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	<title>Design Blog &#187; aprendizado</title>
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	<description>Blog de design gráfico, web design e universo freelancer.</description>
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		<title>A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
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		<description><![CDATA[Na parte final da série “Filosofia e Design” (leia aqui a primeira parte e a segunda) você vai aprender a usar a filosofia para melhor entender a metodologia do design. Já falamos sobre a filosofia, analisamos o que é a filosofia do design e examinamos 3 dos 5 sub-componentes centrais da filosofia do design. Vamos [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na parte final da série “Filosofia e Design” (leia aqui a <a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-1">primeira parte</a> e a <a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-2">segunda</a>) você vai aprender a usar a filosofia para melhor entender a metodologia do design. Já falamos sobre a filosofia, analisamos o que é a filosofia do design e examinamos 3 dos 5 sub-componentes centrais da filosofia do design. Vamos falar dos outros 2 e concluir o artigo.</p>
<p><span id="more-5409"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/filosofia-no-design.jpg" alt="Filosofia e Design" title="Filosofia e Design" width="620" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-5402" /></p>
<h2>4) Prototipagem &#8211; Estando sempre preparado para ajustar e adaptar</h2>
<p><strong>Prototipagem é a antecipação de cenários possíveis ou soluções que melhoram significativamente ou exponencialmente uma solução de concepção específica</strong>. Em certos casos, envolve a construção de protótipos de estudos hipotéticos para determinar novas maneiras em que um projeto de design já existente pode ser ajustado para oferecer soluções melhores e mais abrangentes. O desenvolvimento de softwares online <em>open-source</em>, tais como Linux, Eclipse, Apache e Mozilla são exemplos de protótipos publicamente documentados. Esses protótipos não são convencionais, mas são exemplos funcionais de software destinados à ajuda e melhoramento contínuo da nossa maneira de acessar a internet e experiência com computadores. Cada versão futura do design/software é baseado nas bases do modelo anterior.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/generated/3313311558/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/filosofia-05.jpg" alt="Protótipo" title="Protótipo" width="540" height="235" class="aligncenter size-full wp-image-2477" /></a></p>
<p>O método mais popular de prototipagem no mundo do web design é o <strong>Protótipo de Modelo Visual</strong> (conhecido também como &#8220;<em>website mock-ups</em>&#8221; ou &#8220;mock-ups de sites&#8221;). Ele capta o design estético pretendido através de uma simulação de cor e aparência da idéia proposta sem incluir nenhum aspecto de funcionalidade do produto final. Há fortes debates na comunidade de design sobre a sua utilidade real e muitas vezes foi chamado atenção aos web designers para que façam mock-ups na marcação correta (por exemplo, não fazer no Photoshop e sim em CSS). Parece que está havendo uma mudança gradual em direção do <strong>Protótipo de Modelo Funcional &#8211; uma tentativa prática de simular o design final através de uma adesão estrita à estética e funcionalidade</strong>. De qualquer forma, <strong>o protótipo é uma ferramenta útil na filosofia do design para melhor conceituar como as idéias existentes podem ser expandidas e aplicadas para resolver uma ampla gama de problemas</strong>.</p>
<h2>5) Trendspotting* &#8211; Mantendo-se atualizado</h2>
<p>Tendências são uma parte inseparável da filosofia do design contemporâneo. <strong>Eles definem a complexidade artística e técnica de uma indústria e determinam se seu negócio está a par com os últimos desenvolvimentos no mundo do design</strong>. Um elemento frequentemente negligenciado na filosofia do design, o  objetivo do <em>trendspotting*</em> é fazer anotações mentais de vários estilos estéticos / técnicos no design enquanto eles são incorporados nos seus projetos de design. </p>
<p><strong>Tendências servem como uma base incrível para se criar idéias paralelas (<em>spin-off</em>)</strong>. Elas incentivam a consistência criativa permitindo ao mesmo tempo que designers forcem as fronteiras destes estilos predominantes, na esperança de conseguir um projeto que é único e amplamente usado. Um exemplo deste fenômeno é o aumento do uso de elementos desenhados à mão no design. Desenhos feitos à mão estão rapidamente se tornando uma característica integral estética de muitos sites &#8211; é uma tendência crescente que incentiva designers a explorarem a beleza e flexibilidade da ilustração à mão livre.</p>
<p><a href="http://ma.tt"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/filosofia-06.jpg" alt="Sites com desenhos a mão livre" title="Sites com desenhos a mão livre" width="540" height="279" class="aligncenter size-full wp-image-2478" /></a></p>
<p>(* &#8211; <em>Trendspotting</em> é a habilidade de identificar novas tendências)</p>
<h2>Conclusões finais &#8211; Filosofia é sua amiga</h2>
<p>Como designers, muitas vezes estamos mais interessados em aplicar novas idéias de design ao nosso trabalho do que em estudar a natureza de existência destes conceitos e como eles podem ser aplicados de forma construtiva. <strong>A filosofia do design é sobre analizar a prática metodológica do design em vez do design em si mesmo</strong>. Ela exige uma reformulação de todo o fluxo de projeto de trabalho de maneiras que permitem aos designers utilizarem melhor os recursos à sua disposição.</p>
<p><strong>Espero que gostaram deste artigo tanto quanto eu gostei. Dúvidas ou complementações? Deixe um comentário.</strong></p>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-2" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-1" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/a-importancia-de-parceiros-confiaveis" title="A importância de parceiros confiáveis" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A importância de parceiros confiáveis']);">A importância de parceiros confiáveis</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na segunda parte da série &#8220;Filosofia e Design&#8221; (leia aqui a primeira parte) você vai aprender a usar a filosofia para melhor entender a metodologia do design. Já falamos sobre a filosofia, analisamos o que é a filosofia do design e agora vamos examinar 3 dos 5 sub-componentes centrais na filosofia do design. 1) Pesquisa [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda parte da série &#8220;Filosofia e Design&#8221; (<a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-1">leia aqui a primeira parte</a>) você vai aprender a usar a filosofia para melhor entender a metodologia do design. Já falamos sobre a filosofia, analisamos o que é a filosofia do design e agora vamos examinar 3 dos 5 sub-componentes centrais na filosofia do design.</p>
<p><span id="more-5405"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/filosofia-no-design.jpg" alt="Filosofia e Design" title="Filosofia e Design" width="620" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-5402" /></p>
<h2>1) Pesquisa &#8211; A exploração completa do contexto do projeto</h2>
<p>A pesquisa possuem uma similaridade com o processo de <em>brainstorming</em> mas com duas diferenças básicas. O <em>brainstorming</em> permite flexibilidade e um pensamento versátil &#8211; idéias aleatórias são geradas em rápida sucessão, com ênfase na quantidade e não qualidade. Ele também ajuda na criação de novos conceitos, em vez de um refinamento de idéias existentes.</p>
<p>A pesquisa, no entanto, é uma abordagem mais calculada, ideal para explorar o contexto de um problema de design. <strong>Envolve a análise cuidadosa do problema, pesando as limitação de um projeto particular</strong>. As restrições no design são os principais objetivos funcionais que o projeto em questão deve alcançar (o que poderia ser, obviamente, relacionados a demandas específicas de um cliente). Eles podem ser divididos em <strong>restrições negociáveis e não-negociáveis</strong>.</p>
<p>Por exemplo, ao projetar uma cadeira, haverá um conjunto específico de restrições que um designer teria que enfrentar. Em primeiro lugar, a cadeira precisa suportar determinada carga (peso) para satisfazer seus requisitos funcionais básicos (uma cadeira que quebra sobre a aplicação de um peso mínimo não é uma cadeira!).<strong> A &#8220;restrição de peso&#8221; de uma cadeira é inegociável, pois sem ele o projeto deixaria de ser funcional, não podendo assim fornecer uma solução adequada ao problema em mãos</strong>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/stewf/61359149/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/filosofia-02.jpg" alt="Uma cadeira" title="Uma cadeira" width="540" height="540" class="aligncenter size-full wp-image-2465" /></a></p>
<p>As restrições negociáveis na construção desta cadeira seriam itens que podem ser completamente modificados. <strong>Entre as restrições negociáveis estão o material usado, sua cor, o tipo de acabamento da madeira e outras qualidades estéticas intrínsecas, enfim, tudo que pode ser ajustado.</strong></p>
<p>No caso de sites, essas restrições são categoricamente divididas em forma e função. <strong>Forma refere-se às qualidades estéticas de um site</strong>, que incluem seus elementos tipográficos, estrutura do layout e outros elementos visuais que compões as limitações negociáveis. <strong>As não-negociáveis no web design abordam o modo como um site funciona e como ele atende aos seus objetivos &#8211; a função</strong>. Se você está projetando um portfólio pessoal, o site deve estar equipado com algum tipo de galeria para mostrar seu trabalho; é uma restrição não-negociável que não pode ser negligenciada.</p>
<p><a href="http://maurivan.com/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/filosofia-03.jpg" alt="Portfólio de web design com galeria de imagens" title="Portfólio de web design com galeria de imagens" width="540" height="381" class="aligncenter size-full wp-image-2466" /></a></p>
<p>A pesquisa no design envolve uma &#8220;manipulação experimental&#8221; inteligente destas variáveis para satisfazer as restrições não-negociáveis e capitalizar inteiramente as negociáveis. A interação de um designer com as restrições de um projeto acontecem bem antes do próprio processo de design, durante sua fase de planejamento preliminar.</p>
<h2>2) Redefinição &#8211; Moldando seu plano proposto do projeto</h2>
<p>Uma vez identificado o problema do projeto e observado suas restrições negociáveis e não-negociáveis, é fundamental <strong>aprofundar as informações / especificações da solução do projeto para garantir que o conceito do design é adequado aos padrões e especificações da indústria</strong>. No mundo do web design, muitas vezes aderimos aos <em>mark-ups</em> limpos, lógicos e concisos e uma clara separação de estilo do conteúdo através do CSS. Estes são os padrões estabelecidos da indústria que deverão ser cumpridas antes do site ser considerado totalmente funcional e interoperável em vários navegadores.</p>
<p>A fase de redefinição no entanto nunca deve resultar em uma mudança drástica dos objetivos principais de um site, pois é um processo que visa <strong>transformar uma idéia do projeto em uma solução mais prática, aplicável e &#8220;<em>industry-friendly</em>&#8220;</strong> (dentro dos padrões da indústria) ao problema apresentado. A velocidade, manutenção e acessibilidade de um site são muito dependentes de como uma idéia de um projeto é redefinida.</p>
<h2>3) Gestão &#8211; Garantindo a continuidade</h2>
<p><strong>Bons conceitos de design (especialmente no caso de sites), muitas vezes resistem ao teste do tempo</strong> &#8211; eles permanecem na moda e são funcionalmente confiáveis, mesmo em períodos de progresso técnico / estético elevado. O Google é talvez um dos maiores exemplos de como um projeto pode manter uma continuidade ao longo do tempo. Eles tem mantido um layout visual coerente e efetivo com o passar de mais de 10 anos. O logotipo do Google também evoluiu levemente para refletir o uso maior de <em>white space</em> (o espaço em branco) &#8211; uma tendência do design contemporâneo que garante a legibilidade de um site.<strong> A continuidade de um projeto só pode ser verificado através da gestão adequada de como um design se desenvolve e amadurece ao longo dos anos</strong>.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/filosofia-04.jpg" alt="Evolução do design ao longo dos anos" title="Evolução do design ao longo dos anos" width="540" height="525" class="aligncenter size-full wp-image-2476" /></p>
<p><strong>Um aspecto central da gestão do design está na capacidade de re-design</strong>. Não é incomum sites sofrerem diversas mudanças no espaço de 5 a 8 anos (veja o caso do Design Blog!). Redesenhar, entretanto, não se refere a revisões drásticas, mas upgrades graduais do aspecto estético de um site e como ele funciona (popularmente definido como &#8220;realinhamento&#8221;). Para gerenciar um projeto, deve se adotar uma sensibilidade aguçada para tecnologias atualizadas e novas metodologias do design. Ter a habilidade de atualizar o sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS &#8211; <em>Content Managment System</em>) de um site afim de providenciar mais funcionalidades (como um catálogo detalhado e compreensível de artigos de um blog) é um bom exemplo de gestão de design eficiente. <strong>O objetivo final, porém, é garantir que o design do site degrade graciosamente ao longo do tempo, sem parecer incoerente ou fora de sincronia com as minúcias do design moderno</strong>.</p>
<p><strong>No próximo artigo, vamos falar sobre os 2 sub-componentes finais e concluir nossa série de artigos sobre &#8220;Filosofia e Design&#8221;. Fique ligado!</strong></p>
<h2><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-3">Leia aqui a parte 3</a></h2>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-3" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-1" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/a-importancia-de-parceiros-confiaveis" title="A importância de parceiros confiáveis" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A importância de parceiros confiáveis']);">A importância de parceiros confiáveis</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 16:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta série de 3 artigos vai ser longa, mas é uma leitura quase obrigatória para designers. Você vai aprender a usar a filosofia para entender melhor a metodologia do design. Este artigo é baseado no artigo do blog One Extra Pixel, onde vamos desmascarar a filosofia, analisar o que é a filosofia do design e [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta série de 3 artigos vai ser longa, mas é uma leitura quase obrigatória para designers. Você vai aprender a usar a filosofia para entender melhor a metodologia do design. Este artigo é baseado no artigo do blog <a href="http://www.onextrapixel.com/2010/02/08/using-philosophy-to-better-understand-the-methodology-of-design/">One Extra Pixel</a>, onde vamos desmascarar a filosofia, analisar o que é a filosofia do design e examinar os 5 sub-componentes centrais na filosofia do design &#8211; pesquisa, redefinição, gestão, prototipagem e <em>trend spotting</em>.</p>
<p><span id="more-5401"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/filosofia-no-design.jpg" alt="Filosofia e Design" title="Filosofia e Design" width="620" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-5402" /></p>
<p>Como profissionais da área de criação, estamos em uma jornada perpétua para achar meios e caminhos para melhorar nosso conhecimento da indústria do design. Um campo que demanda novas idéias que sejam práticas, originais e impressionantes. Mais do que nunca, damos atenção exclusiva a especificidades tradicionais dentro de algum campo do design, tais como princípios e tendências estéticas, elementos tipográficos e várias outras funcionalidades. <strong>Embora estas facetas do processo do design sejam inegávelmente cruciais, está na hora dos designers darem um passo para trás para entenderem e absorverem inteiramente a estrutura do processo de design e sua subsequente aplicação na indústria</strong>.</p>
<p>Neste artigo, vou explorar os conceitos introdutórios que envolvem uma compreensão do design de um ponto de vista filosófico. Ou, para ser mais específico, <strong>como que podemos notar o design à nossa volta e aplicar ele a nossos experimentos pessoais e comerciais</strong>. De uma maneira, a filosofia no design é sobre o desenvolvimento de uma compreensão de como o design funciona dentro dos confins do dia-a-dia.</p>
<h2>Sufocando o medo &#8211; filosofia não é algo complicado</h2>
<p>O termo &#8220;filosofia&#8221; gera muitas vezes um certo desconforto a muitos profissionais dentro da indústria criativa, um sentimento que eu também compartilho. Há uma tendência geral de associar filosofia com a noção de uma complexidade desnecessária e abstracionismo. Isto, no entanto, é uma avaliação incorreta da filosofia.</p>
<p>Irônicamente, <strong>filosofia é sobre retornar aos básicos fundamentais de um assunto (no caso, o design)</strong>. Na verdade, a filosofia no design esforça-se para <strong>examinar o projeto em seu estado mais puro, sem noções preconcebidas ou subjetividades</strong>.</p>
<h2>Explicando a semântica: o que significa &#8220;filosofia do design&#8221;?</h2>
<p>É de vital importância estabelecer primeiro uma definição estável do que a filosofia do design realmente é. A interpretação mais comum da filosofia do design, pelo menos dentro do web design, diz respeito á abordagem do design. Isto inclui os suspeitos tradicionais como o &#8220;minimalismo&#8221; e &#8220;design orientado ao usuário&#8221; (<em>&#8220;user-oriented design&#8221;</em>). No entanto, estas definições são específicas demais para o propósito deste artigo. Eu adotei um conceito mais generalizado da filosofia do design.</p>
<blockquote><p>A filosofia do design é uma exanimação do planejamento estrutural envolvido na criação de qualquer objeto / arte que possui uma função particular dentro dos domínios da nossa vida quotidiana.</p></blockquote>
<p>No mais amplo de generalizações, <strong>o planejamento estrutural de um projeto refere-se à identificação de problemas no design e a elaboração de propostas de soluções funcionais para estes problemas, de uma forma que seja mais eficiente para os objetivos do projeto</strong>. </p>
<p>Existem 5 sub-componentes centrais na filosofia do design &#8211; <strong>pesquisa, redefinição, gestão, prototipagem e <em>trend spotting</em></strong>. Vou dar uma definição de cada área para apresentar a você uma compreensão mais holística de como a filosofia do design opera dentro da indústria do web design no próximo artigo. Fique ligado!</p>
<h2><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-2">Leia aqui a parte 2</a></h2>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-3" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-2" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/a-importancia-de-parceiros-confiaveis" title="A importância de parceiros confiáveis" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A importância de parceiros confiáveis']);">A importância de parceiros confiáveis</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Como melhorar a usabilidade no seu layout</title>
		<link>http://design.blog.br/web-design/como-melhorar-a-usabilidade-no-seu-layout</link>
		<comments>http://design.blog.br/web-design/como-melhorar-a-usabilidade-no-seu-layout#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 12:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Rossetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web Design]]></category>
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		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ux design]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem diversos meios para desenvolver sites tendo como foco principal o usuário (acreditem, nem todos os sites focam nisso). Em meio algumas pesquisas, encontrei no site do Jakob Nielsen três meios para tornar um site usável, dois metodos me chamaram a atenção, portanto, vou falar sobre eles: Design interativo Modelo de processo mais simples de [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem diversos meios para desenvolver sites tendo como foco principal o usuário (acreditem, nem todos os sites focam nisso). Em meio algumas pesquisas, encontrei no site do <a href="http://www.useit.com/">Jakob Nielsen</a> três meios para tornar um site usável, dois metodos me chamaram a atenção, portanto, vou falar sobre eles:</p>
<p><span id="more-3872"></span></p>
<h2>Design interativo</h2>
<p>Modelo de processo mais simples de pensar no design centrado no usuário. Quanto mais interação (interação =  transmitir informações claras) o site tiver com o usuário final, melhor ficará. A medida que o usuário navega e busca por informações, o site responde para o navegante o seu status atual. Por exemplo: informar se encontrou ou não algo, mensagens de validações de formulário, pré-loading, sugestões de informações, dar um <em>feedback</em> para qualquer ação do usuário e etc.</p>
<h2>Design paralelo</h2>
<p>Esse modo não é tão complexo como se imagina, porém demanda mais tempo de planejamento, pois pode e deve ser feito pelo menos duas opções de <em>wireframes</em>. Depois, basta combinar o que todos os <em>wireframes</em> tem de melhor e produzir um design único para o site. Baseado nesse resultado, começar a pensar na navegação, como serão os <em>feedbacks,</em> interações, etc.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Os dois métodos compartilham uma idéia básica: não há um meio certo para criar a interface perfeita, e você pode não obter uma boa usabilidade comprando a primeira ideia. Você deve testar varias ideias, combinar… o importante é pensar no usuário final.</p>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/web-design/principios-e-meios-para-melhorar-a-experiencia-do-usuario" title="Princípios e meios para melhorar a experiência do usuário" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Princípios e meios para melhorar a experiência do usuário']);">Princípios e meios para melhorar a experiência do usuário</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/hierarquia-visual-de-elementos" title="Hierarquia visual de elementos" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Hierarquia visual de elementos']);">Hierarquia visual de elementos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/sorteio-adobe" title="Mega sorteio Design Blog e Adobe!" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Mega sorteio Design Blog e Adobe!']);">Mega sorteio Design Blog e Adobe!</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>A importância de parceiros confiáveis</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/a-importancia-de-parceiros-confiaveis</link>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 12:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
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		<category><![CDATA[Freelance]]></category>
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		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[utilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Como freelancer (ou até mesmo tendo seu próprio escritório), a importância de ter parceiros confiáveis é extrema. São eles que nos salvam quando você precisa terceirizar alguma etapa do seu trabalho ou até mesmo só precisa de uma visão refrescada sobre um problema que te assola. Parceiros que fazem o que não fazemos Quando começamos [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como freelancer (ou até mesmo tendo seu próprio escritório), a importância de ter parceiros confiáveis é extrema. São eles que nos salvam quando você precisa terceirizar alguma etapa do seu trabalho ou até mesmo só precisa de uma visão refrescada sobre um problema que te assola.</p>
<p><span id="more-3926"></span></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/litandmore/2465362185/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/parceiros2.jpg" alt="A importância de parceiros confiáveis" title="A importância de parceiros confiáveis" width="620" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-3931" /></a></p>
<h2>Parceiros que fazem o que não fazemos</h2>
<p>Quando começamos com o <a href="http://xcakeblogs.com.br" title="Temas personalizados para WordPress">xCakeBlogs</a>, o objetivo foi de facilitar ao máximo a vida de nossos clientes: fazíamos o design, a programação, o registro de domínios, a hospedagem, a configuração do WordPress e prestávamos assistência técnica. Nosso lema era simples: &#8220;Blogar é gostoso. Deixa o difícil com a gente&#8221;. Mas uma coisa nos trazia muita dor de cabeça: a hospedagem.</p>
<p>Tínhamos um plano de revenda de uma empresa. Não era ruim e nem sequer apresentava muitos problemas. O problema mesmo era com o cliente: se o blog ficasse fora do ar por 20 segundos, o cliente ligava pra gente cobrando. Se ele não conseguia acessar o e-mail, ligava. Se quisesse configurar um e-mail, ligava. Logo, terminávamos um projeto em 15 dias mas tínhamos contato constante com o cliente por 2 meses.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/route79/13120127/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/hosting-620x465.jpg" alt="Parceiro de hospedagem" title="Parceiro de hospedagem" width="620" height="465" class="aligncenter size-large wp-image-3932" /></a></p>
<p>Mesmo cobrando um valor mensal pela hospedagem, muitas vezes o trabalho que dava ultrapassava o valor que ganhávamos. E quando você trabalha demais e ganha de menos, tem algo errado. <strong>É aqui onde entra a importância de ter um parceiro</strong>.</p>
<p>Dos seguidores no Twitter, o Cláudio Garcia sugeriu o serviço de hospedagem dele para cuidar dos nossos clientes &#8211; a <a href="http://brasilserv.com">Brasilserv</a>. Testamos e vimos que era um servidor estável com atendimento rápido &#8211; algo importante nos dias de hoje, onde aguardar 24h por uma resposta é inadmissível. Não foi uma decisão fácil (<strong>pois não poderíamos correr o risco de trazer dor de cabeça ao cliente</strong>), mas transferimos todos os clientes hospedados conosco para a Brasilserv e paramos de oferecer um serviço de hospedagem.</p>
<p>Isto faz um ano e meio. Hoje, temos uma relação ótima com a equipe da Brasilserv. Se eu tenho algum problema ao hospedar algum site, eles resolvem. Quero abrir uma conta as 2 da manhã? Feito. E se houver algum erro na programação que deixe o site mais lento? Eles me informam (ao invés de avisar ao cliente) e eu resolvo.</p>
<p>Passamos em média 5 clientes por mês para o serviço deles, e eles cuidam do cliente como nós cuidamos &#8211; algo muito importante na nossa filosofia interna. E o melhor: eles entendem muito melhor de como funciona um servidor do que nós. Se algo dava errado na hora de hospedar alguém no nosso serviço, tínhamos que abrir um chamado no host e aguardar resposta (enquanto isto, o cliente gralhava no telefone). <strong>Um parceiro que faça o que você não sabe fazer é vital para oferecer um serviço completo ao cliente</strong>.</p>
<h2>Parceiros para as horas de aperto</h2>
<p>Recentemente tivemos férias coletivas no escritório, para compensar as férias que não tiramos durante o carnaval. Na semana antes, a correria para finalizar os projetos em aberto pois passaríamos uma semana longe do trabalho. Foi aí que um parceiro salvou a gente de novo.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/anthonyalbright/4650329905/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/parceiros-620x414.jpg" alt="É importante ter parceiros confiáveis" title="É importante ter parceiros confiáveis" width="620" height="414" class="aligncenter size-large wp-image-3930" /></a></p>
<p>Ironicamente, o próprio <a href="http://claudiogarcia.com.br/">Cláudio Garcia</a> (que nos indicou a empresa dele) nos ajudou nesta de novo. Tínhamos dois layouts prontos, só faltando passar pra HTML/CSS e fazer funcionar com o WordPress. Devido a experiências anteriores com ele, sabíamos que ele conseguiria quebrar esse galho.</p>
<p>Dito e feito: em pouco tempo ele conseguiu desenvolver tudo e colocar no ar. Fez até mais do que deveria, nos salvando de ter um cliente reclamão na volta das nossas férias.</p>
<p>Ter algum profissional competente como parceiro é importante. <strong>Não dá pra evitar qualquer designer ou programador e tratá-lo como inimigo profissional ou como concorrente</strong>; tem cliente o suficiente para todos no mar do design. Se você não tem alguém com que possa terceirizar seu trabalho nas horas de aperto, está na hora de colocar seu <em>networking</em> em prática. Assim, se você ficar doente algum dia ou tiver excesso de trabalho, pode encaminhar o trabalho para esta pessoa sem perder o cliente.</p>
<p>Desnecessário falar que você precisa dividir os lucros com seu parceiro, né? Afinal de contas, você pode ter conseguido o cliente: mas seu parceiro foi quem fez o trabalho.</p>
<h2>Parceiros para troca de idéias</h2>
<p>Sabe quando você está tentando resolver aquele problema macabro, mas não sabe como? Aquela cor de fundo não vai com a cor do texto, a imagem falta algo, o logo parece estranho, etc. São os problemas típicos de quem está a muito tempo no projeto e precisa de uma visão nova.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/qisur/4351196974/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/ideia-620x470.jpg" alt="Trocar idéias" title="Trocar idéias" width="620" height="470" class="aligncenter size-large wp-image-3935" /></a></p>
<p>Eu, por exemplo, estou sempre batendo papo com o Filipe Fernandes &#8211; o rapaz maroto responsável pelo <a href="http://chocoladesign.com/">Choco La Design</a>. Quando estou com alguma dúvida se a cor tá certa, se o alinhamento parece bom, ou o que quer que seja, mando uma mensagem e ele me fornece uma visão sob aspecto diferente. <strong>Em vez de passar as próximas horas tentando descobrir uma solução, em 5 minutos de conversa consigo descobrir como resolver o problema</strong>.</p>
<h2>Parceiro nem sempre precisa ser o top da área</h2>
<p>Claro que as vezes é importante ter um ponto de vista <strong>completamente</strong> diferente. Ou seja, &#8220;o mundo visto pelos olhos de quem não entende o que você faz&#8221;. Pode parecer bizarro, mas é verdade. Um exemplo: você criou um menu bem bacana pro seu site, mas está com medo que não pareça um menu. O risco do usuário não ver isto e assumir que não existem mais páginas internas no seu site é alto, e é um prejuízo com o qual você não pode arcar. Entra mais uma parceira minha: <strong>minha mãe</strong>.</p>
<p>Sim, ela sabe apenas ligar o computador para acessar o Facebook, falar no Skype com os parentes e jogar os joguinhos dela. Ela não sabe a importância da <a href="http://design.blog.br/design-grafico/o-que-e-gestalt">Gestalt</a> no design, ou o que é <a href="http://design.blog.br/geral/o-que-e-proporcao-divina">proporção áurea</a>. Ela é perfeita para conduzir testes de usabilidade. Ela representa a população mais leiga em termos de internet, então <strong>se ela consegue entender a mensagem que estou tentando passar com o meu projeto, eu obtive sucesso</strong>.</p>
<h2>Procure parceiros</h2>
<p>Não estou dizendo que você precisa ter o <a href="http://claudiogarcia.com.br/">Cláudio</a>, o <a href="http://chocoladesign.com">Filipe</a>, a <a href="http://brasilserv.com/">Brasilserv</a> ou minha mãe como parceiros &#8211; estou falando que você deve ter pessoas que podem te apoiar e te ajudar no que for necessário. E como falei: não importa se você é freelancer ou trabalha em uma empresa grande &#8211; um parceiro realmente pode ajudar.</p>
<p>Procure por parceiros em redes sociais, vire amigo deles acima de tudo (a relação profissional flui muito melhor quando você tem um nível alto de amizade com seu parceiro) e procure pessoas que façam parte de diferentes áreas &#8211; não só de design. <strong>Eles podem salvar tua pele no futuro</strong>.</p>
<p><strong>Você tem alguma história interessante que envolva algum parceiro? Ou você está procurando alguém com quem trabalhar? Deixe um comentário!</strong></p>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/geral/workflow-sites-e-softwares" title="Workflow &#8211; sites e softwares" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Workflow &#8211; sites e softwares']);">Workflow &#8211; sites e softwares</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/um-espaco-para-designers-brasileiros" title="Um espaço para designers brasileiros" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Um espaço para designers brasileiros']);">Um espaço para designers brasileiros</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/jquery-o-basico-que-todo-designer-precisa-saber-parte-i" title="jQuery: o básico que todo designer precisa saber &#8211; parte I" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'jQuery: o básico que todo designer precisa saber &#8211; parte I']);">jQuery: o básico que todo designer precisa saber &#8211; parte I</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Um guia prático para resolução de imagem</title>
		<link>http://design.blog.br/design-grafico/um-guia-pratico-para-resolucao-de-imagem</link>
		<comments>http://design.blog.br/design-grafico/um-guia-pratico-para-resolucao-de-imagem#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[designer gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Usar uma resolução de imagem inválida é um dos erros mais populares que designers gráficos cometem quando criam impressos. O resultado é uma impressão imprecisa ou uma rejeição pela gráfica. Se você não fica de olho na resolução da imagem desde o começo, possivelmente você terá que recriar seu arquivo todo. Então eis que surge [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usar uma resolução de imagem inválida é um dos erros mais populares que designers gráficos cometem quando criam impressos. O resultado é uma impressão imprecisa ou uma rejeição pela gráfica. Se você não fica de olho na resolução da imagem desde o começo, possivelmente você terá que recriar seu arquivo todo. Então eis que surge este artigo que vai te mostrar os cuidados que se deve ter para que sua imagem tenha a resolução correta.</p>
<p><span id="more-2944"></span></p>
<h2>O que é uma resolução de imagem?</h2>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/resolucao-de-imagem-01.jpg" alt="Guia de resolução de imagens" title="Guia de resolução de imagens" width="450" height="225" class="aligncenter size-full wp-image-3777" /></p>
<p>A resolução de uma imagem se refere a <strong>densidade de pixels</strong> (ou pontos impressos) que fazem parte daquela imagem ou gráfico. Quanto maior a resolução, maior será a definição e detalhe da imagem. Uma imagem com resolução baixa ficará borrada e com menos detalhes.</p>
<p>A resolução de uma imagem é calculada em <strong>DPI</strong> (pontos por polegada ou &#8220;<em>Dots Per Inch</em>&#8221; em inglês) e <strong>PPI</strong> (pixels por polegada ou &#8220;<em>Pixels Per Inch</em>&#8220;. Existem diferenças entre estes dois &#8211; DPI se refere a documentos impressos e quantia e espaçamento entre pontos cianos, magentas, amarelos e pretos, enquanto PPI se refere a pixels na tela. <strong>Eles não são a mesma coisa, mas designers e profissionais gráficos tendem a usar os termos alternadamente</strong>. Muitas vezes, por exemplo, quando se fala de uma imagem de 72 dpi que está na tela, a pessoa está se querendo dizer &#8220;72 ppi&#8221;.</p>
<h2>300 ppi vs 150 ppi vs 72 ppi</h2>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/resolucao-de-imagem-02.jpg" alt="300 ppi vs 150 ppi vs 72 ppi" title="300 ppi vs 150 ppi vs 72 ppi" width="450" height="273" class="aligncenter size-full wp-image-3778" /></p>
<p>Se você criar um documento de 10 por 10 polegadas* com resolução de 72 ppi e outro documento com o mesmo tamanho mas com 300 ppi no Photoshop, você pode notar que eles possuem tamanhos diferentes na tela. Isto acontece devido ao número diferente de pixels usados em cada polegada.  No arquivo de 72 ppi, você só consegue colocar 720 pixels de um lado ao outro do documento. Já no de 300 ppi, cabem 3000 pixels.</p>
<p><em>* &#8211; Estou usando polegadas para que possam entender o cálculo facilmente.</em></p>
<p><strong>Quando criamos imagens para a web, geralmente 72 ppi é o suficiente</strong>. Se calcularmos a resolução total de um &#8220;relativamente antigo&#8221; monitor de 15 polegadas com resolução de 1024 x 768 pixels, será o equivalente a 68 ppi. No entanto, um monitor de 15 polegadas de um MacBook Pro com 1440 x 900 pixels terá uma resolução total de 96dpi. Quando os tamanhos e resoluções de telas aumentar, poderemos aumentar também a resolução de nossas imagens, mas por enquanto 72 ppi é aceitável e o mais comum.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/resolucao-de-imagem-03.jpg" alt="300 ppi vs 150 ppi vs 72 ppi" title="300 ppi vs 150 ppi vs 72 ppi" width="450" height="276" class="aligncenter size-full wp-image-3779" /></p>
<p><strong>Já ao criar um documento que será impresso, vamos ter que usar uma resolução de 300 ppi</strong>. Se o pessoal da gráfica disser que suas imagens ou gráficos precisam ser criados com &#8220;uma resolução de 300 dpi&#8221;, eles na verdade querem dizer 300 ppi (lembre-se que DPI é para o documento que já tá impresso, e PPI é para o que ainda está na tela). Se você criar uma imagem com 72 ppi, você terá que refazê-la pois não dá pra magicamente criar os pixels adicionais do nada. Se você simplesmente mudou a resolução do arquivo de 72 a 300, o Photoshop vai adivinhar quais as cores dos novos pixels, mas não preciso nem falar que o produto final não vai ficar bom. Isso é chamado de &#8220;<em>resampling</em>&#8221; ou &#8220;<em>reamostragem</em>&#8220;.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/resolucao-de-imagem-04.jpg" alt="Resampling" title="Resampling" width="450" height="341" class="aligncenter size-full wp-image-3780" /></p>
<p>Você até que pode <em>redimensionar</em> sua imagem de 72 ppi para 300 ppi. Aí o Photoshop vai dividir os pixels para que exista 300 em cada polegada, em vez de 72. No entanto, eventualmente o Photoshop vai ficar sem pixels para dividir e o documento ficará com um tamanho reduzido. Isto não te ajuda muito, pois a imagem que estava com um tamanho de 297 x 210mm ficará com 72 x 50mm, o que pode não ajudar muito quando você está trabalhando com fotos ou posters que precisam ter um tamanho definido. Mais disto adiante. </p>
<p>Algumas vezes vão te pedir para criar <strong>documentos em 150 ppi</strong>. Isto geralmente é feito nos casos de impressos grandes que serão vistos apenas a uma certa distância, então de perto a qualidade não importa tanto (<em>outdoors</em>, por exemplo). A resolução menor ajuda o seu computador a processar as informações e resulta em um arquivo com peso menor.</p>
<p>Talvez a gráfica até te peça para criar uma arte com tamanho menor, mas em uma resolução muito maior (600 ppi, por exemplo). Isto ajuda pois o documento fica mais leve, e depois eles podem esticar a imagem para caber em um <em>outdoor</em>, diminuindo a resolução de 600 ppi para 150 ppi.</p>
<h2>Redimensionamento versus Resampling</h2>
<p>Quando você for alterar o tamanho de uma imagem no Photoshop, você pode fazê-lo de duas maneiras diferentes: redimensionamento ou <em>resampling</em>. Se você for fazer um <em>resampling</em>, você estará alterando o tamanho dos pixels no documento. Já se redimensionar (des-selecione a caixa &#8220;resample&#8221;), você estará alterando a resolução e portanto, o tamanho impresso do documento.</p>
<p>Como deu pra notar, <em>resampling</em> é ruim. O Photoshop terá que adivinhar quais pixels inserir nos espaços em branco. No entanto, <strong>se você for diminuir um documento, o resampling é o mais recomendado</strong> já que temos pixels de sobra.</p>
<p>Se você redimensionar uma imagem, você vai manter os tamanhos dos pixels, mas alterar o tamanho impresso e resolução da imagem. Vamos ver como isto funciona no mundo real:</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/resolucao-de-imagem-05.jpg" alt="Chris Spooner" title="Chris Spooner" width="450" height="636" class="aligncenter size-full wp-image-3781" /></p>
<p>Esta arte foi criada com um tamanho de 297 x 420mm (tamanho A3) usando 300 ppi. Decidi que quero imprimir em formato de poster. Qual tamanho de poster que posso imprimir?</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/resolucao-de-imagem-06.jpg" alt="resolucao-de-imagem-06" title="resolucao-de-imagem-06" width="450" height="356" class="aligncenter size-full wp-image-3782" /></p>
<p>A melhor resposta é A3, pois a versão original tem 300 ppi que será o ideal para uma impressão. No entanto, minha gráfica local só aceita arquivos de 150 ppi.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/resolucao-de-imagem-07.jpg" alt="resolucao-de-imagem-07" title="resolucao-de-imagem-07" width="450" height="361" class="aligncenter size-full wp-image-3783" /></p>
<p>Ao desmarcar a caixa de &#8220;resampling&#8221; na caixa de &#8220;Image Size&#8221;, posso mudar a resolução de 300 pra 150 sem afetar a qualidade original da imagem. No entanto, usando 150 pixels por polegada em vez de 300 significa que você tem mais polegadas para completar. O resultado é um documento de 594 x 840mm, aproximadamente um A1.</p>
<p>Esse A1 de 150 ppi não terá uma imagem tão nítida quanto o A3 de 300 ppi, mas a diferença não será notada a não ser que ambos estejam lado-a-lado.</p>
<p><strong>Espero que este artigo tenha ajudado a quem ainda tinha problema com a resolução de imagem!</strong></p>
<h6>Original e imagens: <a href="http://www.blog.spoongraphics.co.uk/articles/a-handy-guide-to-image-resolutions-in-print-design">Spoon Graphics</a> (traduzido por <a href="http://design.blog.br">Design Blog</a>)</h6>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/5-dicas-para-criar-um-logo-eficaz" title="5 dicas para criar um logo eficaz" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', '5 dicas para criar um logo eficaz']);">5 dicas para criar um logo eficaz</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/como-escolher-sua-impressora" title="Como escolher sua impressora?" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como escolher sua impressora?']);">Como escolher sua impressora?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-3" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Qual a importância do design?</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 12:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[importancia de design]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://design.blog.br/?p=3233</guid>
		<description><![CDATA[Você, seja designer gráfico, web designer ou designer de produto, sabe qual é, de fato, a importância do design no mercado atual? A importância do design esta na criação de produtos que facilitem a vida das pessoas sem esquecer a importância estética, ou seja, criar coisas funcionais e bonitas. Temos um mercado consumista onde há [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você, seja designer gráfico, web designer ou designer de produto, sabe qual é, de fato, a importância do design no mercado atual?</p>
<p style="text-align: center"><span id="more-3233"></span></p>
<p style="text-align: left"><a rel="attachment wp-att-3249" href="http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design/attachment/importanciadesign-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-3249" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/importanciadesign1.jpg" alt="" width="540" height="100" /></a></p>
<p style="text-align: left">A importância do design esta na criação de produtos que facilitem a vida das pessoas sem esquecer a importância estética, ou seja, criar coisas funcionais e bonitas. Temos um mercado consumista onde há inúmeros aparelhos com as mesmas funcionalidades e preços. Por isso, hoje em dia o design é o fator decisivo no sucesso ou fracasso de um produto. Assim como um design bem pensado desperta o desejo dos consumidores, um design pobre e mal feito gera uma repulsa enorme.</p>
<p>Um problema encontrado ai é o aparente descaso das empresas com o design de suas marcas e produtos, pois muitas ainda consideram design uma perda de tempo e dinheiro, um gasto supérfluo e desnecessário.</p>
<p>Um bom investimento em design de um produto é como um blog, em curto prazo é um gasto relativamente alto, que poderia ser evitado. Mas em médio prazo (quando o produto é lançado no mercado e entra em disputa direta com seus concorrentes) se mostra um investimento altamente lucrativo, uma vez que o produto vende mais quando é novidade e tem sua vida útil comercial prolongada (ou seja, as pessoas compram o produto mesmo quando ela já não é mais novidade).</p>
<div id="attachment_3255" class="wp-caption aligncenter" style="width: 549px"><a rel="attachment wp-att-3255" href="http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design/attachment/1239216_23530759"><img class="size-full wp-image-3255" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/1239216_23530759.jpg" alt="" width="539" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bom design resulta em mais lucros</p></div>
<p style="text-align: center">
<p>Em grandes empresas (como Coca-Cola, Apple, Google, etc) podemos perceber que há um grande investimento no design dos produtos e das marcas. Isso é um dos fatores que fez e mantém essas empresas como líderes mundiais (além do serviço de qualidade é claro). Já li em muitos blogs comentários de pessoas que falam que o design não é capaz de fazer um marca ou produto, e de fato não é; no entanto, ele é um fator de peso na disputa entre uma marca e outra, e cada vez mais a estética é o fator decisivo entre comprar ou não alguma coisa.</p>
<p>Vejamos um exemplo disso na prática: a Apple. A Apple produz computadores com um excelente hardware e roda sobre seu SO (sistema operacional) próprio, o que garante aos seus computadores maior estabilidade e faz-se assim um grande diferencial em relação aos demais. No entanto, buscando uma diferenciação ainda maior a empresa investiu pesado em design, e criou uma linha de computadores, o IMac, que hoje é uma referência no design de produto.</p>
<div id="attachment_3252" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><a rel="attachment wp-att-3252" href="http://design.blog.br/geral/qual-a-importancia-do-design/attachment/overview_hero2_20100727"><img class="size-full wp-image-3252" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/10/overview_hero2_20100727.png" alt="" width="540" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">O design incrível é um dos fatores que faz o Mac ser tão cobiçado</p></div>
<p style="text-align: center">Lembre-se: um bom design é tão importante quanto bom desempenho e preço acessível!</p>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-3" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 3</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-2" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 2</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/a-metodologia-do-design-e-a-filosofia-pt-1" title="A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1']);">A metodologia do design e a filosofia &#8211; pt 1</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>O que clientes esperam que web designers saibam</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 13:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web Design]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[css3]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Logo]]></category>
		<category><![CDATA[ux design]]></category>
		<category><![CDATA[web designer]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto os web standards continuam a crescer, novas técnicas e tecnologias aparecem, fazendo com que a expectativa dos clientes que contratam designers aumente. Seja efeitos em degradê bem-bolados, atenção ao detalhe ou ilustrações incríveis, sempre há uma expectativa por parte do cliente em relação ao o que ele espera do design. Abaixo, oito coisas que [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os web standards continuam a crescer, novas técnicas e tecnologias aparecem, fazendo com que a expectativa dos clientes que contratam designers aumente. Seja efeitos em degradê bem-bolados, atenção ao detalhe ou ilustrações incríveis, sempre há uma expectativa por parte do cliente em relação ao o que ele espera do design. Abaixo, oito coisas que clientes esperam que web designers já saibam fazer.</p>
<p><span id="more-3066"></span><br />
<img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/clients.jpg" alt="" title="clients" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-3080" /></p>
<h2>Programação em PHP</h2>
<p>Muitos clientes procuram por designers que podem fazer design e desenvolver em PHP para eliminar a necessidade de contratar mais de uma pessoa para fazer o trabalho. Vamos analisar por que e como é importante.</p>
<p>A clientela vem de vários nichos diferentes, desde micro a grandes empresas, mas todas tem algo em comum em relação as suas necessidades. Muitos dos sites de hoje possuem formulários de contato, galerias de imagens ou até mesmo um display de produtos.</p>
<p>Mesmo que seja possível encontrar formulários e galerias gratuitamente online, conhecimento básico de PHP é algo necessário para modificar ou personalizar os scripts para suprir a necessidade dos clientes. Muitas vezes eles querem poder administrar o formulário de contato, controlar quais de seus produtos são mostrados ou escolher quais imagens ficarão visíveis através de um painel centralizado. Sem um conhecimento em PHP, é algo difícil de se fazer.</p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>Eu aprendi PHP na marra, fuçando em script disponíveis para download. Naquela época, a documentação ainda era difícil de encontrar. Hoje em dia, existem milhares de sites que ensinam a linguagem. No entanto, como qualquer coisa na web, o ideal é ter um domínio bom do inglês. Um site que ensina bem é o <a href="http://www.tizag.com/phpT/">Tizag</a> &#8211; que além de PHP, ensina outras linguagens de programação. Para quem tem dificuldades no inglês, o wiki português <a href="http://www.aprendaphp.com.br">Aprenda PHP</a> é uma boa escolha.</p>
<h2>Ilustração</h2>
<p>Muitos designers podem criar gradientes e <em>patterns</em> incríveis, porém não conseguem criar uma ilustração básica para dar um toque pessoal a um projeto. Muitos dos clientes de hoje assumem que a ilustração faz parte do conhecimento básico de um designer, coisa que pode dar um ar diferenciado ao seu site. Com uma infinidade de tutoriais gratuitos e de qualidade sobre como fazer ilustrações básicas e avançadas, não há motivo pelo qual você não deve aprender.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/desenhe.jpg" alt="" title="desenhe" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-3081" /></p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>Você acha vários tutoriais no <a href="http://www.google.com.br/search?q=aprenda+a+desenhar">Google</a>, mas o melhor jeito mesmo é pegar um papel e lápis e começar a rabiscar idéias. Desenhe o que tem na sua mesa, depois desenhe coisas da natureza. Apenas a prática vai levar você para a perfeição.</p>
<h2>Criatividade</h2>
<p>Embora não há nada de errado em navegar a internet procurando por designs inspiradores, clientes querem que seus projetos fiquem diferentes do restante, com idéias originais para aumentar a originalidade de seu site. Na verdade, com tantos designs pré-feitos lá fora, convencer seu cliente que ele fez a escolha certa ao te contratar tem sido cada vez mais difícil; portanto, você precisa demonstrar sua criatividade. Ao se adaptar a um ambiente criativo ou aprender a pensar de forma criativa, você fica um passo a frente do seu cliente e pode impressioná-lo toda vez.</p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>Aqui no Design Blog tenho dois artigos sobre criatividade: &#8220;<a href="http://design.blog.br/design-grafico/verdades-sobre-a-criatividade">Verdades sobre a criatividade</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://design.blog.br/freelance/5-maneiras-de-quebrar-bloqueios-criativos">5 maneiras de quebrar bloqueios criativos</a>&#8220;. Existem vários outros artigos na web, basta procurar.</p>
<h2>Design de logos</h2>
<p>O design de logo cabe na categoria de ilustração e criatividade, já que um logo é um ícone único a cada cliente. Embora não seja certo um cliente achar que o redesign inclue um logo novo, eles podem achar que isto está incluso no pacote. Se estiver, ótimo. Se não estiver, ofereça como adicional. Logos são elementos visuais que são mais bombardeados nas mentes das pessoas hoje em dia. E é uma ótima forma de expandir o seu próprio banco de dados de potenciais clientes.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/27845211@N02/2616906744/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/logos.jpg" alt="" title="logos" width="540" height="200" class="alignnone size-full wp-image-3086" /></a></p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>Novamente, o Design Blog tem <a href="http://design.blog.br/tag/logo">vários artigos sobre design de logos</a>. O <a href="http://www.webdesignerdepot.com/2009/02/how-to-create-a-professional-logo/">Webdesigner Depot</a> tem um ótimo artigo sobre isto também. No entanto, <strong>vale ressaltar que criar um logo não é apenas abrir o Photoshop ou Illustrator e sair criando algo na louca</strong>! Se você não sabe nada sobre teoria do design, você estará fazendo errado.</p>
<h2>PSD limpo, código limpo</h2>
<p>Muitos clientes querem ter a segurança de que, se no futuro eles precisarem contratar alguém para modificar o trabalho que você começou, o novo profissional consiga entender o que você fez e como fez. Com isto dito, está no seu melhor interesse organizar seus arquivos PSD por grupos e camadas, além da utilização de labels. Código limpo e comentado também é algo importante, pois além de facilitar um desenvolvedor no futuro, pode te ajudar a se encontrar e quem sabe até facilitar para o cliente mais aventureiro que quer trocar algo mínimo.</p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>Não tem muito segredo. Para mudar o nome de uma camada no Photoshop, basta clicar duas vezes sobre o nome da camada. Para agrupar várias camadas em uma &#8220;pastinha&#8221;, basta selecioná-las e apertar CTRL+G (ou CMD+G no Mac). Para deixar comentários em seu código HTML, use a tag &lt;!&#8211; para abrir e &#8211;&gt; para fechar.</p>
<h2>CSS 3</h2>
<p>A demanda por CSS 3 tem aumentado com a &#8220;alfabetização digital&#8221; dos clientes. Embora o Internet Explorer e outros navegadores similares ainda não suportem o CSS 3, focar seu design no navegador que o cliente usa é o que você precisa fazer até certo ponto. Se o cliente usa Chrome ou Firefox, você pode agilizar o processo de criação de bordas arredondadas e sombras usando o CSS 3, e em navegadores como o IE, o design não fica comprometido, apenas um pouco limitado. O uso de CSS 3 também dá espaço ao seu cliente para que ele possa mudar coisas sem se preocupar em ter que recriar a borda arredondada.</p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/css.jpg" alt="" title="css" width="540" height="100" class="alignnone size-full wp-image-3082" /></p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>Antes de aprender CSS 3, você precisa aprender CSS. O melhor lugar para isto é no site do <a href="http://maujor.com">Maujor</a>. Depois que você tiver domínio disto, o site <a href="http://www.css3.info/">CSS 3 Info</a> fala apenas sobre CSS 3.</p>
<h2>Javascript e Frameworks de Javascript</h2>
<p>Efeitos em Javascript estão se tornando notáveis na web, dando mais personalidade e vida a um site. Portanto, aprendendo a codar em Javascript está se tornando algo quase que obrigatório a designers, pois ele influencia no comportamento do seu design. Existem vários frameworks de Javascript web afora que facilitam na hora de criar efeitos complicados, fazendo com que você gaste poucos minutos nele &#8211; mesmo se você for novo à língua.</p>
<p>É interessante você testar vários frameworks diferentes e escolher o que melhor se adequa as suas necessidades (e a dos clientes também), expandindo seu conhecimento sobre ele. Geralmente um cliente não se importa com qual framework você vá usar, mas se importa com os efeitos que você gera.</p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>O <a href="http://www.w3schools.com/js/default.asp">W3Schools</a> trata muito bem de Javascript (JS para os íntimos), assim como o <a href="http://www.tizag.com/javascriptT/">Tizag</a>. Quanto a frameworks, o <a href="http://jquery.com">JQuery</a> tem uma documentação bem completa (além de ser um dos mais populares frameworks e o meu predileto), no entanto existem <a href="http://www.google.com.br/search?q=javascript+framework">vários outros</a> no mercado. Como falei, basta ir testando e encontrar o que você prefere.</p>
<h2>Desenvolvimento para aparelhos móveis</h2>
<p>É inegável: mesmo no Brasil, o uso de aparelhos móveis está se tornando cada vez mais popular. Recentemente, a operadora móvel Tim passou a cobrar apenas R$ 0,50 ao dia para acesso a internet ilimitada&#8230;para aparelhos pré-pagos! Um avanço, considerando que até semana passada pagava-se por kilobyte baixado &#8211; em celulares pré-pagos, assistir um vídeo online de 3 minutos poderia acabar com R$ 15 de crédito rapidinho.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/osde-info/3202591932/"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/mobile.jpg" alt="" title="mobile" width="540" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3085" /></a></p>
<p>Isto sem contar na popularização dos smartphones e os celulares touchscreen e iPhone&#8217;s da vida. Entendendo como fazer design para aparelhos móveis está se tornando um diferencial forte no mercado, pois design móvel é muito diferente de web design tradicional. <strong>Vou revelar um segredo de mercado aqui</strong>: web designers que souberem como fazer interfaces para aparelhos móveis irão se destacar no mercado brasileiro.</p>
<h3>Onde aprender?</h3>
<p>O blog <a href="http://smallsurfaces.com/">Small Surfaces</a> trata apenas de interface para aparelhos móveis. Já o <a href="http://www.uxbooth.com/">UX Booth</a> fala muito sobre design de interfaces no geral, mas sempre relacionando com interfaces móveis também.</p>
<p>É sempre importante manter-se a par das novas tecnologias e demandas como designer, enquanto você expande seu conhecimento continuamente. Isto não aumenta apenas o seu conhecimento, mas também afeta seu portfólio de um modo positivo e abre o leque para o tipo de projetos e clientes que você pode aceitar.</p>
<h6>Inspirado no artigo do <a href="http://designreviver.com/articles/the-things-clients-expect-designers-to-have-learned/">Design Reviver</a></h6>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/web-design/como-lidar-com-projetos-web-parte-2" title="Como lidar com projetos web? Parte 2" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como lidar com projetos web? Parte 2']);">Como lidar com projetos web? Parte 2</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/como-lidar-com-projetos-web-parte-1" title="Como lidar com projetos web? Parte 1" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como lidar com projetos web? Parte 1']);">Como lidar com projetos web? Parte 1</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/como-melhorar-a-usabilidade-no-seu-layout" title="Como melhorar a usabilidade no seu layout" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como melhorar a usabilidade no seu layout']);">Como melhorar a usabilidade no seu layout</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Como lidar com projetos web? Parte 2</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agora que você conseguiu assinar o contrato e acertar o briefing (descritos no artigo &#8220;Como lidar com projetos web? Parte 1&#8220;)&#8230;qual o próximo passo? Com o briefing em mãos, está na hora de criar o mapa do site e fazer um brainstorming. É importante manter seu cliente a par do que você está fazendo para [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que você conseguiu assinar o contrato e acertar o briefing (descritos no artigo &#8220;<a href="http://design.blog.br/web-design/como-lidar-com-projetos-web-parte-1">Como lidar com projetos web? Parte 1</a>&#8220;)&#8230;qual o próximo passo?</p>
<p><span id="more-3043"></span></p>
<div id="attachment_3045" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/projetos-04.jpg" alt="Briefing e contrato" title="Briefing e contrato" width="540" height="153" class="size-full wp-image-3045" /><p class="wp-caption-text">Briefing e contrato em mãos!</p></div>
<p>Com o briefing em mãos, está na hora de criar o mapa do site e fazer um <em>brainstorming</em>. É importante manter seu cliente a par do que você está fazendo para que ele saiba o que está sendo feito. Se você desaparecer durante as primeiras semanas, seu cliente vai começar a enviar e-mails ou ligar para o seu telefone para saber como que as coisas estão indo. Caso você atualize-o constantemente, ele se sentirá mais seguro em relação ao seu trabalho.</p>
<h2>Cobrando o cliente nas datas certas</h2>
<p><strong>É importante que você lembre as datas de cobrança. Para isto, utilize lembretes</strong> como os disponíveis no iCal (para Mac) ou até mesmo configure o <a href="http://calendar.google.com">Google Calendar</a> para lhe enviar um lembrete três dias antes do vencimento de cada parcela. Dois dias antes, envie o e-mail de cobrança ao seu cliente para que ele lembre de pagar no dia.</p>
<p>Peça para que confirme o pagamento, assim você pode deixar anotado em seu calendário que ele efetuou o pagamento. Aproveite e agradeça toda vez que ele pagar ;)</p>
<h2>A metade do projeto</h2>
<p>Chega um ponto do projeto onde você já tem tudo quase pronto: o design foi aprovado e codificado em CSS/HTML e agora basta acertar os detalhes finais. <strong>Essa é uma das partes mais demoradas</strong>.</p>
<div id="attachment_3044" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/projetos-03.jpg" alt="Detalhes" title="Detalhes" width="540" height="100" class="size-full wp-image-3044" /><p class="wp-caption-text">Os detalhes são os mais demorados</p></div>
<p>É importante fazer o seu cliente parte deste processo final para que ele possa verificar se está tudo como planejado.</p>
<p>Comece a fase do <em>beta-testing</em>, onde você analisa se o site funciona em todos os navegadores mais atuais, assim como sistemas operacionais diferentes. O <a href="https://browserlab.adobe.com/en-us/index.html">Adobe Browser Lab</a> é uma ótima ferramenta que permite que você teste em navegadores e SOs diferentes sem ter que instalar nada.</p>
<h2>Lance o &#8220;Release Candidate&#8221;</h2>
<p>Assim que o site estiver pronto e você acha que já dá pra deixá-lo visível ao público, vá fazendo testes variados com seu cliente. Acesse todas as páginas, reveja todo o conteúdo. <strong>Peça para que seu cliente tire um tempo para navegar pelo site todo quando ele tiver um tempo livre</strong> &#8211; evite de fazer isto durante uma reunião com ele, para que ele possa focar melhor.</p>
<p>Revendo o site durante seu tempo livre, o cliente pode se focar inteiramente no site e verificar tudo com calma. Assim não ocorre do cliente olhar tudo rapidamente e aprovar, pedindo para fazer alterações mais tarde, quando o contrato já expirou.</p>
<h2>Colocando no ar e última cobrança</h2>
<p>Pronto! Basta publicar o site a todos e fazer a cobrança final (se houver). Mas não pense que acabou! Se você quiser ter um serviço diferente, ainda existem mais coisas que podem serem feitas.</p>
<h2>Manutenção e serviços adicionais</h2>
<p><strong>Ofereça serviços de manutenção ao seu cliente</strong>. Estes serviços podem variar de atualizar o código do site quando necessário até atualizar fotos dos produtos. Você pode oferecer um valor mensal fixo ou um preço especial por atualização. No entanto, lembre ao cliente que após o site ser publicado, alterações maiores no design e no conteúdo devem ser orçados a parte como um novo projeto.</p>
<p>Serviços adicionais podem incluir um acompanhamento de visitas e SEO (seu site já deve ter SEO, mas lembre-se que estas otimizações devem ter um acompanhamento constante para melhores resultados).</p>
<p><strong>Agora sim, acabou. Seu projeto web foi entregue, o cliente adorou seu trabalho e você está feliz. Parabéns!</strong>  </p>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/web-design/como-lidar-com-projetos-web-parte-1" title="Como lidar com projetos web? Parte 1" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como lidar com projetos web? Parte 1']);">Como lidar com projetos web? Parte 1</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/o-que-clientes-esperam-que-web-designers-saibam" title="O que clientes esperam que web designers saibam" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'O que clientes esperam que web designers saibam']);">O que clientes esperam que web designers saibam</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/como-melhorar-a-usabilidade-no-seu-layout" title="Como melhorar a usabilidade no seu layout" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como melhorar a usabilidade no seu layout']);">Como melhorar a usabilidade no seu layout</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Como lidar com projetos web? Parte 1</title>
		<link>http://design.blog.br/web-design/como-lidar-com-projetos-web-parte-1</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das perguntas que mais recebo no meu e-mail é &#8220;Como que lido com projetos web?&#8221;. Muitos web desigers conseguem um cliente mas não sabem o que fazer dali em diante. Neste post vou explicar tudo que você precisa saber para que seu projeto flua sem nenhum problema. O contrato: definindo tudo antes do início [...]<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das perguntas que mais recebo no meu e-mail é &#8220;Como que lido com projetos web?&#8221;. Muitos web desigers conseguem um cliente mas não sabem o que fazer dali em diante. Neste post vou explicar tudo que você precisa saber para que seu projeto flua sem nenhum problema.</p>
<p><span id="more-2946"></span></p>
<h2>O contrato: definindo tudo antes do início</h2>
<div id="attachment_3039" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/projetos-01.jpg" alt="Contrato" title="Contrato" width="540" height="200" class="size-full wp-image-3039" /><p class="wp-caption-text">Contrato: peça fundamental</p></div>
<p>O contrato é de extrema importância e muitas vezes é ignorado pelos web designers (e até mesmo os outros designers das outras áreas). Ele serve para proteger o seu interesse como profissional e os interesses do seu cliente. Eis algumas coisas que devem ser explícitas no contrato:</p>
<h3>Descrição do projeto, revisões e layout</h3>
<p>O que seu cliente está contratando? Explique todo o processo, desde o briefing até a geração de alternativas e finalmente o formato de entrega do projeto. <strong>É muito importante que você deixe claro em relação as revisões. Quantas revisões que seu cliente terá direito de fazer pelo preço acertado?</strong></p>
<p>No <a href="http://www.xcakeblogs.com.br">xCakeBlogs</a>, oferecemos até duas revisões pelo preço acertado. Por que? Pois alguns clientes abusam e não aprovam a primeira versão do layout, não aprovam a segunda e ainda pedem mais alternativas. É por isto que, se não for aprovado da primeira vez, revemos o briefing com o cliente para ver o que nós entendemos errado. Pedimos que o cliente <a href="http://design.blog.br/geral/lidando-com-criticas">faça uma crítica construtiva</a> e compare com o briefing que ele enviou. É importante para sabermos o que foi feito de errado por nossa parte (ou se o cliente estava indeciso na hora que escreveu o briefing). Caso passe das duas revisões sem sucesso, informamos que novo pagamento e novo briefing deverão serem feitos. Isto fica explícito no contrato.</p>
<h3>Pagamentos</h3>
<p>No contrato deve estar escrito se a forma de pagamento é à vista ou parcelado (que é combinado previamente). Independente de qual for, deixe claro quando cada pagamento é feito. Se for a vista, peça para que seja pago no início do projeto para evitar que o cliente desista no final e não te entregue nada, e se você quiser ofereça algum tipo de remuneração em caso de desistência (por exemplo, 50% do valor pago ou a porcentagem de acordo com quanto do projeto já foi feito). Se o pagamento escolhido foi parcelado, informe as datas de pagamento de cada parcela e o valor delas.</p>
<p><strong>É importante que você sempre peça um valor adiantado, independente de quem for o cliente. Até mesmo parentes podem tentar te passar a perna!</strong></p>
<h3>Direitos autorais e copyright</h3>
<p>Quem terá o direito autoral sobre o que foi criado? E quem terá a responsabilidade sobre o uso de fontes, fotos, arquivos vetoriais, etc? <strong>É ideal que, caso o cliente fornecer as fotos e fontes para serem usadas no layout, você deixe claro que o direito autoral é de responsabilidade dele</strong>. Já vi acontecer designers serem ameaçados de processo por terceiros pois seu cliente usou uma imagem deles como fundo para o site sem o consentimento do autor.</p>
<h3>Prazos</h3>
<p>Defina os prazos para cada etapa e data para entrega final. <strong>Lembre-se de dar uma margem de segurança</strong>, pois raramente o projeto é entregue exatamente na data prevista. Algumas vezes o cliente demora para preencher o briefing ou para aprovar uma das revisões, atrasando todo o processo. Deixe claro que, se o cliente não obedecer o cronograma (você deve definir a data limite para ele enviar o briefing, enviar o material para ser usado, aprovar as revisões, etc), você não deverá ser culpado pelo atraso na entrega.</p>
<h3>Aprovação final</h3>
<p>Consiga uma assinatura ou assinatura digital na versão final antes de ir ao vivo. Isto vai te salvar muita dor de cabeça se algo estiver escrito errado ou existe algum problema no código. Além do mais, isto dá ao seu cliente a confiança que ele precisa. Caso algo estiver errado após a aprovação final, você poderá cobrar adicional.</p>
<h3>Cancelamento de projeto</h3>
<p>Outra forma de se assegurar caso o projeto seja cancelado. Afinal de contas, você não pode ser lesado pelo tempo gasto com algo que foi cancelado antes de você receber uma compensação decente.</p>
<p>Os contratos não precisam ser sempre assinados e enviados via correios. Hoje em dia, a justiça já permite o uso e-mails como documento legal, então se seu cliente aprovar o contrato via e-mail já é válido (só não vale mensagens instantâneas como MSN ou &#8220;aceitação verbal&#8221;).</p>
<p>Existem muitos modelos de contratos disponíveis na web, basta dar uma procurada.</p>
<h2>O briefing</h2>
<p>Muitos designers pulam a parte do briefing por ser algo que as vezes o cliente demora a respoder, então eles fazem tudo às cegas. E isto só pode resultar em desastre.</p>
<p>Nem sempre é fácil entrar na cabeça do cliente, e isto será o seu salva-vidas. Pode até ser um briefing pequeno, mas com as perguntas certas você vai poupar muito tempo ao seu cliente e a você mesmo. O bom que briefings curtos podem até ser feitos via telefone (lembre-se de anotar tudo que ele falar!). Eis algumas coisas que você pode incluir em seu briefing, mas lembre de adaptá-lo aos projetos específicos que você faz.</p>
<h3>Especificações técnicas</h3>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/projetos-02.jpg" alt="projetos-02" title="projetos-02" width="540" height="200" class="alignnone size-full wp-image-3040" /></p>
<p>Dimensões, alinhamento e tipo de largura. Geralmente o cliente não vai ter idéia do que ele quer nesta parte, então nós no xCakeBlogs não colocamos este tipo de pergunta no briefing. Caso o cliente queira especificar que ele quer um layout com largura fluída, por exemplo, ele irá especificar isto de qualquer forma.</p>
<p>Pergunte também sobre domínio e hospedagem (seu cliente já possui? Caso não tenha, ele aceita sugestões?). Você irá fazer o upload da versão final do site, ou isto fica a encargo do cliente?</p>
<h3>Conteúdo</h3>
<p>Um mapa do site é bom. <strong>Peça que seu cliente defina quais páginas que serão criadas e o que ele terá de conteúdo</strong>. Se você ver que a estrutura não é das melhores, ofereça alternativas antes de começar o projeto.</p>
<p>Peça para que ele informe todo o conteúdo neste momento. Textos, logo, fotos, etc. Caso não esteja no contrato, informe-o que o texto precisa estar revisto e corrigido, e que as imagens já devem vir tratadas &#8211; tudo em formato digital! Já tive clientes me enviando texto escrito a mão (caneta e papel!) e fotos impressas. Quando falei que teria que cobrar para digitalizar tudo, o cliente ficou pasmo &#8211; afinal de contas, ele tinha escrito todo o texto no computador e, como não tinha impressora, passou tudo para o papel. As fotos? Ele também tinha em formato digital mas mandou revelar só para me entregar. Acho que ele nunca ouviu falar de &#8220;e-mail&#8221;.</p>
<p>Outra coisa que você pode pedir é todo o material de marketing prévio da empresa para você ter uma idéia de como eles administravam a comunicação empresarial no passado.</p>
<h3>Dados de marketing</h3>
<p><strong>Público-alvo, percepção atual da empresa e percepção desejável, estilo, cores e formalidade do design. Além disto, a diferença entre eles e as empresas concorrentes</strong>.</p>
<p>Esta parte da diferença entre eles e as empresas concorrentes nem sempre pode ser algo claro. Muitas vezes o cliente procura defender sua empresa como se você fosse um comprador em potencial. É necessário lembrar ele que você precisa das informações reais. Se o preço do produto do seu cliente é maior do que do concorrente, por que é assim? Informe seu cliente que ele não precisa defender as diferenças, pois isto não vai lhe ajudar muito. A questão do preço por exemplo, pode ser por que a qualidade é maior (neste caso, você pode deixar o site com cara mais de &#8220;exclusivo&#8221;).</p>
<p><strong>Peça por referências também</strong>. De preferência, referências do gosto do cliente. Em seguida, você vai analisar se as preferências pessoais do seu cliente são similares às preferências do público-alvo dele. Se notar uma diferença muito grande, informe isto. É importante ele saber que o site não é para agradar ao gosto pessoal do dono, mas sim ao gosto do público-alvo.</p>
<p><strong>Amanhã continua o artigo. Fique ligado! <a href="http://feeds.feedburner.com/designblogbr">Assine o feed RSS para não perder</a>!</strong></p>
<h6>Inspiração: <a href="http://www.onextrapixel.com/2010/08/16/8-essential-steps-of-handling-web-design-projects">Onextrapixel</a></h6>
<br /><br /><a href="http://desgn.me/peixegranderss" title="Ajude-nos a ganhar! Clique aqui e vote!" target="_blank"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/peixegrande-620.jpg" alt="Prêmio Peixe Grande - Vote em nós hoje!" /><br /><br /><h4  class="related_post_title">Quem leu isto também leu:</h4><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/web-design/como-lidar-com-projetos-web-parte-2" title="Como lidar com projetos web? Parte 2" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como lidar com projetos web? Parte 2']);">Como lidar com projetos web? Parte 2</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/o-que-clientes-esperam-que-web-designers-saibam" title="O que clientes esperam que web designers saibam" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'O que clientes esperam que web designers saibam']);">O que clientes esperam que web designers saibam</a></li><li><a href="http://design.blog.br/web-design/como-melhorar-a-usabilidade-no-seu-layout" title="Como melhorar a usabilidade no seu layout" onClick="_gaq.push(['_trackEvent', 'Related', 'Link', 'Como melhorar a usabilidade no seu layout']);">Como melhorar a usabilidade no seu layout</a></li></ul>]]></content:encoded>
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