar o site oficial do Photoshop, Corel, InDesign ou Illustrator e fazer o download das versões de teste dos programas. Estas versões funcionam por 30 dias e depois requerem que você compre o produto original (cada um custa de US$ 500 pra cima). Existem alternativas gratuitas para estes programas, como o Gimp ou o Inkscape. <strong>Não forneço versões crackeadas ou keys para os programas pagos, não insista.</strong></p>
<h2><a name="posso_mandar_meu_trabalho">Posso mandar um trabalho que fiz para você analisar?</a></h2>
<p>Não. Desculpe, mas o volume de e-mails aumentou ridicularmente nos últimos mêses. Simplesmente não dá para responder a todos e muito menos analisar trabalhos. Minha dica: poste em fóruns como o da <a href="http://www.webly.com.br">Webly</a> nas seções adequadas e receba opinião de outras pessoas.</p>
<h2><a name="tutorial_design">Onde posso baixar um tutorial completo sobre web design ou design gráfico?</a></h2>
<p>Resposta rápida: no mesmo lugar onde você pode descobrir o sentido da vida, do universo e de tudo. Como design gráfico é um curso profissionalizante de 4 anos (em média), o que faz você pensar que existe um “tutorial” de “como ser um designer”? Não existe tal coisa, pois se em 4 anos já é difícil aprender o suficiente para ser um bom designer, em dois dias é impossível aprender um décimo do necessário para se tornar designer. <strong>Não insista: não existe um tutorial ensinando &#8220;como ser designer&#8221;.</strong></p>
<h2><a name="me_ve_um_emprego">Você pode me arranjar um emprego?</a></h2>
<p>Não. No entanto, fique de olho aqui no Digital Paper pois ás vezes coloco ofertas de vagas. Mas não adianta me mandar seu currículo: este site não é uma empresa e não contratamos ninguém.</p>
<h2><a name="divulgar_vaga_comofas">Tenho uma vaga para divulgar, como faço?</a></h2>
<p>Entre em contato comigo pelo e-mail eu.canha arroba gmail.com. Existe um valor simbólico para anunciar no site, e em 90% dos casos a vaga é preenchida em até 48 horas por leitores do Digital Paper. Então veja isto como um investimento ;)</p>
<h2><a name="me_linka">Você pode me linkar?</a></h2>
<p>Depende. Se seu site for do interesse dos leitores do Digital Paper, tiver um design agradável, conteúdo relevante, etc, talvez eu linke.</p>
<h2><a name="me_faz_um_tuto">Você pode fazer um tutorial sobre assunto X?</a></h2>
<p>Talvez. Não faço tutoriais por encomenda e não dou aulas virtuais individuais. Entendam que eu gosto de compartilhar o conhecimento, e infelizmente não me sobra muito tempo durante o dia para me dedicar a escrever mais artigos pro Digital Paper então não me leve a mal caso aquele artigo que você pediu nunca seja publicado.</p>
<h2><a name="me_faz_uma_pesquisa">Preciso fazer um trabalho sobre X, você pode me ajudar?</a></h2>
<p>Não. O conteúdo que está aqui, está aqui. Se não estiver, está em outro lugar. Eu não faço trabalhos escolares para ninguém, pois se você quiser ser um <a href="#micreiro">profissional medíocre</a>, não estudar, não correr atrás de livros pra ler, sites para visitar, pessoas com quem conversar, o problema é seu. <strong>Não faço trabalhos escolares para terceiros, não insista.</strong> Logo, parem de pedir.</p>
<h2><a name="outros">Minha dúvida não está respondida aqui. Como faço?</a></h2>
<p>Entre em <a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/contato">contato</a> comigo. Se eu achar a dúvida interessante, até coloco nesta lista. Se eu não souber responder, farei uma pesquisa e na medida do possível irei escrever algo coerente.</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/10-maneiras-de-como-se-tornar-um-bom-designer" title="10 maneiras de como se tornar um bom designer">10 maneiras de como se tornar um bom designer</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/5-dicas-de-design-que-se-aprende-com-a-apple" title="5 dicas de design que se aprende com a Apple">5 dicas de design que se aprende com a Apple</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/logo-do-underground-de-londres" title="Logo do Underground de Londres">Logo do Underground de Londres</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/quatro-principios-basicos-do-design" title="Quatro princípios básicos do design">Quatro princípios básicos do design</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/como-desenvolver-uma-identidade-corporativa" title="Como desenvolver uma identidade corporativa">Como desenvolver uma identidade corporativa</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://design.blog.br/geral/perguntas-frequentes-sobre-design/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
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		<title>Os cinco erros mais comuns de freelancers masculinos</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/os-cinco-erros-mais-comuns-de-freelancers-masculinos</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 21:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>

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Este artigo é uma tradução do artigo de mesmo nome no site Freelance Switch, que fala sobre os cinco erros mais comuns que os homens que trabalham em casa (ou seja, freelancers) cometem. Vale tanto para freelancers de design, programação, desenvolvimento ou floricultura.

Recomendo a leitura, pois afinal de contas, após uma breve análise notei que [...]]]></description>
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<p>Este artigo é uma tradução do <a href="http://freelanceswitch.com/working/the-five-most-common-mistakes-of-male-freelancers/">artigo de mesmo nome no site Freelance Switch</a>, que fala sobre os cinco erros mais comuns que os homens que trabalham em casa (ou seja, freelancers) cometem. Vale tanto para freelancers de design, programação, desenvolvimento ou floricultura.</p>
<p><span id="more-439"></span></p>
<p>Recomendo a leitura, pois afinal de contas, após uma breve análise notei que este artigo é muito bom em dizer a verdade (exceto pela parte de não tomar banho, tomo todo dia *cheirosinho*).</p>
<h2>1. Sua mesa não é sua casa</h2>
<p>&#8220;Vocês homens,&#8221; minha mulher uma vez falou, enquanto eu me escravizava em um trabalho tarde de noite, &#8220;estão tão suscetíveis ao workaholism*&#8221;.</p>
<p>Não há dúvidas de que mulheres fazem isto também, mas para cada workaholic do sexo feminino que encontrei houve pelo menos cinco outros caras passando a noite em branco. Mulheres são melhores nesta coisa que chamamos de &#8220;ter limites racionais&#8221;.</p>
<p>Aquela depressão na sua cadeira? Ela não deveria estar aí. Só porque você trabalha em casa não quer dizer que você precisa verificar seu e-mail cinco minutos depois de acordar, ou ficar acordado até a meia-noite porque seus clientes em outros países estão apenas acordando. O e-mail existe por uma razão.</p>
<p>Evite permanecer mais de oito horas ao dia na sua mesa, a não ser que você esteja com um prazo apertado a cumprir. Se você está trabalhando mais de um ou dois dias longos por semana por causa de trabalhos apertados, está na hora de aumentar o seu preço e tirar vantagem da demanda crescente.</p>
<p>Cinco dias e meio por semana é um bom teto de tempo de trabalho, e pausas frequentes &#8211; longe da sua mesa &#8211; devem ser tomadas durante o dia. Àqueles trabalhando sete dias por semana, doze horas ao dia: isto não está te ajudando. Você será mais produtivo se trabalhar oito horas ao dia, cinco dias por semana. Eu garanto!</p>
<h2>2. Freelancing não é desculpa para má higiene</h2>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2008/06/freelancing.jpg" alt="Freelancers, cuidem-se!" title="freelancing" width="168" height="291" align="right" style="padding-left:10px; padding-bottom:10px;" /> Um dia você vai acabar tendo um cliente passando na sua casa sem avisar para conferir como o projeto está andando. Isto chama-se karma, pois a natureza está tão ofendida com o seu cheiro que ela está te dando um toque de despertar.</p>
<p>Você não deve apenas evitar de verificar seu e-mail assim que acordar, você deve também evitar de trabalhar antes de tomar um banho. Nenhum prazo pode estar tão ruim assim.</p>
<h2>3. Counter-Strike não é uma atividade cobrável</h2>
<p>É importante que você faça pausas, mas assim como devem ser tomadas longe da tela, elas não devem durar horas e mais horas. Nós homens sabemos como é tentador provar nossa masculinidade, chutando traseiros de terroristas em &#8220;apenas mais um round&#8221;. Então se você escolhe o jogo (ou web-surfing) como método de relaxamento durante sua pausa, tenha o ser-humano mais próximo de você lhe dar um tapa na nuca para que você volte ao trabalho após um tempo pré-determinado.</p>
<h2>4. Não deixe o ego destruir um bom trabalho</h2>
<p>Homens têm egos. Ás vezes os homens deixam seu ego dominar seus relacionamentos, seu trabalho e eventualmente, sua reputação. Uma coisa é se auto-promover e construir uma boa marca. Outra coisa é ser reconhecido como o cara que precisa tirar sua cabeça das nuvens e colocá-la novamente no seu devido lugar.</p>
<h2>5. Siga estes conselhos</h2>
<p>Embora este post tenha sido escrito para o benefício de homens freelancers, existem também as mulheres que sofrem dos mesmos problemas. Leia este artigo novamente atentamente e ponha em prática estes conselhos (e talvez então, tome um banho).</p>
<p><em>* N. do T. &#8211; Workaholic é a denominação dada á pessoas que trabalham mais do que deveriam, ou áqueles que gostam de ter muita parte do seu tempo preenchido por trabalho.</em></p>
<p>*Editado* &#8211; &#8220;E quais os cinco erros mais comuns das freelancers do sexo <em>feminino</em>?&#8221;. Isso a Claudia Regina <a href="http://www.claudiaregina.com/mulherdesign/200806/os-5-erros-mais-comuns-cometidos-por-freelancers-do-sexo-feminino">prontificou-se a responder no Mulher Design</a>. Dá uma lida lá.</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/freelance-vs-emprego-fixo" title="Freelance vs Emprego fixo">Freelance vs Emprego fixo</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://design.blog.br/freelance/os-cinco-erros-mais-comuns-de-freelancers-masculinos/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
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		<title>Como evitar o cliente que não paga?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 14:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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Acontece mais do que o esperado: você faz um trabalho pro cliente, ele gosta, você envia todo o material e espera o pagamento e nada. O que fazer nestas horas? Como evitar estes problemas?

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<p>Acontece mais do que o esperado: você faz um trabalho pro cliente, ele gosta, você envia todo o material e espera o pagamento e nada. O que fazer nestas horas? Como evitar estes problemas?</p>
<p><span id="more-193"></span></p>
<p>Certa vez, algum tempo atrás, fechei um contrato com um cliente de desenvolver um site e mantê-lo por 12 mêses. Iria receber um salário fixo por isso. Nada mau. <a href="http://digitalpaperweb.com.br">Comecei</a> a desenvolver o site, mostrava, o cliente queria modificações, modificava, mostrava, mais modificações, mostrava, mais modificações. Tudo bem, estava ganhando por mês. Até que certo mês o pagamento atrasou. Atrasou uma semana, duas, três, um mês inteiro. Resultado? Parei de trabalhar. Comecei a cobrar, e o cliente me dá essa pérola: &#8220;você só trabalha por dinheiro, é?&#8221;. Oras, que pergunta digno de uma anta. Claro! Eu tenho contas a pagar, tenho que me sustentar. Não posso trabalhar de graça, tal como qualquer outra pessoa. No final, rolou uma briga e o site foi cancelado. Ele jogou dinheiro fora, eu joguei tempo fora. Nenhum de nós ganhou nada com isso, mas ele insistia &#8220;ah, mas pelo menos você recebeu dinheiro! Eu não ganhei absolutamente nada com isso!&#8221;. Claro que não ganhou! Mas eu também perdi com isso. Tive que desistir de outros clientes em potencial pois não tinha tempo. Perdi bons clientes e não ganhei o suficiente, resultado: saldo negativo.</p>
<p>Mas como evitar esse tipo de inconveniente? Oras, é muito simples! <strong>O primeiro passo a se tomar é a criação de um contrato</strong>. O contrato precisa ter tudo escrito, desde o que você vai fazer e o que você não vai fazer. É preciso dizer como que vai ser feito e pra quando que vai ser feito. <strong>Um ponto importantíssimo é constar que, se por algum motivo o projeto demorar mais tempo (por exemplo, o cliente pedir alterações vez após vez), o contrato precisa ser re-escrito e o valor do trabalho precisa ser redefinido.</strong></p>
<p>Não é incomum no mundo de desenvolvimento web, por exemplo, que você se ofereça a hospedar o site do cliente em um host de sua preferência. Mas surge um gigante problema com isso: se o host der problema, o cliente vai vir atrás de você. Um jeito de solucionar isto, é falar pro cliente que ele que precisa arranjar um jeito de hospedar a página. Se ele não souber como, diga que você o fará mas que a responsabilidade do up-time e do funcionamento online da página é inteiramente do host. E por isso é importante o contrato: você vai escrever isso lá! Assim, se por algum motivo o servidor ir por água abaixo você estará protegido; não é problema seu. Afinal de contas, você não quer o cliente ligando no domingo de manhã reclamando que o site dele está fora do ar (acredite, isto acontece com muita frequência quando o cliente insiste em pegar um servidor gratuíto). Acontece também de pessoas plagiarem textos, colocando-as como texto próprio especialmente os artigos aqui do Digital Paper &#8211; mas isso é outra história.</p>
<p>Outra maneira de evitar que você não receba seu pagamento, é <strong>sempre pedir um valor de entrada</strong>. Eu custumo cobrar 25% de entrada para projetos maiores (acima de R$ 1.000,00), e 50% para projetos menores que custem menos de mil doletas. Você cobra o valor de entrada, faz o serviço, mostra o que foi feito, recebe a aprovação, recebe o dinheiro restante e só depois entrega o projeto pronto com toda a documentação.</p>
<p><i>&#8220;Mas <a href="http://digitalpaperweb.com.br">Canha</a>, o cliente não confia em mim. Ele quer que eu faça tudo, envie o material para ele e depois eu recebo o pagamento&#8221;</i>. Fique de olho nestes clientes! Procure saber se ele é honesto antes de fazer isto. Existem pessoas que passam por cima de quem precisam pra conseguir as coisas de graça. Se o cliente não consegue confiar no contrato (assinado por você, por ele e por duas testemunhas em três vias), o assunto complica. Muitas vezes, o cliente vai ter dinheiro para contratar um advogado caso você tente passar a perna nele. Mas se ele fizer isso com você, convenhamos que a vida de freelancer não é das melhores e contratar um advogado para meter um processo no cliente vai lhe custar muito mais tempo e dinheiro. De qualquer maneira, o cliente mesmo com um contrato não confia em você? Procure outro cliente.</p>
<p><strong>Me passaram a perna: fiz um trabalho, entreguei e não fui pago. E agora?</strong> Existem maneiras de resolver isto, algumas não muito éticas. Quando eu faço um site, me ofereço pra hospedá-lo. Eu só entrego a senha da hospedagem depois de receber o pagamento final. Se o cliente não pagar, tiro o site do ar e redireciono a URL para meu portfólio. E quanto ao desenvolvimento de um logo, por exemplo? Aí que complica.</p>
<p>Se você já entregou tudo nas mãos do cliente, insista por pelo menos mais um mês para que ele te pague o que deve. Ele não têm dinheiro? Que devolva o logo então, ou qualquer coisa que você tenha enviado. Depois do primeiro mês sem receber nada, passe a ligar todo dia no segundo mês. Não seja hostil, pois isso só gera um atrito entre você e o cliente e é capaz dele não pagar mesmo. Depois do segundo mês, procure enviar um pedido escrito junto com uma cópia do contrato destacando a parte sobre o pagamento, de preferência por carta registrada assim ele têm que aceitar. Três mêses e nada? Diga que ele têm até 15 dias para pagar, senão você processa ele. Quinze dias e nada? Veja com um advogado como fazer para botar mais pressão. Faça de tudo para que você <strong>não tenha que processar seu cliente</strong>. Por quê? Oras, a justiça brasileira não é famosa pela rapidez nem pelo baixo-custo. Provávelmente, você estará gastando mais dinheiro no processo do que estaria ganhando em primeiro lugar.</p>
<p>Resumindo:</p>
<ul>
<li>Tente conhecer o cliente antes de começar a trabalhar com ele. Saiba se ele já passou por problemas antes. Se existe muita coisa ruim sobre ele, é recomendável ficar de olho ou perguntar cara-a-cara o que houve (lembre-se: uma história têm sempre dois lados!).</li>
<li>Escreva sempre um contrato detalhando tudo: o que você vai fazer, o que você <strong>não</strong> vai fazer, como que será feito, pra quando que será feito, qual o valor, etc.</li>
<li>No contrato, coloque que o valor e o prazo de entrega do projeto pode ser alterado caso fatores que não são previstos no contrato influenciem (por exemplo, alterações demais).</li>
<li>Peça um valor de entrada e conste isto no contrato. Um valor de 50% do total do projeto é geralmente o suficiente. Fale com seu cliente antes e negocie este valor.</li>
<li>No contrato é necessário constar nome, endereço, CPF e RG de ambos vocês.</li>
<li>Faça três vias &#8211; duas pra você e uma pra ele. Peça para ele conferir e assinar todas as vias. É interessante colocar mais duas testemunhas (geralmente, só o nome e CPF delas bastam, e pode ser escrito manualmente no contrato), e tê-las assinarem.</li>
<li>É interessante &#8211; caso você não emita nota-fiscal &#8211; emitir um recibo de profissional autônomo (RPA). Coloque seu nome, endereço, CPF, RG, diga que você reconhece que recebeu o valor de R$ X na data Y, tenha-o em duas vias e peça pra o cliente assinar ambas e ficar com uma.</li>
<li>Ao entregar o projeto final, certifique-se de que você está recebendo o pagamento no ato. Se possível, prepare um contrato de conclusão de prestação de serviço, onde você vai dizer o que foi feito, o que foi entregue e o que pode ser usado pelo cliente, além de informar que o pagamento final foi efetuado. O cliente não pode pagar na hora da entrega? Bom, informe-o que você entregará o projeto assim que ele puder.</li>
<li>Caso o cliente não pague, faça uma pressão. Se continuar não pagando, entre em contato com um advogado para ver o que pode ser feito.</li>
<li>Lembre ao seu cliente uma regra do marketing: &#8220;para cada pessoa infeliz com um serviço ou produto, ela comunicará a pelo menos 9 outras pessoas sobre sua insatisfação&#8221;. Como você estará infeliz com o serviço do seu cliente (no caso, a falta de pagamento dele), você têm toda a liberdade para informar a outras pessoas sobre seu problema. Mas cuidado! Você não quer ser processado por difamação de caráter. Então fale bem dele: &#8220;ótimo cliente, prestativo, atencioso, mas não paga pelos serviços contratados&#8221;. Funciona! Eles se mordem por dentro.</li>
</ul>
<p>Lembre-se sempre de jogar limpo. Seja honesto com seu cliente e consigo mesmo.</p>
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