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	<title>Design.Blog.br &#187; emprego</title>
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	<description>Blog de design gráfico, web design, design de produto e universo freelancer</description>
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		<title>Os cinco erros mais comuns de freelancers masculinos</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/os-cinco-erros-mais-comuns-de-freelancers-masculinos</link>
		<comments>http://design.blog.br/freelance/os-cinco-erros-mais-comuns-de-freelancers-masculinos#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 21:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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Este artigo é uma tradução do artigo de mesmo nome no site Freelance Switch, que fala sobre os cinco erros mais comuns que os homens que trabalham em casa (ou seja, freelancers) cometem. Vale tanto para freelancers de design, programação, desenvolvimento ou floricultura.

Recomendo a leitura, pois afinal de contas, após uma breve análise notei que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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<p>Este artigo é uma tradução do <a href="http://freelanceswitch.com/working/the-five-most-common-mistakes-of-male-freelancers/">artigo de mesmo nome no site Freelance Switch</a>, que fala sobre os cinco erros mais comuns que os homens que trabalham em casa (ou seja, freelancers) cometem. Vale tanto para freelancers de design, programação, desenvolvimento ou floricultura.</p>
<p><span id="more-439"></span></p>
<p>Recomendo a leitura, pois afinal de contas, após uma breve análise notei que este artigo é muito bom em dizer a verdade (exceto pela parte de não tomar banho, tomo todo dia *cheirosinho*).</p>
<h2>1. Sua mesa não é sua casa</h2>
<p>&#8220;Vocês homens,&#8221; minha mulher uma vez falou, enquanto eu me escravizava em um trabalho tarde de noite, &#8220;estão tão suscetíveis ao workaholism*&#8221;.</p>
<p>Não há dúvidas de que mulheres fazem isto também, mas para cada workaholic do sexo feminino que encontrei houve pelo menos cinco outros caras passando a noite em branco. Mulheres são melhores nesta coisa que chamamos de &#8220;ter limites racionais&#8221;.</p>
<p>Aquela depressão na sua cadeira? Ela não deveria estar aí. Só porque você trabalha em casa não quer dizer que você precisa verificar seu e-mail cinco minutos depois de acordar, ou ficar acordado até a meia-noite porque seus clientes em outros países estão apenas acordando. O e-mail existe por uma razão.</p>
<p>Evite permanecer mais de oito horas ao dia na sua mesa, a não ser que você esteja com um prazo apertado a cumprir. Se você está trabalhando mais de um ou dois dias longos por semana por causa de trabalhos apertados, está na hora de aumentar o seu preço e tirar vantagem da demanda crescente.</p>
<p>Cinco dias e meio por semana é um bom teto de tempo de trabalho, e pausas frequentes &#8211; longe da sua mesa &#8211; devem ser tomadas durante o dia. Àqueles trabalhando sete dias por semana, doze horas ao dia: isto não está te ajudando. Você será mais produtivo se trabalhar oito horas ao dia, cinco dias por semana. Eu garanto!</p>
<h2>2. Freelancing não é desculpa para má higiene</h2>
<p><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2008/06/freelancing.jpg" alt="Freelancers, cuidem-se!" title="freelancing" width="168" height="291" align="right" style="padding-left:10px; padding-bottom:10px;" /> Um dia você vai acabar tendo um cliente passando na sua casa sem avisar para conferir como o projeto está andando. Isto chama-se karma, pois a natureza está tão ofendida com o seu cheiro que ela está te dando um toque de despertar.</p>
<p>Você não deve apenas evitar de verificar seu e-mail assim que acordar, você deve também evitar de trabalhar antes de tomar um banho. Nenhum prazo pode estar tão ruim assim.</p>
<h2>3. Counter-Strike não é uma atividade cobrável</h2>
<p>É importante que você faça pausas, mas assim como devem ser tomadas longe da tela, elas não devem durar horas e mais horas. Nós homens sabemos como é tentador provar nossa masculinidade, chutando traseiros de terroristas em &#8220;apenas mais um round&#8221;. Então se você escolhe o jogo (ou web-surfing) como método de relaxamento durante sua pausa, tenha o ser-humano mais próximo de você lhe dar um tapa na nuca para que você volte ao trabalho após um tempo pré-determinado.</p>
<h2>4. Não deixe o ego destruir um bom trabalho</h2>
<p>Homens têm egos. Ás vezes os homens deixam seu ego dominar seus relacionamentos, seu trabalho e eventualmente, sua reputação. Uma coisa é se auto-promover e construir uma boa marca. Outra coisa é ser reconhecido como o cara que precisa tirar sua cabeça das nuvens e colocá-la novamente no seu devido lugar.</p>
<h2>5. Siga estes conselhos</h2>
<p>Embora este post tenha sido escrito para o benefício de homens freelancers, existem também as mulheres que sofrem dos mesmos problemas. Leia este artigo novamente atentamente e ponha em prática estes conselhos (e talvez então, tome um banho).</p>
<p><em>* N. do T. &#8211; Workaholic é a denominação dada á pessoas que trabalham mais do que deveriam, ou áqueles que gostam de ter muita parte do seu tempo preenchido por trabalho.</em></p>
<p>*Editado* &#8211; &#8220;E quais os cinco erros mais comuns das freelancers do sexo <em>feminino</em>?&#8221;. Isso a Claudia Regina <a href="http://www.claudiaregina.com/mulherdesign/200806/os-5-erros-mais-comuns-cometidos-por-freelancers-do-sexo-feminino">prontificou-se a responder no Mulher Design</a>. Dá uma lida lá.</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga" title="Como evitar o cliente que não paga?">Como evitar o cliente que não paga?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/freelance-vs-emprego-fixo" title="Freelance vs Emprego fixo">Freelance vs Emprego fixo</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/pausas-no-trabalho" title="Pausas no trabalho">Pausas no trabalho</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/imprevistos-diminuindo-os-estragos" title="Imprevistos: diminuíndo os estragos">Imprevistos: diminuíndo os estragos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/freelance/quando-que-trabalhar-de-graca-pode-ser-bom" title="Quando que trabalhar de graça pode ser bom?">Quando que trabalhar de graça pode ser bom?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Vaga para Designer em Curitiba (Urgente)</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/vaga-para-designer-em-curitiba-urgente</link>
		<comments>http://design.blog.br/freelance/vaga-para-designer-em-curitiba-urgente#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 17:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Freelance]]></category>
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Vaga urgente para designer em Curitiba-PR &#8211; a empresa está precisando de alguém o quanto antes possível. Liga lá hoje ;)

Para trabalhar em período integral (segunda à sexta, e pela manhã no sábado), com benefícios (VT, VR) em empresa do ramo de fotografia.
Especificações:
- Dominar o uso de Photoshop para edição fotográfica.
- Saber o básico de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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		</div>
<p>Vaga urgente para designer em Curitiba-PR &#8211; a empresa está precisando de alguém o quanto antes possível. Liga lá hoje ;)</p>
<p><span id="more-389"></span></p>
<p>Para trabalhar em período integral (segunda à sexta, e pela manhã no sábado), com benefícios (VT, VR) em empresa do ramo de fotografia.</p>
<p>Especificações:<br />
- Dominar o uso de Photoshop para edição fotográfica.<br />
- Saber o básico de computação (Office, Impressão, gravar cd, etc)<br />
- Conhecimento de Internet<br />
- Criação / Design gráfico / Web (folders, impressos, newsletters)<br />
- Desejável: noção de fotografia (mas não é imprescindível!)</p>
<p>Falar com Fabricio ou Vera no telefone (falar que foi indicação da Claudia Regina): (41) 3014-0110</p>
<p><strong>*Edit* &#8211; Este é um artigo não relacionado com o objetivo do site. Para mais informações sobre a vaga ou para aplicar-se a vaga É NECESSÁRIO LIGAR para o número acima. Próximos comentários do tipo &#8220;eu quero esse emprego&#8221; serão ignorados a partir de agora. Saber ler e seguir instruções é obrigatório para conseguir esta vaga.</strong></p>
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		<title>Como evitar o cliente que não paga?</title>
		<link>http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga</link>
		<comments>http://design.blog.br/freelance/como-evitar-o-cliente-que-nao-paga#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 14:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Freelance]]></category>
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Acontece mais do que o esperado: você faz um trabalho pro cliente, ele gosta, você envia todo o material e espera o pagamento e nada. O que fazer nestas horas? Como evitar estes problemas?

Certa vez, algum tempo atrás, fechei um contrato com um cliente de desenvolver um site e mantê-lo por 12 mêses. Iria receber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="">
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			</a>
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<p>Acontece mais do que o esperado: você faz um trabalho pro cliente, ele gosta, você envia todo o material e espera o pagamento e nada. O que fazer nestas horas? Como evitar estes problemas?</p>
<p><span id="more-193"></span></p>
<p>Certa vez, algum tempo atrás, fechei um contrato com um cliente de desenvolver um site e mantê-lo por 12 mêses. Iria receber um salário fixo por isso. Nada mau. <a href="http://digitalpaperweb.com.br">Comecei</a> a desenvolver o site, mostrava, o cliente queria modificações, modificava, mostrava, mais modificações, mostrava, mais modificações. Tudo bem, estava ganhando por mês. Até que certo mês o pagamento atrasou. Atrasou uma semana, duas, três, um mês inteiro. Resultado? Parei de trabalhar. Comecei a cobrar, e o cliente me dá essa pérola: &#8220;você só trabalha por dinheiro, é?&#8221;. Oras, que pergunta digno de uma anta. Claro! Eu tenho contas a pagar, tenho que me sustentar. Não posso trabalhar de graça, tal como qualquer outra pessoa. No final, rolou uma briga e o site foi cancelado. Ele jogou dinheiro fora, eu joguei tempo fora. Nenhum de nós ganhou nada com isso, mas ele insistia &#8220;ah, mas pelo menos você recebeu dinheiro! Eu não ganhei absolutamente nada com isso!&#8221;. Claro que não ganhou! Mas eu também perdi com isso. Tive que desistir de outros clientes em potencial pois não tinha tempo. Perdi bons clientes e não ganhei o suficiente, resultado: saldo negativo.</p>
<p>Mas como evitar esse tipo de inconveniente? Oras, é muito simples! <strong>O primeiro passo a se tomar é a criação de um contrato</strong>. O contrato precisa ter tudo escrito, desde o que você vai fazer e o que você não vai fazer. É preciso dizer como que vai ser feito e pra quando que vai ser feito. <strong>Um ponto importantíssimo é constar que, se por algum motivo o projeto demorar mais tempo (por exemplo, o cliente pedir alterações vez após vez), o contrato precisa ser re-escrito e o valor do trabalho precisa ser redefinido.</strong></p>
<p>Não é incomum no mundo de desenvolvimento web, por exemplo, que você se ofereça a hospedar o site do cliente em um host de sua preferência. Mas surge um gigante problema com isso: se o host der problema, o cliente vai vir atrás de você. Um jeito de solucionar isto, é falar pro cliente que ele que precisa arranjar um jeito de hospedar a página. Se ele não souber como, diga que você o fará mas que a responsabilidade do up-time e do funcionamento online da página é inteiramente do host. E por isso é importante o contrato: você vai escrever isso lá! Assim, se por algum motivo o servidor ir por água abaixo você estará protegido; não é problema seu. Afinal de contas, você não quer o cliente ligando no domingo de manhã reclamando que o site dele está fora do ar (acredite, isto acontece com muita frequência quando o cliente insiste em pegar um servidor gratuíto). Acontece também de pessoas plagiarem textos, colocando-as como texto próprio especialmente os artigos aqui do Digital Paper &#8211; mas isso é outra história.</p>
<p>Outra maneira de evitar que você não receba seu pagamento, é <strong>sempre pedir um valor de entrada</strong>. Eu custumo cobrar 25% de entrada para projetos maiores (acima de R$ 1.000,00), e 50% para projetos menores que custem menos de mil doletas. Você cobra o valor de entrada, faz o serviço, mostra o que foi feito, recebe a aprovação, recebe o dinheiro restante e só depois entrega o projeto pronto com toda a documentação.</p>
<p><i>&#8220;Mas <a href="http://digitalpaperweb.com.br">Canha</a>, o cliente não confia em mim. Ele quer que eu faça tudo, envie o material para ele e depois eu recebo o pagamento&#8221;</i>. Fique de olho nestes clientes! Procure saber se ele é honesto antes de fazer isto. Existem pessoas que passam por cima de quem precisam pra conseguir as coisas de graça. Se o cliente não consegue confiar no contrato (assinado por você, por ele e por duas testemunhas em três vias), o assunto complica. Muitas vezes, o cliente vai ter dinheiro para contratar um advogado caso você tente passar a perna nele. Mas se ele fizer isso com você, convenhamos que a vida de freelancer não é das melhores e contratar um advogado para meter um processo no cliente vai lhe custar muito mais tempo e dinheiro. De qualquer maneira, o cliente mesmo com um contrato não confia em você? Procure outro cliente.</p>
<p><strong>Me passaram a perna: fiz um trabalho, entreguei e não fui pago. E agora?</strong> Existem maneiras de resolver isto, algumas não muito éticas. Quando eu faço um site, me ofereço pra hospedá-lo. Eu só entrego a senha da hospedagem depois de receber o pagamento final. Se o cliente não pagar, tiro o site do ar e redireciono a URL para meu portfólio. E quanto ao desenvolvimento de um logo, por exemplo? Aí que complica.</p>
<p>Se você já entregou tudo nas mãos do cliente, insista por pelo menos mais um mês para que ele te pague o que deve. Ele não têm dinheiro? Que devolva o logo então, ou qualquer coisa que você tenha enviado. Depois do primeiro mês sem receber nada, passe a ligar todo dia no segundo mês. Não seja hostil, pois isso só gera um atrito entre você e o cliente e é capaz dele não pagar mesmo. Depois do segundo mês, procure enviar um pedido escrito junto com uma cópia do contrato destacando a parte sobre o pagamento, de preferência por carta registrada assim ele têm que aceitar. Três mêses e nada? Diga que ele têm até 15 dias para pagar, senão você processa ele. Quinze dias e nada? Veja com um advogado como fazer para botar mais pressão. Faça de tudo para que você <strong>não tenha que processar seu cliente</strong>. Por quê? Oras, a justiça brasileira não é famosa pela rapidez nem pelo baixo-custo. Provávelmente, você estará gastando mais dinheiro no processo do que estaria ganhando em primeiro lugar.</p>
<p>Resumindo:</p>
<ul>
<li>Tente conhecer o cliente antes de começar a trabalhar com ele. Saiba se ele já passou por problemas antes. Se existe muita coisa ruim sobre ele, é recomendável ficar de olho ou perguntar cara-a-cara o que houve (lembre-se: uma história têm sempre dois lados!).</li>
<li>Escreva sempre um contrato detalhando tudo: o que você vai fazer, o que você <strong>não</strong> vai fazer, como que será feito, pra quando que será feito, qual o valor, etc.</li>
<li>No contrato, coloque que o valor e o prazo de entrega do projeto pode ser alterado caso fatores que não são previstos no contrato influenciem (por exemplo, alterações demais).</li>
<li>Peça um valor de entrada e conste isto no contrato. Um valor de 50% do total do projeto é geralmente o suficiente. Fale com seu cliente antes e negocie este valor.</li>
<li>No contrato é necessário constar nome, endereço, CPF e RG de ambos vocês.</li>
<li>Faça três vias &#8211; duas pra você e uma pra ele. Peça para ele conferir e assinar todas as vias. É interessante colocar mais duas testemunhas (geralmente, só o nome e CPF delas bastam, e pode ser escrito manualmente no contrato), e tê-las assinarem.</li>
<li>É interessante &#8211; caso você não emita nota-fiscal &#8211; emitir um recibo de profissional autônomo (RPA). Coloque seu nome, endereço, CPF, RG, diga que você reconhece que recebeu o valor de R$ X na data Y, tenha-o em duas vias e peça pra o cliente assinar ambas e ficar com uma.</li>
<li>Ao entregar o projeto final, certifique-se de que você está recebendo o pagamento no ato. Se possível, prepare um contrato de conclusão de prestação de serviço, onde você vai dizer o que foi feito, o que foi entregue e o que pode ser usado pelo cliente, além de informar que o pagamento final foi efetuado. O cliente não pode pagar na hora da entrega? Bom, informe-o que você entregará o projeto assim que ele puder.</li>
<li>Caso o cliente não pague, faça uma pressão. Se continuar não pagando, entre em contato com um advogado para ver o que pode ser feito.</li>
<li>Lembre ao seu cliente uma regra do marketing: &#8220;para cada pessoa infeliz com um serviço ou produto, ela comunicará a pelo menos 9 outras pessoas sobre sua insatisfação&#8221;. Como você estará infeliz com o serviço do seu cliente (no caso, a falta de pagamento dele), você têm toda a liberdade para informar a outras pessoas sobre seu problema. Mas cuidado! Você não quer ser processado por difamação de caráter. Então fale bem dele: &#8220;ótimo cliente, prestativo, atencioso, mas não paga pelos serviços contratados&#8221;. Funciona! Eles se mordem por dentro.</li>
</ul>
<p>Lembre-se sempre de jogar limpo. Seja honesto com seu cliente e consigo mesmo.</p>
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		<title>Plantão Design</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 20:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Freelance]]></category>
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Domingo. Seis e meia da manhã. Dia de descanço para muitos, já para outros, nem tanto. Policiais, bombeiros, médicos, eletricistas, donos de negócios&#8230;todos trabalhando. Ou de plantão, que nem eu: Doutor Designer. Mas até agora, tudo tranquílo. Pensei comigo mesmo, &#8220;vou fechar os olhos e dormir até as dez e meia&#8221;. Foi só concluir esse [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p>Domingo. Seis e meia da manhã. Dia de descanço para muitos, já para outros, nem tanto. Policiais, bombeiros, médicos, eletricistas, donos de negócios&#8230;todos trabalhando. Ou de plantão, que nem eu: Doutor Designer. Mas até agora, tudo tranquílo. Pensei comigo mesmo, &#8220;vou fechar os olhos e dormir até as dez e meia&#8221;. Foi só concluir esse pensamento com um ponto final e meu celular toca. Utilizando minha melhor voz de sono na vaga esperança de me permitirem voltar a dormir, atendi:</p>
<p><span id="more-186"></span></p>
<p>&#8220;Doutor Designer. Sim. Sim. A cor deve estar de acordo com a pré-impressão. Não, não. Preto é mais que 15%. Ciano? Por que tão tanto? Não. Não! NÃO! Espera aí, estou chegando.&#8221;</p>
<p><center><img src="http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2007/11/plantao.jpg" alt="DP apresenta: PLANTÃO DESIGN" /></center></p>
<p>Incrível o que emergências fazem com nosso corpo; fazemos tudo mais rápido, esforçando-se para ficar concentrados no que estamos fazendo, o raciocínio vai a mil. É a adrenalina fluíndo pelo corpo. Pura adrenalina.</p>
<p>Dez minutos depois (incrível como o trânsito se resume a jovens voltando da balada, dirigindo devagar no domingo de manhã), chego no escritório.</p>
<p>&#8220;O que houve!?&#8221; chego perguntando. Não há tempo para &#8220;bom dia&#8221; e outras frivolidades. É uma emergência, pelo amor de Deus.</p>
<p>&#8220;O arquivo errado foi enviado para a gráfica&#8221; responde o André, responsável pelo projeto.</p>
<p>&#8220;Coloque-o na mesa. Rápido!&#8221; digo eu. Uma análise técnica do material revela um problema maior: &#8220;está desfribilando. Outro material foi usado!&#8221;</p>
<p>&#8220;Meu Deus! E agora?! A entrega é pra amanhã!&#8221;</p>
<p>&#8220;André, não é hora para se entrar em pânico. Precisamos agir rápido.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ele está desfibrilando! Estamos perdendo consistência Doutor!&#8221;</p>
<p>&#8220;Rápido, me alcance um rolo de contact. Vamos André, não podemos perdê-lo&#8221;.</p>
<p>Precisamos concertar este problema para mostrar ao cliente amanhã, pois senão iremos perdê-lo. E nesta linha de trabalho, uma perda pode ser fatal. É fatal.</p>
<p>&#8220;Doutor, aqui.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ok. Tesoura.&#8221;</p>
<p>&#8220;Tesoura, doutor.&#8221;</p>
<p>&#8220;Segure esta ponta. Ok, lá vamos nós. AFASTAR!&#8221;</p>
<p>Incrível como 20 segundos custam a passar nessas situações. São os 20 segundos que irão definir o resto da vida deste projeto.</p>
<p>&#8220;Está aderindo, doutor. A consistência dele está voltando. Acho que conseguimos!&#8221;</p>
<p>Suor já molha minha testa. Salvamos ele. Agora, precisamos salvar o resto.</p>
<p>&#8220;André, ligue pra gráfica. Diga que este estava azul demais e que precisamos de mais para amanhã. Precisamos concertar isto. Prepare um espaço na estufa, leve este pra lá e fique de olho nele por mais uma meia-hora.&#8221;</p>
<p>&#8220;Tá certo, doutor. Onde o senhor vai?&#8221;</p>
<p>&#8220;Voltar pra casa. Meu trabalho aqui está feito. Qualquer coisa, estou de plantão.&#8221;</p>
<p>&#8220;Obrigado, Doutor Designer.&#8221;</p>
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		<title>Freelance vs Emprego fixo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 10:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[discussão]]></category>
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Muitos de nós questionamos essa prática: será que o freelancing faz bem ao mercado? Será que atrasa o desenvolvimento do design no Brasil? Vamos analisar os pontos positivos e negativos da vida do freelancer.

O que é freelancing? É quando o designer (ou webdesigner, ou programador, etc) presta serviços como profissional autônomo. Ou seja, é dono [...]]]></description>
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<p>Muitos de nós questionamos essa prática: será que o freelancing faz bem ao mercado? Será que atrasa o desenvolvimento do design no Brasil? Vamos analisar os pontos positivos e negativos da vida do freelancer.</p>
<p><span id="more-156"></span></p>
<p><strong>O que é freelancing?</strong> É quando o designer (ou webdesigner, ou programador, etc) presta serviços como profissional autônomo. Ou seja, é dono do seu próprio nariz.</p>
<h2>Pontos positivos:</h2>
<p>- <strong>Freelancer não paga imposto</strong>. Não tendo renda fixa comprovada, tecnicamente ele pode se isentar. Mas não vá direto aos comentários me chingar. Não ainda, pelo menos.</p>
<p>- <strong>Horários livres</strong>. A beleza do freelancer é que ele trabalha a hora que quiser. Não precisa acordar 6 da manhã, e trabalhar sem parar até as 6 da tarde.</p>
<p>- <strong>Corte de custo em viagens</strong>. Viagens, aos quais me refiro, são as comutas da sua casa até o local de trabalho. Isso levando em consideração que muitos designers trabalham em casa.</p>
<p>- <strong>Não têm dor de cabeça ao ter seu próprio escritório</strong>. Meu chefe passado me deu uma dica preciosa certa vez: &#8220;Se for abrir um escritório de design, não faça-o&#8221;. São impostos, custos de aluguel, custos de manutenção para software e hardware, empregados, impostos dos empregados, benefícios, infra-estrutura, etc.</p>
<p>- <strong>Liberdade de ir e vir</strong>. Você pode trabalhar para um cliente em um dia, e no outro estar trabalhando para seu concorrente. São raras as empresas que ditam as regras ao freelancer, geralmente este sendo o responsável por formular um contrato &#8211; e que tipo de pessoa que não formularia um contrato que visa beneficiar a si próprio?</p>
<p>- <strong>Você define seu salário</strong>. Não há nada melhor do que poder ir gradativamente aumentando seu custo de hora para filtrar os clientes, especialmente quando você vive ocupado. E não pagando imposto, você fica com 100% do seu dinheiro.</p>
<p>- <strong>Não é necessário gastar tempo correndo atrás de emprego</strong>. Estou assumindo que você têm clientes já, e que conseguir outros não será difícil devido a sua gama de contatos. Acho que é mais fácil conseguir clientes do que conseguir emprego hoje em dia.</p>
<h2>Pontos negativos:</h2>
<p>- <strong>Freelancer não paga imposto</strong>. É, isso também é um ponto negativo. Por quê? Oras, pagando o imposto você ajuda a sua cidade, seu estado e seu país a crescerem. Ok, talvez você acredite que já paga imposto demais em produtos do dia-a-dia. Mas veja bem, imposto [teoréticamente] serve para beneficiar a nós mesmos. Além disso, o governo ao ver que têm muito designer por aí pagando imposto, quem sabe se não decidem regulamentar de vez nossa profissão?</p>
<p>- <strong>Local inadequado ao trabalho</strong>. Muitos têm a auto-disciplina necessária, como um quarto especialmente pro trabalho em sua casa, onde o freelancer pode passar o dia e não ser incomodado por nenhum outro membro da família, mas a grande maioria ainda têm um computador dentro de seu próprio quarto e têm a família pestanejando no seu ouvido coisas do tipo &#8220;por que você não arranja um emprego?&#8221;.</p>
<p>- <strong>Não têm benefícios</strong>. Imagine se você acaba quebrando sua mão? Sendo freelancer, você não têm direito a benefícios que uma empresa e o governo podem te oferecer. Ok, se você tiver seguro é uma preocupação a menos. Mas e se você perder a sua mão?</p>
<p>- <strong>Não têm carteira assinada</strong>. Quem não trabalhou com carteira assinada não pode recolher o dinheiro do benefício de aposentado. Talvez você não se preocupe com isso agora, mas nunca se sabe o que o futuro pode oferecer.</p>
<p>- <strong>Não têm renda comprovada</strong>. Sem renda comprovada, você não pode alugar uma casa ou até mesmo financiar um veículo (na maioria dos casos).</p>
<p>- <strong>Você pode ficar um tempo sem dinheiro</strong>. Enquanto que um emprego fixo significa salário fixo, um trabalho freelancer diz logo o contrário. Não é raro aparecer aquele mês onde não aparece um cliente sequer. E lá vai você, suar para conseguir pagar todas as contas e sobreviver até o próximo cliente aparecer.</p>
<p>- <strong>Você estimula outros a seguirem os seus passos. Isso inclui micreiros</strong>. Fato: designer concorre com um monte de gente despreparada que acreditam que ao saber como mexer no Photoshop já sabe design. Ao virar freelancer, você acaba concorrendo diretamente com esse tipo de gente. Por quê? Oras, cliente de freelancer nem sempre está interessado no produto final, e sim no custo que terá no seu bolso. Micreiro não gastou dinheiro com faculdade, não gastou dinheiro com toneladas de livros, não gastou dinheiro fazendo testes, criando projetos, etc. Ou seja, cada centavo ganho é um centavo ganho.</p>
<p>A discussão vai mais longe que isso, sem dúvida. Freelancing têm seus pontos fortes e fracos, tal como um emprego também têm. Vai de cada um escolher o que quer fazer. Não apoio nem condeno nenhum dos dois tipos. Admito, sou freelancer agora. Mas quero ter um emprego fixo bom, em um escritório legal, pra trabalhar diretamente com outras pessoas.</p>
<p><strong>Que tipo de vida mais te agrada? Freelancer ou empregado fixo? Por quê?</strong></p>
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