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Como contratar um designer?

Por | 08 de dezembro de 2010 | Tags: , , , | 34 Comentários


Recebi uma ótima sugestão de post de um leitor do blog, e é uma pergunta que ninguém responde direito: como devo contratar um designer? O que devo fazer, quais os cuidados que tenho que tomar e como saber se ele é bom?

Como contratar um designer?

Não é algo fácil de responder sem puxar a sardinha pro lado do designer, mas vou tentar ser o mais neutro possível.

Como identificar um designer profissional?

Designer é um bicho chato cheio de mimimi, mas isso não quer dizer que ele não age (ou não deveria agir) profissionalmente.

E-mails escritos de forma correta, sem abreviações e com pontuação adequada são um indício que o designer já trabalhou com clientes. Mesmo quando um cliente envia um e-mail sem pontuação, tudo em caixa alta e cheio de “vcs” e “tb”, o designer profissional responde de forma clara e correta. Clientes, se o designer começou o e-mail com “oi td bem blz cmg tah td ok axo q vams trab mto bem juntox”, FUJA. Ou ele não completou o ensino médio, ou ele nunca escreveu na vida.

Designer que não tem portfólio é como fotógrafo que não tem câmera. Nem que seja um portfólio no Deviantart ou no Blogspot, mas precisa ter um. E o portfólio nem precisa ter centenas de trabalhos para empresas grandes – se o designer for iniciante, ele provavelmente terá muito trabalho da faculdade ou projetos pessoais, isso não necessariamente diminui a qualidade do trabalho dele.

Como contratar um designer?

Nem todo designer recém-formado ou novo no mercado de trabalho freelancer é ruim ou inexperiente. Um designer pode ter feito os 4 anos de faculdade e trabalhado por algum tempo em uma empresa que não permitiu incluir os trabalhos lá desenvolvidos em seu portfólio, então peça referências ou trabalhos passados (mesmo que ele tenha feito em conjunto com outros profissionais).

“Designer” de 15 anos de idade nem sempre é designer. Tem muito jovem por aí que se intitula “designer” mas só sabe faze arte digital no Photoshop. Signs de fóruns e foto-montagens não é design. Se você procura alguém pra desenhar algo bonito ou recortar o fundo da sua foto e colocar uma imagem de praia, você não precisa de um designer. Já se você quer montar um site, criar uma identidade visual ou até mesmo um cartão de visitas contrate um designer de verdade.

Só por que ele se veste de forma esquisita, não quer dizer que ele seja ruim. Pelo menos, nem sempre. Sim, o ideal são os profissionais que se vestem de acordo com seus clientes – você não vai de terno e gravata a uma reunião com uma empresa que faz skates, e também não vai de calça rasgada e camiseta de banda a uma reunião com gerentes de um banco. Como falei, designer é um bicho chato e muitas vezes ele quer mostrar que é designer se vestindo de forma diferente. Não se deixe enganar pelas aparências – conheci muitos designers incríveis que não usam sempre um terninho pro trabalho.

O designer cobra R$ 100 por um logo, ou R$ 300 por um site? Fuja. Pode até parecer que R$ 100 por um logo já é bastante, mas acredite: não é. Um logo profissional está em média dos R$ 1.500 a R$ 5.000 para mais e não é a toa também; o logo você vai ter para sempre, vai imprimir em centenas de lugares e usar milhares de vezes. Sem contar que você vai usar em tamanhos diferentes, cores diferentes e lugares diferentes. O designer precisa ter isto em mente quando ele cria algo, pois o logo precisa ficar compreensível em um tamanho minúsculo, em uma cor só e em fundos de cores diferentes. Não é um trabalho fácil e não dá pra ser feito em 15 minutos – se o designer que você contratar disser o contrário, pode ter certeza que esse barato vai sair caro para você no futuro.

Designer de verdade vai discutir, dissecar e muitas vezes contrariar sua opinião. Ele não faz isto por que acha que tem sempre razão, mas por que ele tem razões científicas pra isso. É perfeitamente normal o cliente não gostar das cores de um site, mas muitas vezes o cliente não pensa no usuário final (que é uma coisa que o designer tem que fazer). Um site para meninas adolescentes, por exemplo, não pode ter cores frias e sérias mesmo se o cliente gostar disto. O designer vai contrariar sua opinião e oferecer alternativas ou motivos pelo qual ele escolheu as cores alegres que o cliente não gostou.

Se o designer fizer todas as alterações sem reclamar ou contrariar, é por que ele está querendo agradar seu cliente e não se importa com o público-alvo. O verdadeiro objetivo do designer não é puxar saco de ninguém; é fazer algo funcional. Claro que se o cliente é o público-alvo, é outra história. Mas se atente a designers que fazem qualquer alteração que você pedir sem discordar de nada.

Essas são as melhores formas de descobrir se o designer é bom. Se ele fugir muito disto, desconfie.

O designer vai dar conta do trabalho?

Vamos supor que o designer te enviou um orçamento em um valor considerável. Você não vai pagar este dinheiro sem saber se ele vai dar conta e criar o que você pediu. Como se proteger?

Exija um contrato. Designer que não tem contrato não se protege e não protege ao cliente. E, por favor, leia o contrato com atenção. Se você tiver alguma dúvida, pergunte ao designer.

Como escolher um designer?

Descubra quantas refações você tem direito a ter antes de iniciar o projeto. Se o designer prometer refações ilimitadas inclusas no preço, ele provavelmente vai fazer muita besteira ou não vai criar algo profissional. Aquele projeto que fica indo e voltando com o cliente sempre pedindo alterações gera um custo ao designer – a final de contas, o tempo do designer custa dinheiro, e quanto mais tempo é gasto em um projeto maior é o valor que o designer deve receber. Pessoalmente, ofereço até no máximo uma refação (ou seja, um projeto inicial e uma alteração caso o cliente não goste – se mesmo assim não deu certo, recalculo o valor).

Cuidado com prazos irreais. Não dá pra criar um site em 5 dias ou um logo em 2. Ok, talvez até dê, mas o designer terá que trabalhar até tarde (hora extra) e vai cobrar rush fee por isso. Ou seja, o projeto vai ficar mais caro. Projetos, por mais simples que pareçam ser, podem demorar de 15 a 60 dias. Um site completo – design, estrutura e programação – não demora menos de 20 dias.

Verifique se o contrato tem alguma cláusula de rescisão. E veja se isto te protege também. Caso o designer estoure o prazo de entrega sem deixar avisado o motivo, você deve poder cancelar o contrato sem uma multa. Vale a pena notar que o designer pode estourar o prazo por culpa do cliente – demora em aprovar, demora em retornar com informações importantes, etc.

E é por isso que o designer deve informar o cronograma. O cronograma serve para ambos, designer e cliente, seguirem. Eu separo meu cronograma em partes: por exemplo, após 5 dias do contato inicial, o cliente deve ter enviado o briefing, assinado o contrato e ter repassado todas as informações necessárias (endereço FTP do site, etc). Em até 15 dias, envio o primeiro esboço e só depois de aprovado que entrego o projeto final em até 30 dias.

O cronograma não deve conter datas específica (“dia 8 de dezembro: início do projeto. Dia 24 de dezembro, entrega do primeiro esboço”) pois se o cliente demorar em retornar com aprovações ou alterações isto pode estourar o cronograma do designer e prejudicar ambos. O ideal mesmo é utilizar a contagem de dias após cada passo como mencionei no meu exemplo acima.

Como devo pagar um designer?

Cada designer tem seu próprio meio de receber. A grande maioria trabalha com depósitos em conta corrente, cheque ou dinheiro. Alguns trabalham com sistemas de pagamento online, como o PagSeguro. A forma de pagamento sempre pode ser discutida.

Como escolher um designer?

Quanto as parcelas, não são todos os designer que pedem o valor a vista no início – exceto quando o projeto é pequeno ou quando o prazo requerido é abaixo do prazo ideal (o chamado rush fee). A maioria dos designers divide em etapas: um valor inicial, um valor na metade do projeto e um valor no final. Tudo isto precisa estar no contrato.

Como evitar que o designer fuja com meu dinheiro?

Contrato. Verifique se o designer informa endereço, telefone, CPF e RG. Se você sentir-se muito inseguro, você ainda pode rodar o CPF dele para ver se existem pendências – existem empresas que fazem isto.

Outra maneira é pedir referências ao designer. Entre em contato com estas referências e pergunte o que acharam do trabalho dele. Você também pode fazer uma busca no Google pelo nome, e-mail ou outros dados pessoais dele.

Não gostei do trabalho do designer. Como devo proceder?

Se o trabalho simplesmente não fluiu, talvez seja melhor pedir a rescisão do contrato (não teve contrato? Aí você tem um problema). Tente negociar com ele, mas nunca peça o valor integral pago de volta – ainda mais se o designer mostrou que trabalhou no projeto. Já tive clientes que não gostaram do esboço ou da refação e não quiseram seguir adiante. Como investi tempo (e consequentemente, dinheiro), falei que poderíamos cancelar o contrato sem pagamento de mais nada além do que já tinha sido pago – neste caso, uma parcela de entrada. Assim, o valor pelo menos pagou meus custos adicionais.

Procure sempre ter um diálogo com o designer e evite a agressividade ou ameaças – do mesmo jeito que ele deve evitar isto também. Se o diálogo não funcionar, talvez esteja na hora de contratar um advogado. Mas lembre-se: se o designer provou que seguiu o contrato e tem provas de que você – de acordo com o contrato – não tem razão, isto pode gerar um problema.

Tenho outras dúvidas sobre como contratar um designer

Deixe um comentário abaixo. Mas observe o seguinte:

  • Eu não sou advogado. Problemas judiciais devem ser resolvidos com um, então não adianta perguntar como processar um designer.
  • Caso tenha tido uma má experiência com um designer, evite de informar os dados pessoais dele aqui. Afim de proteger este blog de processos por difamação, comentários difamatórios serão moderados.
  • Eu não conheço todos os designers ou escritórios do universo. Não adianta perguntar se o designer João é confiável ou não.

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Canha

Criador e editor-chefe do Design Blog, trabalha como designer e programador no xCake. Nerd desde pequeno, ama tudo relacionado a internet. Seu maior sonho é entrar em algum quarto e dizer "Senhores, não se preocupem: sou da Internet".

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  • Juh

    Gostei do artigo. Acho que você conseguiu se manter imparcial.
    Se todos buscassem esse tipo de informação nosso mundo ia ser mais fácil…

    Um livro legal que pode servir tanto para freelancers (iniciantes ou não) quanto clientes, é o Valor do Design.

  • http://twitter.com/walmyrcarvalho @walmyrcarvalho

    "ExiGa um contrato" ? Dá uma revisada no texto antes de postar. :P

    Fora isso, adorei o post, tô começando a trabalhar como designer e vou tentar aproveitar um pouco das dicas, valeu. :)

  • http://flickr.com/glauber-kelvin Gláuber

    Cara, os designers lendo isso se aprumam! Muito bom o artigo.

  • Tudisco Neto

    Ótimo artigo, o único problema é quanto ao valor do Design, como comentou a Juh, a gente tenta, mas nem sempre consegue cobrar altos valores.
    Ainda mais se estiver fora do grandes eixos.
    O que faço é manter um custo mínimo, condizente com o tempo gasto e material! e o custo também acaba variando do tamanho do cliente.
    Pois tem sempre os que fazem baratinhos em dois dias!!!! rsrsrsr

  • Guilherme

    Eu tenho 16 anos, e não me encaixo no "tópico" dos adolecentes.
    Graças a Deus!

  • Prisla

    adorei realmente a matéria. Você Sabe me informar como posso ter uma base para contrato? Um modelo que respalde tudo que você informou aqui?

  • http://www.danilotudisco.com.br Tudisco

    Prisla, de uma olhada no site da abraweb, sempre tem coisas bacanas sobre contratos e valores, além do fórum que tem muitos profissionais que podem tirar varias duvidas relacionadas a valores e contratos.

    • Prisla

      Obrigado

  • Vítor Barreto

    Post bacana, Canha, valeu!

  • luedy

    Ótimo com sempre!
    Válido para os clientes e para os designers que acham que ser designer é apenas se formar em uma faculdade e não usar Corel e sim Adobe. Design não é roupa, ferramentas ou coisas desse tipo…é postura profissional!

    "Design, ame-o ou deixe-o."

  • Pamela

    O que você diria do designer que não se formou na faculdade, aprendeu tudo lendo muito e aplicando na prática, mas que ao mesmo tempo trabalha há pelo menos 4 anos na área?
    Você acha que ele deve ser desvalorizado e ganhar menos pelo fato de não ter um diploma?
    Outro dia meu chefe me disse que deveria considerar o fato de não ter uma faculdade de design na hora da contratação, que isso refletiria no salário.

    • minbkings

      Amigo, seu chefe tem base para estar certo OU errado.
      Depende muito do ponto de vista de onde você trabalha também. Neste caso, ao meu ver o correto seria vc indagar ele com a questão – o meu design não está de acordo com o meu salário, ou o diploma/formação é quem vai ditar as cifras do meu salário?

      Alias, se ele debochar de ti, explica pra ele que aqui é Brasil, e nem Jornalismo está com muita moral hoje em dia hein…. huahuahua
      Abraço!

  • RMC

    Parabéns meu velho, post muito bem feito. Abraços.

  • http://www.twitter.com/caio_dsg - Caio A.

    Ótimo post Canha, como sempre, botando pra fud*!! **
    Adorei o post ^^

  • http://www.gelsoncampos.com.br Gelson Campos

    Show de bola o post, concordo exatamente com tudo.

    “Priscila”, acho legal você abordar isso, pois do mesmo jeito que muitos designers com diploma ficam chateados de pessoas sem diploma se intitularem de designers, acontece no caso inverso. No meu caso comecei com 15 anos de auxiliar em uma escola de informatica, com 17 comecei a comprar livros e estudar, estudar e estudar, hoje eu me considero designer. Acho que você tem que primeiro dar valor ao seu trabalho, o resto é resto.

  • Maw

    Sobre essas questões de ter ou não diploma, eu acredito que o que faz um bom designer é sua competência e conhecimento, e não um pedaço de papel. Quando analisamos a qualidade do ensino e a quantidade de incompetentes que possuem um diploma nas mãos, percebemos como diplomas são dispensáveis.
    Eu tenho um diploma, mas sou a favor do conhecimento, independente de ter ou não uma instituição de ensino por trás.

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  • Robert

    Fantástico o post, é muito útil, eu achei uma tabela de preços e tal e o valor é isso mesmo. Bom eu não me considero um designer (ainda), vou começar esse ano a faculdade, estou um pouco ansioso. Enfim, mesmo não tenho conhecimento de muita coisa, sempre procuro me informar sobre essas coisas, é sempre importante, acho que nem sempre a faculdade acaba ensinando isso (não sei, mas vai saber..). É como um cursinho pré vestibular, muita coisa você não aprende ali, mas tem outros meios outras coisas que o professor acaba não tratando.

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  • Leonardo

    Tenhos 16 anos E sou DESIGN GRÁFICO SIM trabalho em uma gráfica de grande proporção
    sei todos os conceito.. crio identidades visuais, cartões de vistas, banner, websites e muito mais

    absolutamente não me encaixo no seu comseito de "design de 15anos"

    abraço!!=]

    • Leo

      pena que o português, não é seu amigo meu caro.

    • Jess

      fazer um cartão de visita é fácil.
      que base teórica você tem? ou você faz tudo inconscientemente?
      há "designers" e os designers que estudaram mesmo

    • Bruno

      trabalhar em gráfica não quer dizer que você seja um designer gráfico, primeiro de tudo você precisa ter estudos, base acadêmica é fundamental, impossível vc se dizer um profissional sem nem mesmo ter terminado o colegial. Micreiro ai sim você se encaixa, primeiro de tudo antes de falar que é Designer aprenda o significado da palavra “Design”, ai vc verá o que significa ser um Designer.

      Boa Sorte!

  • Pingback: Como contratar um Designer? « O Designer

  • http://twitter.com/mainsite @mainsite

    Canha,

    Muito bom o post e muito legal o seu trabalho. A cada dia mais eu venho vendo que aventureiros no design, como eu ja achei antes que eu fosse um designer (hehe), não se criam neste mundo.

    Bem, este seu post me alertou que eu preciso de um design mais profissional para a Main-Site (www.main-site.com.br). O que tem lá eu mesmo que fiz seguindo as dicas aqui do blog.

    O problema é o seguinte, e seria até legal que você postasse algo sobre isso também, em que ponto um blog, ou site, deveria começar a pensar num design mais profissional e contratar um.

    Falo isso pois estou no início, e o que eu achei que fosse um preço razoável foi dito por você como sendo um preço fora da realidade, e não faria este investimento (alto para minha situação atual) sem estudar muito sobre.

    Bem, gostaria muito que postasse algo sobre, ou mesmo que retornasse o comentário =]

    Abraços

  • simone

    amei o artigo… est´~a me ajudando no trabalho da pós.

  • http://www.ilogus.com.br irian

    Conheçam um formato de site inovador para webdesigner e designer gráfico, utilizando o modelo de criação competitiva, bastante difundido na Europa e nos Estados Unidos, que consiste em projeto com premiações em dinheiro para criação de logotipo, criação de logomarca, criação de logo, banner, layout de site, mascotes, ilustrações e vários outros produtos, solicitados por empresas interessadas em melhorarem a sua identidade visual.

    Os profissionais cadastrados no nosso site competem entre si para criarem a melhor arte para a empresa participante do projeto, ao final do prazo definido pela empresa para o concurso o trabalho vencedor leva o prêmio em dinheiro oferecido pela empresa.

    Participe não perca tempo, faça parte desse modelo inovador, bom para o profissional, que ganha em portfólio, experiência e até mesmo ganhando uma renda extra, bom para a empresa que consegue várias vertentes para o seu projeto, podendo ter várias opiniões a um valor cômodo se comparado a agencias de publicidade.

    Acesse o site http://www.ilogus.com.br e conheça o método, veja os projetos que estão em andamento, e crie o seu projeto, você irá se surpreender com o que podemos criar para você.

    • http://www.facebook.com/tercioFM tercioFM

      Está ai um exemplo claro de como desvalorizar nosso talento e depreciar a profissão de Designer. Um profissional não submete seu trabalho a "leilões".

    • Bruno

      palhaçada isso!

  • http://www.buscafreela.com.br Marc

    Boa postagem! Um tópico que poderia ser interessante para adicionar é: como encontrá-los ou como deixá-los encontrá-lo. Um novo site acaba de lançar para isso: BuscaFreela, projetos para freelas: http://www.buscafreela.com.br. Talvez vale a pena mencionar.

    Marc
    BuscaFreela

  • Eduardo

    " comseito de "design de 15anos" "

    … Jura que vcs vão simplismente ignorar isto?!

    Minha mãe sempre disse: O pior castigo é o desprezo… mas nesse caso o Gurizin Desgrainer Mirim (Leonardo) passou dos limites e ainda continua achando que é Designer… tadinho!

    Vlw pelo post… falta paciencia pra alimentar os "desdobramentos"… teh mais.

  • Roberto Wagner

    Muito maneiro o post. Felizmente aqui na faculdade temos professores que nos orientam a tomar todas estas posturas. Também concordo que quem não segue essa metodologia projetual não pode ser chamado de designer. Lidar corretamente com o cliente é o caminho para termos nossa profissão reconhecida.

  • http://www.ideiasetalentos.com.br Val Barion

    Olá ! Sou Web Designer, li o post e gostei muito. Aprovadíssimo!

  • Lucas Matheus

    Muito bom o site, eu gostei da parte que você falou “Designer” de 15 anos de idade nem sempre é designer. Tem muito jovem por aí que se intitula “designer” mas só sabe faze arte digital no Photoshop. E você tá certinho.