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	<title>Design.Blog.br &#187; Freelance</title>
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	<description>Blog de design gráfico, web design, design de produto e universo freelancer</description>
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		<title>Pausas no trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 12:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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Freelancers são, em maioria, bichos esquizofrênicos. Em um dado momento, estão eufóricos e trabalhando como se estivessem alucinados. De repente, bate uma depressão e ficam chorando pelos cantos dizendo que não estão trabalhando o suficiente. Existe um jeito de curar isto: pausa.


Por mais que pareça ser um absurdo, às vezes é necessário dar um tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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<p>Freelancers são, em maioria, bichos esquizofrênicos. Em um dado momento, estão eufóricos e trabalhando como se estivessem alucinados. De repente, bate uma depressão e ficam chorando pelos cantos dizendo que não estão trabalhando o suficiente. Existe um jeito de curar isto: pausa.</p>
<p><span id="more-1967"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1968" title="pausa" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/pausa.jpg" alt="" width="540" height="362" /></p>
<p>Por mais que pareça ser um absurdo, às vezes é necessário dar um tempo do trabalho. Ainda mais quando se trabalha nas áreas criativas. Esses dias atrás, em uma terça-feira de tarde, eu e minha noiva fomos ao cinema. Em pleno dia de semana a tarde! Pode parecer irresponsabilidade, ainda mais quando há trabalho a ser feito. Mas é um &#8220;mal&#8221; necessário. Ainda mais, essa liberdade de horários é uma das melhores coisas na vida de um freelancer.</p>
<p>Essas pausas não precisam ser planejadas (&#8220;<em>Opa! São 14:23 agora! Hora de descansar por 20 segundinhos</em>&#8220;). Podem ser espontâneas. E muitas vezes, DEVEM ser espontâneas. Isto é por um simples motivo: quebra de rotina.</p>
<p>Vou repetir: <strong>essa liberdade de horários é umas das melhores coisas na vida de um freelancer</strong>. O tempo &#8220;gasto&#8221; com essas pausas pode beneficiar você a longo prazo; uma pessoa descansada vai render muito mais. Perca duas horas vendo um filminho, mas ganhe cinco horas de motivação e bem-estar.</p>
<div id="attachment_1969" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://elitecriativa.files.wordpress.com/2007/05/cinema.jpg"><img class="size-full wp-image-1969" title="Cinema" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/01/pausa-filme.jpg" alt="" width="540" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Pausa para um cineminha quarta de tarde? Por que não?</p></div>
<p>Outra dica importante: freelancing não é desculpa para má higiene. Um dia você vai acabar tendo um cliente passando na sua casa sem avisar para conferir como o projeto está andando. Isto chama-se karma, pois a natureza está tão ofendida com o seu cheiro que ela está te dando um toque de despertar. Você não deve apenas evitar de verificar seu e-mail assim que acordar, você deve também evitar trabalhar antes de tomar um banho e cuidar de sua higiene pessoal. Nenhum prazo pode estar tão ruim assim.</p>
<p>Deu vontade de jogar algum joguinho no computador, jogue. Mas o ideal mesmo é sair um pouco do seu escritório, até da sua casa. Eu sei que aquela coisa amarela lá no meio daquela coisa azul grande no céu pode parecer ameaçadora, mas ela faz bem. Eu juro!</p>
<p>Mas se mesmo assim você escolhe o jogo (ou <em>web-surfing</em>) como método de relaxamento durante sua pausa, tenha o ser-humano mais próximo de você lhe dar um tapa na nuca para que você volte ao trabalho após um tempo pré-determinado. Nada pior do que usar frases do tipo &#8220;<em>só mais um round</em>&#8221; ou &#8220;<em>eu paro de jogar daqui a 10 minutos exatos</em>&#8221; e notar, sete horas depois, que você perdeu boa parte do seu tempo naquilo.</p>
<p><strong>Saia de casa, respire ar fresco, faça alguma atividade física.</strong> E lembre-se de respeitar seus finais de semana. Fim de semana é para descansar. Sinto vontade de bater nos freelancers que conheço que insistem em trabalhar aos finais de semana.</p>
<blockquote><p>Este artigo faz parte do livro &#8220;Freelancer &#8211; O Guia Completo&#8221; que será lançado em breve aqui no Design Blog.</p></blockquote>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quanto-um-freelancer-deve-cobrar" title="Quanto um freelancer deve cobrar?">Quanto um freelancer deve cobrar?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente" title="Como fazer reuniões com cliente">Como fazer reuniões com cliente</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Imprevistos: diminuíndo os estragos</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 10:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
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Imprevistos acontecem todos os dias. Doenças, acidentes, cortes de luz, e por aí vai. São fatores assim que podem atrasar um job de um freelancer. Recentemente uma gripe me derrubou e me deixou de cama dois dias (notaram a falta de posts?). Resultado: trabalho acumulado. Mas como que podemos diminuir os estragos nestas horas? Prevenindo-se [...]]]></description>
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<p>Imprevistos acontecem todos os dias. Doenças, acidentes, cortes de luz, e por aí vai. São fatores assim que podem atrasar um job de um freelancer. Recentemente uma gripe me derrubou e me deixou de cama dois dias (notaram a falta de posts?). Resultado: trabalho acumulado. Mas como que podemos diminuir os estragos nestas horas? Prevenindo-se com algumas dicas!</p>
<p><span id="more-1313"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/imprevistos.jpg" alt="imprevistos" title="imprevistos" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1321" /></p>
<h2>Esteja ciente que pode acontecer</h2>
<p>Como falei, imprevistos acontecem todos os dias. E como são imprevistos, não há como detectá-los com antecedência. O primeiro passo para a prevenção é a consciência do que pode acontecer. Por exemplo, um ente querido está hospitalizado. Você sabe que talvez tenha que visitá-lo, e isto pode complicar ainda mais sua vida se esta pessoa está em outra cidade ou país. Ou até uma virose anda à solta e há chances de você contraí-la. Sabendo que há chances de algo acontecer já é parte do caminho andado.</p>
<h2>Faça planos alternativos</h2>
<p><span class="quote">Se algo pode dar errado, com certeza dará</span>Se você sabe que algo pode dar errado, lembre-se da Lei de Murphy: &#8220;Se algo pode dar errado, com certeza dará. E acontecerá na pior hora de forma a fazer o maior estrago possível&#8221;. Por isso, sempre tenha em mãos um &#8220;plano B&#8221;. Seu plano pode incluir desmarcar algum outro compromisso para terminar seu job a tempo, ou até mesmo repassar o trabalho a algum colega freelancer para que ele termine. Não importa qual o plano, o importante é que seja um plano que é independente de imprevistos que podem acontecer com você.</p>
<h2>Saiba em quem confiar</h2>
<p>Antes de você repassar um job a um outro freelancer, saiba antes se você pode confiar nele. Pessoalmente, conheço vários freelancers que poderiam me ajudar caso eu não pudesse trabalhar (inclusive, estou casando com <a href="http://www.dicasdefotografia.com.br">uma</a>) e se estiver todo mundo ocupado, conheci várias outras via <a href="http://www.twitter.com/canha">Twitter</a> que estão sempre dispostas a ajudar. A última coisa que você precisa que aconteça é delegar um job a um outro freelancer e ver o projeto desandar. Pois aí você terá outro problema: um cliente reclamando no seu ouvido.</p>
<h2>Explique ao seus clientes &#8211; seja transparente</h2>
<p>Na medida do possível, informe ao seu cliente o que está acontecendo. Claro que existem alguns problemas pessoais que não queremos discutir, então um simples &#8220;problemas pessoais&#8221; já basta. Procure sempre dar alguma nova estimativa de prazo, caso o projeto vá atrasar. Não vá dar um prazo muito pequeno também! Seja realista, afinal de contas nada mais chato que um projeto ser adiado vez após vez. Caso o atraso desagrade o cliente, procure utilizar seu plano B.</p>
<h2>Se necessário, forneça algum tipo de recompensa</h2>
<p>Nos projetos que atrasei esta semana, oferecemos enviar alguns buttons a nossos clientes do <a href="http://www.xcakeblogs.com.br">xCakeBlogs</a> pelo atraso gerado. Uma outra alternativa é fornecer um desconto no serviço, ou um prazo maior para fazer um pagamento. Qualquer coisinha vale a pena para deixar o cliente feliz e lembrá-lo que ele é importante para você.</p>
<p><strong>Quais são os seus planos para quando algo dá errado? O que você faz?</strong></p>
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		<title>Quanto um freelancer deve cobrar?</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 15:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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Um dos primeiros artigos que escrevi no Digital Paper (a dois anos atrás) foi “Trabalho Freelance: Quanto cobrar?“. Estava na hora de atualizar ele e colocar mais algumas informações para responder a pergunta que todo freelancer se faz uma vez na vida: quanto devo cobrar pelo meu serviço?


Defina seu preço-base
Pra começar, você precisa definir sua [...]]]></description>
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		</div>
<p>Um dos primeiros artigos que escrevi no Digital Paper (a dois anos atrás) foi “<a target="_blank" href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/1/trabalho-freelance-quanto-cobrar">Trabalho Freelance: Quanto cobrar?</a>“. Estava na hora de atualizar ele e colocar mais algumas informações para responder a pergunta que todo freelancer se faz uma vez na vida: <strong>quanto devo cobrar pelo meu serviço</strong>?</p>
<p><span id="more-1159"></span></p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/04/quantocobrar.jpg" alt="Quanto cobrar por um serviço?" title="Quanto cobrar por um serviço?" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1187" /></p>
<h2>Defina seu preço-base</h2>
<p>Pra começar, você precisa definir sua base de ganhos por hora. Qual o mínimo de dinheiro que você precisa pra cobrar pra cobrir suas despesas sem fazer lucro em cima? Isso é o que chamamos de <strong>preço-base</strong>.</p>
<p>Assim que você estabelecer uma base e começar a entender quer receber um centavo a menos seria ruim (um projeto de prejuízo) vai ficar mais fácil de determinar quanto de lucro você quer fazer. Logo, isso vai fornecer um seguro viável para seus projetos e pode ajudar a colocar um preço no seu trabalho no mercado competitivo atual.</p>
<p>Definir o preço-base requer um pouco de matemática básica e um pouco de adivinhação. <strong>Quanto você precisa pra sobreviver um mês?</strong> Divida isto pelo tanto de tempo que você trabalha e você terá seu preço-base.</p>
<p>Por exemplo, vamos supor que você tenha R$ 1.000 em contas todos mês &#8211; aluguel, água, luz, telefone e comida. Vou assumir que você trabalhe todo dia útil, das 9 da manhã até 6 da tarde, tirando uma hora de almoço. No total, seria 8 horas de trabalho por dia. Multiplicando por 5 dias na semana e quatro semanas por mês, temos um total de 160 horas de trabalho mensais. Para que você sobreviva, você precisa ganhar pelo menos R$ 6,25 a hora.</p>
<h2>Defina seu lucro</h2>
<p><span class="quote">Lucro é o que sobra depois de todas as contas terem sido pagas.</span>Lucro é o que sobra depois de todas as contas terem sido pagas. Se você cobrar seu preço-base a seus clientes, nunca terá lucro; todo mês, você terá suas contas pagas mas não sobrará nenhum dinheiro extra. Então como fazer para ter uma grana afim de investir em equipamento melhor ou aquela tão sonhada viagem ao Paraguay pra comprar muamba?</p>
<p>O lucro você vai inserir no seu preço-base na hora de cobrar do cliente. Aqui você tem duas opções: ter um lucro absurdo (ou seja, seu valor por hora vai lá em cima), no entanto você terá menos clientes ou diminuir seu lucro e nunca ter trabalho faltando. O ideal é achar um meio-termo: seu lucro é o suficiente para te incentivar a continuar trabalhando mas não tão pouco que você acabe trabalhando em 10 projetos por vez e fazendo todos eles com qualidade inferior.</p>
<p><strong>Mas como se define o lucro?</strong> Lucro é o prêmio adicional pelo seu trabalho que contribuiu com o crescimento do negócio ou empresa do seu cliente. Se seu trabalho é diferente do de outros profissionais, se você tem aquele diferencial que mais ninguém tem, você pode obter um lucro maior por causa da exclusividade. Por exemplo, se seu atendimento ao cliente é excelente, você trabalha mais rápido que seus concorrentes ou qualquer outro diferencial, seu lucro poderá ser maior. E é aqui que entra a parte de adivinhação.</p>
<p>Quanto vale seu diferencial? Quanto você <strong>honestamente</strong> acha que seu trabalho vale? Dez porcento em cima do seu preço-base? Vinte? Cem? Duzentos? Aqui vai de você. Mas cuidado com sua escolha!</p>
<p>Seguindo nosso exemplo, vamos dizer que o lucro é de 100% do preço-base porque o serviço é excelente e você faz algo que nenhum outro profissional faz. De R$ 6,25 a hora, você passou a cobrar R$ 12,50. No fim do mês, seu ganho será de R$ 2.000 e o lucro será R$ 1.000.</p>
<h2>Defina a duração do projeto</h2>
<p>Essa é a variável final da equação, e a mais difícil também. <strong>Primeiro, você precisa saber exatamente o que seu cliente quer. E aí que entra a necessidade do briefing</strong>. Com isso em mãos, é necessário que você <em>conheça-te a ti mesmo.</em> Quanto tempo demora para você fazer um site parecido com o que o seu cliente quer? Quatro dias? Quatro semanas? </p>
<p>O briefing não serve apenas para medir quanto tempo você acha que vai precisar, mas também para ficar de olho no que pode ser feito, como pode ser feito e como estabelecer regras para que seu cliente não decida mudar tudo na última hora. Um briefing deve estabelecer claramente o que o cliente quer. <strong>Assim, você pode definir quanto vai cobrar pelo que está escrito no documento</strong>. Se o cliente decidir mudar algo ou pede por algo extra que não está incluso no documento, então o freelancer têm todo o direito de cobrar a mais pelo trabalho extra.</p>
<p>No nosso exemplo, vamos assumir que você vá precisar de pelo menos 20 dias para fazer o projeto daquele cliente. Ou seja, 160 horas.</p>
<p>Agora temos seu valor-base, sua porcentagem de lucro e o número de horas que vai demorar para finalizar um projeto. Está na hora da…</p>
<h2>A Fórmula Mágica</h2>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/05/formulamagica.jpg" alt="Fórmula Mágica" title="Fórmula Mágica" width="540" height="238" class="alignnone size-full wp-image-1188" /></p>
<p>Seguindo nosso exemplo, trabalhando por R$ 6,25 a hora, lucrando 100%, você estaria cobrando R$ 12,50 a hora. Multiplique pelo número de horas estimada (160) e pronto! O valor a ser cobrado é R$ 2.000.</p>
<p>Mas, peraí. Esse cálculo é óbvio, não é? Não. <strong>Muitos freelancers lá fora, quer sejam escritores, designers, programadores ou músicos continuamente falham em criar regras de trabalho quando o assunto é cobrar o projeto adequadamente.</strong></p>
<p>Freqüentemente existe uma tendência de cobrar um preço abaixo do mercado; talvez pelo fato de que não têm idéia de quanto devem cobrar, talvez porque eles estão tão preocupados com adversários em potencial e acham que quanto menor o preço, melhor o preço, mas mais freqüentemente é porque eles não acertaram seu preço base, o lucro que querem ganhar em cima e o número de horas que vai demorar para completar um projeto.</p>
<p>Crie seu próprio preço-base e lucro e <strong>nunca ofereça um preço para um trabalho que seja menos do que você precisa pra sair sem prejuízo</strong>. Faça essas coisas básicas e seu preço sempre estará certo!</p>
<p><em>*Editado* &#8211; Obrigado <a target="_blank" href="http://danillonunes.net/">Danillo</a> e Rafael pelas correções.</em></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente" title="Como fazer reuniões com cliente">Como fazer reuniões com cliente</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom</link>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 15:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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Quando eu era pequeno, participei de uma peça de teatro no meu colégio. Meu papel era simples: ser um leão de circo cuja única fala era “Trabalhar de graça é fogo!”. Essa frase ainda carrego comigo na memória até hoje, e não foi até ler um outro artigo que pensei em escrever meu próprio: quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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			</a>
		</div>
<p>Quando eu era pequeno, participei de uma peça de teatro no meu colégio. Meu papel era simples: ser um leão de circo cuja única fala era “Trabalhar de graça é fogo!”. Essa frase ainda carrego comigo na memória até hoje, e não foi até ler um <a target="_blank" href="http://www2.freelanceswitch.com/freelancing-essentials/the-upside-of-working-for-free/">outro artigo</a> que pensei em escrever meu próprio: <strong>quando que trabalhar de graça pode ser bom?</strong></p>
<p><span id="more-1156"></span></p>
<p>Eu sei que sempre defendo os designers como profissionais que devem ser pagos justamente de acordo com o seu trabalho, assim como sempre condenei empresas e pessoas que querem designers trabalhando de graça. Mas de vez em quando, trabalhar de graça pode ser algo bom para sua carreira. Antes de me xingar, leia o texto por inteiro.</p>
<h2>1. Você acaba de se formar e seu portfólio está vazio</h2>
<p><span>Trabalhar de graça pode ser algo bom para sua carreira</span>Há várias organizações não-governamentais ou sem fins lucrativos que precisam espalhar sua mensagem na web, ou até mesmo precisam de alguém para criar peças gráficas. Tirando algumas horas do seu dia-a-dia para ajudar eles pode inclusive fazer sentir-se bem. Se você realmente se entregar ao projeto, pode acabar fazendo algo muito bom que pode ser incluso no seu portfólio e com isso obter novos <em>jobs</em> que pagam.</p>
<h2>2. Ações sociais melhoram sua imagem</h2>
<p>Muitas empresas sempre demonstram-se preocupadas com o bem social. Não é por menos: é uma ótima forma de publicidade, pois além de te dar uma imagem de “profissional que não trabalha apenas pelo dinheiro” a organização que recebeu o serviço ainda tem grandes chances de recomendar os seus serviços a muitas pessoas.</p>
<h2>3. Você pode experimentar</h2>
<p>Um jeito de fazer isto é de entrar em contato com empresas com sites bem padrões e previsíveis e oferecer idéias totalmente diferentes. Você pode fazer isso de graça já que muitas torcem o nariz para coisas muito diferentes. Experimente novas técnicas, novos estilos, novas combinações, etc.</p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/05/myspace.jpg" alt="myspace" title="myspace" width="540" height="372" class="alignnone size-full wp-image-1185" /></p>
<h2>4. Você tem a chance de treinar</h2>
<p>Você quer melhorar sua habilidade para criar sites em CSS? Quer testar suas técnicas de edição de imagens? Treine com projetos gratuitos! Se não der certo, tudo bem. O cliente não perdeu dinheiro e você teve a oportunidade para treinar. Pra você, “prática traz perfeição” e para o cliente “cavalo dado, não se olha os dentes”.</p>
<h2>5. Oportunidade de sair de casa</h2>
<p>Ajudar em projetos sociais não necessariamente quer dizer que você precisa ficar na frente do computador, desenvolvendo sites ou criando folders. É uma oportunidade para ajudar de verdade. Ajude a reformar uma creche, fazer sopão aos pobres, dar aulas de inclusão digital. Procure as organizações que cuidam destas coisas na sua cidade.</p>
<p>Não importa realmente o que você for fazer, o importante é espalhar seu nome por aí e de quebra melhorar sua imagem. Só não deixe as pessoas tirar vantagem de você: como todo profissional, ainda existem contas a serem pagas e empresas de telefonia, luz e água não são reconhecidos por fazerem “trabalhos de graça”. Quem sabe no futuro haverá isenção de taxas assim para quem fazer trabalhos sociais.</p>
<p>Até lá, alguns serviços gratuitos não vão te machucar e podem fazer milagres pra sua imagem.</p>
<p><strong>E você, leitor: já fez algum trabalho de graça? Para quem? Deu algum retorno mais tarde?</strong></p>
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		<title>Como fazer reuniões com cliente</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 14:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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Ocasionalmente, nós designers temos que nos reunir com o cliente seja para fazer o briefing ou mostrar a solução final para o problema dele. Eis algumas dicas simples para estes momentos no qual o designer sai da toca para se encontrar com outro ser humano.


Seja breve
“Tempo é dinheiro” já dizia o poeta. Procure gastar o [...]]]></description>
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		</div>
<p>Ocasionalmente, nós designers temos que nos reunir com o cliente seja para fazer o briefing ou mostrar a solução final para o problema dele. Eis algumas dicas simples para estes momentos no qual o designer sai da toca para se encontrar com outro ser humano.</p>
<p><span id="more-1150"></span></p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2009/04/reuniao.jpg" alt="Como fazer reunião com cliente" title="Como fazer reunião com cliente" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-1168" /></p>
<h2>Seja breve</h2>
<p>“Tempo é dinheiro” já dizia o poeta. Procure gastar o menos tempo possível com o cliente para o bem dele e o seu próprio. Não enrole ele com histórias sobre sua infância e tente sempre manter-se no tópico. Se ele der a possibilidade de fugir um pouco da conversa, tudo bem; isto é feito para gerar uma intimidade maior entre vocês dois. Caso o assunto seja demorado, informe seu cliente de antemão para que ele não tenha que interromper você no meio e continuar outro dia. Uma reunião ideal não passa muito de 30 minutos.</p>
<h2>Tenha tudo em ordem</h2>
<p>Antes de sair de sua toca para a reunião (seja ela feita no seu local de trabalho ou no local dele) verifique-se de que você tem tudo que você precisa: papel, caneta, esboços, contrato, etc. Faça uma lista de coisas que você precisa levar a todas suas reuniões e verifique-a antes de sair. Se for levar algo impresso, certifique-se de que o material está impresso mesmo e se a qualidade está aceitável &#8211; não há nada pior que chegar lá com um folder que você nem abriu e notar na hora que ele foi impresso incorretamente.</p>
<h2>Vista-se de acordo</h2>
<p>Nota-se como não falei “vista-se elegantemente”. Se for apresentar um logo novo para uma empresa que fabrica skates você não vai vestir terno e gravata, do mesmo jeito que não vai usar jeans rasgado e camiseta “v1d4 l0k4” para uma reunião com dono de uma multinacional. Encaixe-se com o estilo da empresa: isto vai dar a impressão de que você sabe se adaptar, que entende o ramo e que vai fazer um excelente trabalho.</p>
<h2>Seja confiante</h2>
<p>Se você sabe o que está fazendo, demonstre isto. Quando o cliente opinar em algo que você acredita que seria melhor fazer da sua maneira, não fale “<em>Isto não vai dar certo</em>”. Ofereça uma solução sem pisotear a sugestão do cliente; “<em>Seria melhor utilizar uma cor mais escura pois o fundo será claro. Entendo que a identidade visual da sua empresa seja predominantemente amarela, mas fontes com esta cor ficaríam ilegíveis. O que podemos fazer é utilizar amarelo como fundo e uma letra mais escura &#8211; talvez um cinza &#8211; que tal?</em>”. Pronto! Você demonstrou que entende do assunto e não ofendeu a sugestão do seu cliente.</p>
<h2>Explique termos técnicos</h2>
<p>Muitas vezes nós designers acabamos falando para nossos clientes que “<em>utilizamos esta fonte pois o tracking permite uma legibilidade maior sem cansar a leitura</em>”. Complemente com “<em>isto quer dizer que o espaçamento entre as letras é ideal para um texto deste tamanho</em>”. Explicando estas coisas, seu cliente não vai ficar perdido na conversa e perder o interesse pelo assunto.</p>
<h2>Escolha um bom lugar</h2>
<p>Não é raro seu cliente não ter um local apropriado para reuniões. E se você é um freelancer, provavelmente sua casa é seu escritório e trazer um cliente para uma casa toda desarrumada pode não ser muito legal. Então escolha algum lugar interessante para se reunir com ele. Pode ser em um restaurante, bar ou um café. Evite lugares muito barulhentos (por exemplo, com música ao vivo) e escolha algum lugar que seja a cara dele: bar para o dono de uma loja de skates, café para um empresário médio e um restaurante para um dono de multinacional, por exemplo. Ah, casas de strip estão fora de cogitação. A não ser que seu cliente seja dono do lugar e ele mesmo convidar.</p>
<h2>Seja você mesmo</h2>
<p>Esse é importante e é preciso tomar muito cuidado para não contradizer os outros pontos deste artigo. Sempre tente dar um toque pessoal a reunião. Frases do tipo “<em>pessoalmente, esse foi o trabalho mais gratificante que já efetuei pois precisei fazer muita pesquisa para chegar a esta solução</em>” ou simplesmente “<em>gosto da sua empresa e sei que vou gostar de fazer este job pra você</em>” traz um efeito pessoal imenso.</p>
<p><strong>O que você costuma fazer nas reuniões com seu cliente? Dê suas dicas! Comente!</strong></p>
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		<title>Como não aceitar um trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 17:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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Desde que abandonei meu trabalho para viver de freelancing, proposta de emprego não faltou. Propostas de jobs (os &#8220;trabalhos&#8221; que um freelancer recebe) também não foram poucos. mas como não aceitar um trabalho sem perder oportunidades futuras com este cliente? Como não aceitar um job por qualquer motivo que seja?

É perfeitamente normal recebermos uma proposta [...]]]></description>
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<p>Desde que abandonei meu trabalho para viver de freelancing, proposta de emprego não faltou. Propostas de <em>jobs</em> (os &#8220;trabalhos&#8221; que um freelancer recebe) também não foram poucos. mas como não aceitar um trabalho sem perder oportunidades futuras com este cliente? Como não aceitar um job por qualquer motivo que seja?</p>
<p><span id="more-748"></span></p>
<p>É perfeitamente normal recebermos uma proposta cujo gasto seja maior que o lucro, ou cujo cronograma atrapalharia outros projetos nossos. Muitas vezes vejo gente respondendo ao cliente (ou empregador) de modo que queime a ponte de contato entre eles &#8211; como por exemplo &#8220;<em>Olá, você está oferecendo muito pouco. Ninguém de respeito faria isso por esse valor. Passar bem</em>&#8220;. Burrice.</p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2008/10/comoterminar.jpg" alt="" title="Como não aceitar um trabalho" style="border:0px;" /></p>
<p>Baseado em algumas experiências próprias, dicas de colegas e leituras em outros sites, aí vai algumas dicas básicas de como não aceitar algo, de forma graciosa. Vale não só para designers, mas para qualquer outro tipo de profissão.</p>
<h2>Agradeça</h2>
<p>Existem centenas de concorrentes lá fora. Se alguém procurou você mesmo que seja amigo seu, agradeça. Afinal de contas, aquele &#8220;sobrinho&#8221; do cliente poderia ter sido a primeira escolha mas por algum motivo chamaram você. Seja humilde o suficiente para ver que alguém reconheceu você como um bom profissional da sua área: agradeça.</p>
<h2>Explique</h2>
<p><span class="quote">Não vá queimar a ponte!</span> Cuidado com a honestidade: existem coisas que seu cliente não precisa saber. Se você estiver com falta de tempo, diga. Se suas mãos estão atadas com outros projetos, explique sem muitos detalhes. Mas se o cliente estiver com um limite de orçamento baixo demais para a quantidade de trabalho que ele quer feito, ou tem má fama na praça (caloteiro, &#8220;cliente cabeça-dura&#8221;, etc), arranje outra desculpa. Não vá queimar a ponte!</p>
<h2>Repasse</h2>
<p>Se você conhecer outras pessoas que possam fazer o trabalho ou que estão procurando por esse emprego, pergunte ao cliente se você pode repassar para esta outra pessoa. Mas tome alguns cuidados:</p>
<p>1) <strong>Não repasse para alguém que não irá dar conta do serviço</strong>. Já vi acontecer de um trabalho ser repassado e a pessoa não ter cumprido sua parte. Aí o pepino cai em você, por ter indicado alguém incompetente. Repasse apenas para pessoas de sua confiança.</p>
<p>2) <strong>Repasse e tire o seu da reta</strong>. Esse negócio de passar apenas o trabalho, e não o cliente não dá certo. Muita gente faz isso para poder tirar uma porcentagem do trabalho sem fazer nada, apenas repassando as informações do cliente para a pessoa que está executando o trabalho e vice-versa. Se algo der errado nesse processo, seu nome é que vai ficar sujo.</p>
<p>3) <strong>Não repasse o cliente sujo</strong>. Se ele é aquele típico que não paga em dia, faz você gastar mais tempo se estressando do que trabalhando ou simplesmente aquele típico cliente que &#8220;não vale a pena&#8221;, pule esta parte. Afinal de contas, é sacanagem com seu amigo, né?</p>
<h2>Agradeça de novo</h2>
<p>Termine o e-mail (ou qualquer forma de contato que você esteja utilizando) com um agradecimento por ter escolhido você. Algo do gênero: &#8220;<em>Mesmo assim, agradeço por ter me indicado ao trabalho. Espero que em um futuro próximo possamos trabalhar juntos</em>&#8220;. É a maneira profissional de terminar um e-mail com um smile :)</p>
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		<title>Freelance vs Emprego fixo</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/freelance-vs-emprego-fixo</link>
		<comments>http://design.blog.br/freelance/freelance-vs-emprego-fixo#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 10:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[discussão]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>

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Muitos de nós questionamos essa prática: será que o freelancing faz bem ao mercado? Será que atrasa o desenvolvimento do design no Brasil? Vamos analisar os pontos positivos e negativos da vida do freelancer.

O que é freelancing? É quando o designer (ou webdesigner, ou programador, etc) presta serviços como profissional autônomo. Ou seja, é dono [...]]]></description>
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		</div>
<p>Muitos de nós questionamos essa prática: será que o freelancing faz bem ao mercado? Será que atrasa o desenvolvimento do design no Brasil? Vamos analisar os pontos positivos e negativos da vida do freelancer.</p>
<p><span id="more-156"></span></p>
<p><strong>O que é freelancing?</strong> É quando o designer (ou webdesigner, ou programador, etc) presta serviços como profissional autônomo. Ou seja, é dono do seu próprio nariz.</p>
<h2>Pontos positivos:</h2>
<p>- <strong>Freelancer não paga imposto</strong>. Não tendo renda fixa comprovada, tecnicamente ele pode se isentar. Mas não vá direto aos comentários me chingar. Não ainda, pelo menos.</p>
<p>- <strong>Horários livres</strong>. A beleza do freelancer é que ele trabalha a hora que quiser. Não precisa acordar 6 da manhã, e trabalhar sem parar até as 6 da tarde.</p>
<p>- <strong>Corte de custo em viagens</strong>. Viagens, aos quais me refiro, são as comutas da sua casa até o local de trabalho. Isso levando em consideração que muitos designers trabalham em casa.</p>
<p>- <strong>Não têm dor de cabeça ao ter seu próprio escritório</strong>. Meu chefe passado me deu uma dica preciosa certa vez: &#8220;Se for abrir um escritório de design, não faça-o&#8221;. São impostos, custos de aluguel, custos de manutenção para software e hardware, empregados, impostos dos empregados, benefícios, infra-estrutura, etc.</p>
<p>- <strong>Liberdade de ir e vir</strong>. Você pode trabalhar para um cliente em um dia, e no outro estar trabalhando para seu concorrente. São raras as empresas que ditam as regras ao freelancer, geralmente este sendo o responsável por formular um contrato &#8211; e que tipo de pessoa que não formularia um contrato que visa beneficiar a si próprio?</p>
<p>- <strong>Você define seu salário</strong>. Não há nada melhor do que poder ir gradativamente aumentando seu custo de hora para filtrar os clientes, especialmente quando você vive ocupado. E não pagando imposto, você fica com 100% do seu dinheiro.</p>
<p>- <strong>Não é necessário gastar tempo correndo atrás de emprego</strong>. Estou assumindo que você têm clientes já, e que conseguir outros não será difícil devido a sua gama de contatos. Acho que é mais fácil conseguir clientes do que conseguir emprego hoje em dia.</p>
<h2>Pontos negativos:</h2>
<p>- <strong>Freelancer não paga imposto</strong>. É, isso também é um ponto negativo. Por quê? Oras, pagando o imposto você ajuda a sua cidade, seu estado e seu país a crescerem. Ok, talvez você acredite que já paga imposto demais em produtos do dia-a-dia. Mas veja bem, imposto [teoréticamente] serve para beneficiar a nós mesmos. Além disso, o governo ao ver que têm muito designer por aí pagando imposto, quem sabe se não decidem regulamentar de vez nossa profissão?</p>
<p>- <strong>Local inadequado ao trabalho</strong>. Muitos têm a auto-disciplina necessária, como um quarto especialmente pro trabalho em sua casa, onde o freelancer pode passar o dia e não ser incomodado por nenhum outro membro da família, mas a grande maioria ainda têm um computador dentro de seu próprio quarto e têm a família pestanejando no seu ouvido coisas do tipo &#8220;por que você não arranja um emprego?&#8221;.</p>
<p>- <strong>Não têm benefícios</strong>. Imagine se você acaba quebrando sua mão? Sendo freelancer, você não têm direito a benefícios que uma empresa e o governo podem te oferecer. Ok, se você tiver seguro é uma preocupação a menos. Mas e se você perder a sua mão?</p>
<p>- <strong>Não têm carteira assinada</strong>. Quem não trabalhou com carteira assinada não pode recolher o dinheiro do benefício de aposentado. Talvez você não se preocupe com isso agora, mas nunca se sabe o que o futuro pode oferecer.</p>
<p>- <strong>Não têm renda comprovada</strong>. Sem renda comprovada, você não pode alugar uma casa ou até mesmo financiar um veículo (na maioria dos casos).</p>
<p>- <strong>Você pode ficar um tempo sem dinheiro</strong>. Enquanto que um emprego fixo significa salário fixo, um trabalho freelancer diz logo o contrário. Não é raro aparecer aquele mês onde não aparece um cliente sequer. E lá vai você, suar para conseguir pagar todas as contas e sobreviver até o próximo cliente aparecer.</p>
<p>- <strong>Você estimula outros a seguirem os seus passos. Isso inclui micreiros</strong>. Fato: designer concorre com um monte de gente despreparada que acreditam que ao saber como mexer no Photoshop já sabe design. Ao virar freelancer, você acaba concorrendo diretamente com esse tipo de gente. Por quê? Oras, cliente de freelancer nem sempre está interessado no produto final, e sim no custo que terá no seu bolso. Micreiro não gastou dinheiro com faculdade, não gastou dinheiro com toneladas de livros, não gastou dinheiro fazendo testes, criando projetos, etc. Ou seja, cada centavo ganho é um centavo ganho.</p>
<p>A discussão vai mais longe que isso, sem dúvida. Freelancing têm seus pontos fortes e fracos, tal como um emprego também têm. Vai de cada um escolher o que quer fazer. Não apoio nem condeno nenhum dos dois tipos. Admito, sou freelancer agora. Mas quero ter um emprego fixo bom, em um escritório legal, pra trabalhar diretamente com outras pessoas.</p>
<p><strong>Que tipo de vida mais te agrada? Freelancer ou empregado fixo? Por quê?</strong></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quanto-um-freelancer-deve-cobrar" title="Quanto um freelancer deve cobrar?">Quanto um freelancer deve cobrar?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-fazer-reunioes-com-cliente" title="Como fazer reuniões com cliente">Como fazer reuniões com cliente</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Freelancing: por onde começar?</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/freelancing-por-onde-comecar</link>
		<comments>http://design.blog.br/freelance/freelancing-por-onde-comecar#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 14:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[freelancer]]></category>

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Um dos leitores aqui do Digital Paper (o André) me fez uma pergunta interessante: &#8220;por onde que começo no mundo freelancer?&#8221;. Pensei um pouco e já me inspirei para um artigo.

O mundo freelancer na área de design está bem saturada, sem dúvida. Mas há bons e maus profissionais. Vou supor que você seja um dos [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p>Um dos leitores aqui do Digital Paper (o André) me fez uma pergunta interessante: <em>&#8220;por onde que começo no mundo freelancer?&#8221;</em>. Pensei um pouco e já me inspirei para um artigo.</p>
<p><span id="more-151"></span></p>
<p>O mundo freelancer na área de design está bem saturada, sem dúvida. Mas há bons e maus profissionais. Vou supor que você seja um dos bons, que sabe de design, que estuda design e que produz bom design. Vou também supor que você seja novo no mercado de trabalho, e escolheu logo a vida de freelancer por não conseguir um emprego em um escritório de design. Bom, eis as <strong>4 coisas que você precisa saber sobre a vida freelancer</strong>:</p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2007/11/freelance.jpg" border="0" alt="Freelancer: vida instável" align="left" /> 1) <strong>É uma vida instável</strong>. Um mês você pode estar trabalhando feito condenado, no próximo você pode estar mendigando por trabalho. Isso é perfeitamente normal. Por isso, <strong>sempre </strong>guarde uns 10%-25% do que você ganhar em uma poupança para aquele mês onde o trabalho é escasso e as contas são muitas.</p>
<p>2) <strong>Se conseguir um cliente, mantenha-o</strong>. No mundo do marketing, custa cinco vezes mais adquirir um cliente novo do que manter um já existente. Você precisa ter paciência e boa educação com seus clientes novos, além de puxar o saco. Um cliente chato que paga bem, ainda é um cliente que paga bem.</p>
<p>3) <strong>Clientes que pagam pouco trazem prejuízos</strong>. Se você trabalha 10 horas por um cliente que te paga o equivalente a trabalhar por 5 horas, arranje uma desculpa e livre-se dele ou suba seu preço. Trabalhar de mais e ganhar de menos traz sérios prejuízos.</p>
<p>4) <strong>Corra atrás</strong>. O freelancer é o profissional que mais corre atrás das coisas, especialmente de clientes. Você que vai ter que ir em eventos, entregar seu cartão a quem parece estar interessado, correr atrás de clientes com um mau design e convencer ele de contratar você como um novo designer. Acredite: seu mês vai ser dividido em dois: metade para fazer os trabalhos, a outra metade para correr atrás de novos trabalhos.</p>
<p>Agora que você sabe como é a vida de freelancer, é hora de começar a trabalhar. Mas por onde começar? O que você precisa ter? Aonde procurar por trabalho?</p>
<p><strong>Tenha um portfólio</strong>. Seja um arquivo .pdf, um blog, um página de Flickr ou DeviantArt. Qualquer lugar onde você possa hospedar seus trabalhos. Não adianta você ser o melhor do mundo se você não demonstra que é.</p>
<p><strong>Tenha contatos.</strong> Contatos são a coisa mais valiosa no mundo hoje em dia. Se você conhece alguém que conhece outro que precisa de uma peça gráfica, fale com seu conhecido para arranjar um encontro. Informe a todos seus conhecidos sobre o que você faz. Eventualmente, alguém que precise de algo vai acabar sabendo de você.</p>
<p><strong>Faça-se conhecido</strong>. Participe de fóruns, blogs, grupos de discussão, eventos, etc. Faça seu nome uma marca. Não há sensação melhor do que você chegar para um futuro cliente, se apresentar e ele dizer &#8220;Conheço teu nome de algum lugar&#8230;&#8221;. Faça as pessoas lembrarem do seu nome. Seja criativo para isso.</p>
<p><strong>Entenda e faça entender o que você faz</strong>. Explique para as pessoas o que é design, diga porque você é bom nisso. Acredite que você é o mehor; as pessoas são influenciadas pelas opiniões de outras, então possivelmente eles vão acabar achando também que você é o melhor.</p>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2007/11/freelance02.jpg" border="0" alt="Networking: valioso" align="right" /> <strong>Networking é importante</strong>. Isso é quase o mesmo do que &#8220;tenha contatos&#8221;. Mas isso é ter contato com outros freelancers na sua área. Não é raro de um freelancer receber várias ofertas de trabalhos e não conseguir fazer todos, então muitas vezes ele terá que repassar o trabalho a outra pessoa. Você pode ser essa outra pessoa.</p>
<p><strong>Tenha um bom contrato</strong>. Saiba como fazer um bom contrato. Existem milhares de modelos na web, é só procurar. O contrato é o que vai garantir o seu trabalho e a honestidade do seu cliente.</p>
<p><strong>Saiba tarifar de acordo</strong>. É complicado chegar a um preço bom, mas já escrevi dois artigos sobre isso aqui: &#8220;<a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/1/trabalho-freelance-quanto-cobrar">Quanto cobrar</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/2a-edicao/trabalho-freelancer-fixo-ou-por-hora">Cobrar por hora ou cobrar valor fixo?</a>&#8220;. Leituras recomendadas.</p>
<p>Esses são os pontos importantes a se levar em conta na vida freelancer. Existem muitas outras coisas, mas você aprende isso com o tempo (errar faz parte).</p>
<p>Ah, e pra quem têm interesse em procurar por trabalhos na net, existem alguns sites que oferecem trabalhos freelancers como o <a href="http://www.freela.com.br/">Freela.com.br</a> e o <a href="http://www.freelancenow.com.br/">Freelance Now</a>. Testei o Freela.com.br e recomendo ele! Mas um porém: não é fácil conseguir trabalhos lá pois a concorrência é brava. Uma recomendação de um leitor é o <a href="http://www.ziggylance.com.br/">Ziggy Lance</a>, que parece no mesmo estilo Freela.com.br.</p>
<p><strong>Se você conhece algum site para freelancers ou outra dica, comente aí!</strong></p>
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		<title>Trabalho Freelance: Quanto cobrar?</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2007 21:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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