Revistas e jornais abandonando o formato impresso não são nenhuma novidade. No início deste ano, a revista internacional PC Magazine publicou sua última edição impressa. O motivo? Custo alto de produção e distribuição. Agora a revista vive apenas de assinaturas via web. E isto está virando tendência.

O jornal americano e mundialmente famoso New York Times gasta 644 milhões de dólares por ano apenas em materiais para impressão e distribuição. Um estudo recente mostrou que, por metade do custo, o jornal poderia presentear seus assinantes mais fiéis com um Kindle (o “livro digital” da Amazon) e fornecer o jornal apenas na versão digital
Com a crise crescente no mercado internacional, não há como esconder que custos estão sendo cortados em todas as áreas. E se há a possibilidade de obter um lucro estável online (seja atraves de publicidade ou assinaturas pagas) sem o custo alto da impressão, dá pra se dizer que o papel está de fato morrendo?
Afinal de contas, o impresso passou a ser uma comodidade e não mais uma necessidade, posto este que agora é da internet. E tem mais: o papel gera lixo, favorece o desmatamento além de poder ser usado apenas uma vez.
Será que não está na hora de focarmos mais no papel virtual e ir abandonando o papel físico? O papel vai continuar entre nós na mesma escala de hoje? Qual a sua opinião a respeito disto?
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17 comentários
‘Se mamãe tiver certa’ todo mundo vai ter problema nos olhos de ficar lendo nessas telinhas pequenas com pouca luz!
SAWSWAAWQQ Eu me sinto mais a vontade lendo no papel.
NÃÃÃÃOOO! O jornal em papel não pode acabar de jeito nenhum!
Quem lê no papel sabe que a diferença é imensa! Além de não acabar com os olhos, o papel tem a textura, o cheiro, a cor e mais um monte de coisa que o “jornal digital” não tem!
Já no caso da revista, seria legal pensar em abandonar o papel. Mas gradualmente, claro! :D
Peper? DIGITAL Paper. :)
Ups…
*Paper?
Eu espero que os materiais impressos em geral, não acabem, já que vivo dissso, hehehe. Mas a sério, não imagino a migração total dos materiais impressos para o Digital a curto prazo, livro, revistas, jornais, folders, panfletos… todas essas coisas ainda atingem o público de uma maneira geral diferente da midia digital, no caso da PC Magazine, como já é uma publicação voltada para o público digital, entendo mais essa mudança que se o New York Times optar por isso. Ou seja, vai acontecer mas ainda vai demorar um bom tempo.
eu acredito que é uma questão de tempo para ele ser eliminado, pois a nova geração online esta tomando conta desta atividade. E com a nova onda de uma consciência ecologicamente correta, esse processo vai servir como uma luva.
[...]Papel? Que papel?[...]
:D
Thanks
.o/
Acho que não. Eles economizam com matéria prima e perdem com distribuição ilegal que é muito fácil de acontecer digitalmente. Talvez em assinaturas digitais de revistas e jornais, mas em outros tipos de publicação acho que não é tão fácil.
Canha, venho lendo a tempos a crise do mercado impresso. Muitos jornais americanos estão fundindo a entrega, e muitas outras medidas.
Mas é aquele história, os jovens acessam a internet e alforriam pouco tempo para o mundo offline.
Forte Abraço!
Acabar não. Mas vai vai haver uma migração cada vez maior de alguns veículos para o formato 100% digital. e também, não podemos esquecer que alguns tipos de textos ficam difíceis de ler na internet.
Outra coisa importante que creio que vá acontecer é um maior diálogo entre o veículo impresso e sua versão digital.
Olha, por tudo o que j? estudei digo que as velhas m?dias nunca morrem. O papel vai continuar. Em menor escala, ? verdade. Mas sumir, n?o vai. Ainda teremos jornais e revistas por muito tempo mais. E eles ainda continuar?o sendo os modelos de neg?cios de m?dia por algum tempo. A adapta??o vai ser looooooonnnnggggaaaa.
Tem uma editora nacional (Editora Plus: http://www.editoraplus.org) que só produz livros eletrônicos em formato para PC e celular (para celular, é a primeira no Brasil). Só livros inéditos. Toda a produção dos livros é feita por voluntários, desde a editoração, diagramação, capa, design… Os livros são oficiais, tem até registro no ISBN (a única coisa que o autor deve pagar para ter seu livro publicado pela editora). Achei a proposta bancana. A editora diz que seus livros são feitos para leitura em tela, que não tem planos de fazer impressões.
Diariamente milhares de pessoas acordam e, no caminho para o trabalho, compram seus jornais de baixo custo (aqui no Rio: Meia Hora e Expresso). Essas pessoas não têm acesso à internet, ou podem até ter, mas ainda mantêm o hábito de ler seus jornais.
Por esse motivo, os jornais não vão morrer. Não nos próximos cinco anos, visto que a internet não vai atingir o tanto da população (em especial de baixa renda) que os jornais impressos atingem.
Um excelente blog e mais um excelente post! Acho que devemos buscar novas alternativas, assim como revistas e jornais digitais (modo texto), como também podcasting!
Já que a acessibilidade está cada vez ‘mais e mais’, creio que devemos sempre buscar novas formas para atingir um número maior de público!
Eu acho que é inevitável. Eu trabalhei em um tempo em uma editora de revistas de games e tecnologia e acompanhava o movimento lá fora. A PC MAGAZINE por exemplo anunciou que a partir de agora passa a ser somente digital. Outras revistas estão seguindo esta iniciativa.
Mudando um pouco de assunto, outro dia vi em uma banca aqui em Pinheiros, São Paulo, um adesivo escrito algo como “Diga não a assinaturas”. Percebi que tem um movimento dos jornaleiros contra os assinantes. Acho que o problema maior deles mesmo é a internet e as revistas online. Logo logo banca de jornal vai ser algo exposto no Museu do Ipiranga.
Canha,
acho que essa mudança só será definida assim que as empresas descobrirem o que fazer em vez de gerar papelada e arquivar. por mais que uma empresa se modernize existem certos documentos que são imprescindíveis serem impressos e copiados diversas vezes.
é galera, não so existe um computador para acessar infomações digitais, podemos acessar também de aparelhos celulare moveis. O papel pode ser melhor e mais comodo para leitura, porém não são as pessoas mais velhas que podem manter o papel impresso e sim as novas gerações que ja estão habituadas e cada vez mais acustumada com o mundo digital.
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