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	<title>Design Blog &#187; Geral</title>
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	<description>Blog de design gráfico, web design e universo freelancer.</description>
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		<title>Como aprender a desenhar</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aprender a desenhar]]></category>
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		<description><![CDATA[Não podemos negar que desenhar é essencial para qualquer designer; mas afinal, como aprender a desenhar? Desenhar é um dom ou uma técnica? O (falso) talento de desenhar Antes de qualquer coisa, vamos desmentir essa história de que desenhar é um dom. Desenhar é prática e treinamento, não um dom especial. Ler mentes é um dom especial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não podemos negar que desenhar é essencial para qualquer designer; mas afinal, como aprender a desenhar? Desenhar é um dom ou uma técnica?</p>
<p><span id="more-4213"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5082" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/como-aprender-a-desenhar_introdução.jpg" alt="" width="620" height="159" /></p>
<h2>O (falso) talento de desenhar</h2>
<p>Antes de qualquer coisa, vamos desmentir essa história de que desenhar é um dom. <strong>Desenhar é prática e treinamento, não um dom especial</strong>. Ler mentes é um dom especial, ver através de paredes também, mas desenhar não.</p>
<p>Claro que algumas pessoas tem mais facilidade para desenhar do que outras, mas isso não é uma particularidade do desenho. Algumas pessoas tem facilidade em resolver contas, outras tem em desenhar.</p>
<p>Dito isso, vamos ver como aprender a desenhar.</p>
<h2>Percepção e observação</h2>
<p>Betty Edwards é autora de um livro chamado Desenhando com o lado direito do cérebro. Segundo a autora, desenhar não é uma questão de coordenação, como muitas pessoas acham, mas sim de percepção de formas. Segundo Edwards, uma pessoa com coordenação motora suficiente para escrever o próprio nome é completamente capaz de desenhar com qualidade.</p>
<p>Para desenhar bem, primeiro precisamos aprender a enxergar. Quando estamos começando a desenhar, temos o hábito de desenhar o que sabemos sobre a forma, e não o que estamos vendo de fato. Por exemplo, se você for desenhar uma mesa você sabe que vai desenhar um móvel que possui uma base grande e quatro pernas (modelo mais comum). E assim, a maioria dos iniciantes desenha a parte superior da mesa muito maior do que ela realmente é, porque no lugar de desenhar o que está enxergando, desenha a imagem gravada na memória do que é uma mesa.</p>
<p>Sendo assim, <strong>o primeiro passo para aprender a desenhar é esquecer tudo aquilo que você sabe sobre a forma e desenhar apenas o que você esta enxergando</strong>. Parece fácil, mas geralmente não é.</p>
<p>Betty Edwards recomenda desenhar usando como base as formas negativas, pois assim não estereotipamos os reais formatos.</p>
<h2>Encontre as formas básicas</h2>
<p>Principalmente enquanto estiver aprendendo a desenhar, é importante<strong> começar o desenho esquematizando com formas mais simples</strong>. Se você prestar atenção, verá que tudo o que vemos pode ser simplificado a formas básicas, o que ajuda muito na hora de definir as proporções das formas. Um sofá pode ser simplificado em um retângulo, uma garrafa em um cilindro, etc.</p>
<h2>Não se limite a tutoriais</h2>
<p>Uma rápida pesquisa no Google e encontramos centenas se tutoriais de como desenhar passo-a-passo. No entanto, esses tutoriais são, na minha opinião, receitas de bolo. Você aprende a desenhar determinada forma, mas não estimula sua percepção. <strong>No lugar de tutoriais, desenhe observando a realidade</strong>, desta forma irá aprimorar sua capacidade de enxergar.</p>
<h2>Desenhe formas tridimensionais</h2>
<p>Ou seja, desenhe objetos, animais ou pessoas reais, não imagens. A percepção que temos ao desenhar uma cadeira observando uma foto é muito inferior da que temos ao desenhar olhando para uma.</p>
<h2>Desenho de memória</h2>
<p>Desenhar alguma coisa, seja o que for, que não estamos observando é muito mais difícil. Não só não temos onde olhar para verificar se estamos desenhando corretamente, como corremos o risco de estereotipar nosso desenho, ou seja, não desenhar a forma como ela realmente é.</p>
<p>Algumas pessoas conseguem desenhar perfeitamente algo apenas lembrando de como ela é, mas <strong>a princípio é muito mais recomendado desenhar observando do que lembrando das formas</strong>.</p>
<h2>Primeiro o desenho naturalista</h2>
<p>Tudo bem que você pode gostar de desenhar monstros, mas é muito mais fácil de adquirir as noções do desenho (tais como proporção, equilíbrio, etc) com o desenho realístico do que com o desenho estilizado. O ideal é aprimorar os traços naturalista e estilizado ao mesmo tempo, pois  à medida que você vai praticando, ambos os desenhos vão evoluindo.</p>
<h2>Preserve seu traço</h2>
<p>Cada pessoa tem um traço diferente. Alguns usam poucas linhas para representar o que querem, outros precisam fazer uma verdadeira riscaria para desenhar. Definir um traço no desenho pode demorar, mas depois que você alcança-lo, não o perca. Seu traço define você.</p>
<h2>Ame desenhar</h2>
<p>Nada é mais importante do que amar aquilo que fazemos. <strong>Se você não amar desenhar, acredite, você não vai desenhar direito.</strong> O desenho exige dedicação, principalmente se você tiver um pouco mais de dificuldade de percepção. Sinceramente, se você não ama desenhar, não desenhe.</p>
<p><em>É isso ai pessoal! Até o próximo post! ;)</em></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Leia também:</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/5-maneiras-de-quebrar-bloqueios-criativos" title="5 maneiras de quebrar bloqueios criativos">5 maneiras de quebrar bloqueios criativos</a></li><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/design-de-1950-1970" title="Design de 1950 &#8211; 1970">Design de 1950 &#8211; 1970</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/perda-de-qualidade-em-imagens-jpg" title="Perda de qualidade em imagens JPG">Perda de qualidade em imagens JPG</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Teoria básica do design &#8211; Cor</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[combinações de cores]]></category>
		<category><![CDATA[Cor]]></category>
		<category><![CDATA[disco cromatico]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia das cores]]></category>
		<category><![CDATA[teoria das cores]]></category>

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		<description><![CDATA[A cor é capaz de alterar todo um contexto. Cada sensação tem uma paleta de cores, e cabe ao designer saber aplicar estas paletas, mas para isso existe uma longa teoria a ser aprendida e interpretada. A percepção das cores muda conforme o material em que ela esta inserida, sua intensidade, a luz que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cor é capaz de alterar todo um contexto. Cada sensação tem uma paleta de cores, e cabe ao designer saber aplicar estas paletas, mas para isso existe uma longa teoria a ser aprendida e interpretada.</p>
<p><span id="more-4918"></span></p>
<p>A percepção das cores muda conforme o material em que ela esta inserida, sua intensidade, a luz que a ilumina, as cores adjacentes, etc. Também é muito importante lembrar que a percepção de cada cor muda conforme a cultura. O vermelho, que para nós remete ao desejo, no Japão é usado pelas noivas. Da mesma forma, há cores que “estão na moda”, e embora um trabalho com este tipo de paleta não tenha longa durabilidade (por isso ele é descartável no projeto de uma identidade visual, por exemplo) pode ser uma boa escolha em um trabalho de curta durabilidade (como em um convite para um desfile de moda, que logo será descartado).</p>
<h2>Uma breve definição de cor</h2>
<p>Para começar vamos definir o que é cor. A definição da Wikipedia já nos basta: &#8220;A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.&#8221;</p>
<h2>Aspectos da cor</h2>
<p>Para entender os aspectos da cor, vamos usar esta imagem:</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-5037" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/aspectos-da-cor1.jpg" alt="" width="620" height="892" /></p>
<p>E agora as definições:</p>
<p><strong>Matiz</strong>: é a cor pura, sem adição de branco ou preto.</p>
<p><strong>Intensidade:</strong> quanto mais intensa uma cor, mais &#8220;viva&#8221; ela é. Podemos enfraquecer uma cor adicionando preto ou branco a ela, ou neutralizá-la adicionando cinza.</p>
<p><strong>Valor</strong>: refere-se a luminosidade da cor, depende do escurecimento e do clareamento, mas não da saturação ou da matiz. Uma imagem colorida perde sua matiz ao ser convertida para preto e branco, mas não perde suas caracteristicas tonais.</p>
<p><strong>Escurecimento:</strong> variação de matiz obtida através da adição de preto.</p>
<p><strong>Clareamento</strong>: variação de matiz obtida através da adição de branco.</p>
<p><strong>Saturação</strong>: também chamado de croma, refere-se a pureza da cor. Quanto mais cinza se adiciona a cor mais neutra ela se torna.</p>
<h2>Teoria básica das cores</h2>
<p>Isaac Newton, cientista inglês, descobriu que a luz branca é composta por um espectro de cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta. Newton organizou estas cores em um círculo, conhecido hoje como circulo cromático.</p>
<p>Através do circulo cromático, os designers tem uma excelente ferramenta para compor paletas de cores específicas para cada trabalho, vejamos as características do círculo cromático.</p>
<p>Antes de tudo, o círculo cromático:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5040" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/circulo-cormatico.jpg" alt="" width="620" height="620" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podemos dividir as cores do círculo em:</p>
<p><strong>Primárias</strong>: vermelho, azul e amarelo são cores puras que não podemos obter através de misturas. As demais cores descendem das primárias.</p>
<p><strong>Secundárias</strong>: obtidas através da mistura de duas cores primárias, são o verde, violeta e o laranja.</p>
<p><strong>Terciárias</strong>: obtidas através da mistura de uma secundária com uma primária. São exemplos o verde-amarelado e o laranja-avermelhado.</p>
<p><strong> Cores complementares</strong></p>
<p>São as cores opostas no círculo cromático. Quando juntas produzem um forte efeito contrastante.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5044" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/cores-complementares.jpg" alt="" width="620" height="231" /></p>
<p>O uso de cores complementares exige cuidado, uma vez que o contraste entre elas é bem forte. Uma alternativa pode ser usar cores semicomplementares, onde o contraste é amenizado (embora ainda seja bem evidente):</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5045" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/cores-semicomplementares.jpg" alt="" width="620" height="231" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cores análogas</strong></p>
<p>As análogas são cores vizinhas no círculo cromático. São facilmente equilibradas na composição, uma vez que suas matizes são próximas umas das outras.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5046" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/cores-analogas.jpg" alt="" width="620" height="231" /></p>
<p><strong>Cores quentes</strong></p>
<p>As cores quentes são aquelas que exprimem a sensação de calor (!). São exemplos o vermelho, laranja e amarelo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5047" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/cores-quentes.jpg" alt="" width="620" height="71" /></p>
<p><strong>Cores frias</strong></p>
<p>Já as cores frias, remetem a falta de calor.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5048" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/cores-frias.jpg" alt="" width="620" height="71" /></p>
<p><strong>Obs</strong>: Você deve ter notado que o verde limão esta tanto nas cores quentes quanto nas frias. Isso porque ele não pertence a uma categoria fixa, quando inserido em um contexto quente, se comporta como uma cor quente e quando inserido em um contexto frio, age como cor fria.</p>
<h2>Modelos cromáticos</h2>
<p>Um sistema de cor pode ser aditivo ou subtrativo. Sistema aditivo é aquele formado por cor luz, em que as cores primárias juntas formam todos os matizes do espectro.</p>
<p>Já um sistema subtrativo é aquele formado através de pigmentos. A cada pigmento que é misturado, mais luz é absorvida, assim, a mistura de todos os pigmentos primários resulta na ausência total de luz (preto).</p>
<p><strong>RGB</strong></p>
<p>Sistema aditivo usado em monitores, TVs, etc. É composto pelas cores vermelho, verde e azul (red, green, blue). Para formar uma imagem, diferentes porcentagens de cada cor se sobrepõem, como as retículas são muito pequenas não vemos os pontos de luz, mas sim a imagem formada. Uma imagem exibida através do sistema RGB sofre alteração de acordo com cada monitor e a luz ambiente.</p>
<p><strong>CMYK</strong></p>
<p>Sistema subtrativo que usa ciano, magenta, amarelo e preto para impressão de imagens. Ciano, amarelo e magenta em 100% são capazes de produzir preto, no entanto isso resulta em um preto sujo, além de haver o risco do papel ficar com excesso de tinta. Por este motivo é utilizada uma retícula preta na impressão. A cores são influenciadas pela superfície e pela sua iluminação (uma imagem impressa em uma folha fosca não gera e mesma percepção de uma impressa em uma folha brilhante).</p>
<h2>Psicologia das cores &#8211; O significado das cores</h2>
<p>Antes de começar a falar sobre o que cada cor significa, acho importante deixar uma coisa bem clara. Quando falamos que o vermelho reflete sensualidade, nos referimos ao vermelho puro. No entanto, geralmente as cores não são usadas em seu estado mais puro, ou seja, um vermelho muito próximo do violeta não representa a mesma sensação que um vermelho 100% puro.<strong> As cores se sujam umas com as outras, e assim ocorre uma interação entre sensações</strong>. Sempre se lembre disso quando for aplicar cores a uma composição, é de extrema importância para que o trabalho reflita exatamente aquilo que deve refletir.</p>
<p><strong>Branco</strong></p>
<div id="attachment_5051" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://seafoodmwg.deviantart.com/art/white-19255026"><img class="size-full wp-image-5051" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/white_by_seafoodmwg.jpg" alt="" width="620" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Rachel Cartwrright</p></div>
<p>O branco reflete paz, pureza, calma, inocência e dignidade. É uma cor suave, com um peso visual menor que o preto. Por ser composto por todas as cores luz, o branco se expande, imagens com grande porcentagem de branco emitem mais luz e parecem maiores.</p>
<p><strong>Preto</strong></p>
<p>O extremo oposto do branco, o preto é a ausência total da luz. Representa a morte, tragédia, luto, noite, fim, solidão. Mas é importante ressaltar que o preto é uma cor elegante quando corretamente aplicado, sendo também uma cor luxuosa.</p>
<div id="attachment_5065" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-5065" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/darth-vader.jpg" alt="" width="620" height="269" /><p class="wp-caption-text">Lado sombrio da força</p></div>
<p><strong>Cinza</strong></p>
<p>O cinza é uma cor neutra, por isso a sensação que ele transmite está ligada as cores adjacentes a ele. Sozinho remete a tristeza, angústia, desânimo. É muito usado para equilibrar composições por ser uma cor neutra.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5066" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/parede.jpg" alt="" width="620" height="168" /></p>
<p><strong>Vermelho</strong></p>
<p>Força, vitalidade, atenção, sensualidade, paixão, amor, força e calor são o que o vermelho representa. Aumenta as formas por ser uma cor com muita força visual, além de ter um grande peso visual. É a cor do proibido, do pecado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5067" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/pimenta.jpg" alt="" width="620" height="376" /></p>
<p><strong>Amarelo</strong></p>
<p>Para Kandinsky o amarelo é a cor mais quente do círculo cromático, embora alguns estudiosos considerem o vermelho como a cor mais quente. O amarelo tem grande capacidade de expansão, e assim como o vermelho aumenta visualmente as formas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5068" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/flower.jpg" alt="" width="620" height="465" /></p>
<p>Representa a energia, alegria, verão, é a cor da luz, a cor mais luminosa do circulo cromático. Também representa inveja, ciúme e a riqueza (por ser a cor do ouro).</p>
<p><strong>Verde</strong></p>
<p>Reflete estabilidade, calma, serenidade, frescor, saúde, bem estar, abundancia. O verde também é a cor da sorte, muito usado em mesas de jogo. Lembra o dinheiro, as verdinhas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5070" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/verde.jpg" alt="" width="620" height="465" /></p>
<p><strong>Azul</strong></p>
<p>Cor do mar e do céu, remete a imensidão. Assim como o verde o azul transmite calma e serenidade, mas com um dinamismo maior que o verde. O azul é uma cor feminina, também transmite amizade, calma, lealdade, viajem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5071" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/mar.jpg" alt="" width="620" height="413" /></p>
<p><strong>Violeta</strong></p>
<p>A cor da magia (principalmente o lilás), sonho, igreja, fantasia, delicadeza, a sabedoria e o lado espiritual. Representa também a violência e o engano.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5072" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/cosmos4_0002.jpg" alt="" width="620" height="709" />O roxo também é uma cor associada ao homossexualismo, como o Canha tratou <a href="http://design.blog.br/design-grafico/lendas-de-6-cores">neste post aqui.</a></p>
<p><strong>Laranja</strong></p>
<p>Representa o calor, fogo, luz,festa, euforia, tentação e advertência. O laranja também é uma das principais cores do halloween (por causa das abóboras).</p>
<div id="attachment_5073" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-5073" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/halloween_by_overdeliver.jpg" alt="" width="620" height="507" /><p class="wp-caption-text">Fonte da imagem: http://fav.me/dp899g</p></div>
<p><strong>Marrom</strong></p>
<p>A cor da terra, representa a estabilidade, repressão emocional e medo ao mundo exterior. também é uma cor morta, pois é a cor dos galhos e folhas secas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5074" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/rosa-seca.jpg" alt="" width="620" height="465" /></p>
<p><strong>Rosa</strong></p>
<p>Feminilidade, intimidade, autocontrole, valor, dignidade e calma. O rosa pastel é uma cor comum em produtos infantis femininos, pois transmite graça e ternura. O rosa pink remete a Barbie.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5075" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/Capturar.png" alt="" width="617" height="164" /></p>
<h2>Outros aspectos da cor</h2>
<p>Existem muitos outros aspectos que interferem na percepção que temos de uma cor. É impossível abordar tudo sobre cor em apenas um post, por isso vou deixar uma lista de links e livros que abordam o assunto:</p>
<p><a href="http://chocoladesign.com/cor-preferencias-cromaticas-e-suas-relacoes">Cor: preferencias cromáticas e suas relações</a> &#8211; Choco la design;</p>
<p><a href="http://www.designontherocks.xpg.com.br/o-significado-das-cores-para-cada-cultura/">O significado das cores para cada cultura </a>- Design on the rocks;</p>
<p><a href="http://www.universodacor.com.br/">Universo da cor;</a></p>
<p>A cor no processo criativo &#8211; Um estudo sobre a Bauhaus e a teoria de Goethe &#8211; livro</p>
<p>A cor na comunicação, Eric Danger</p>
<p>Da cor a cor inexistente, Israel Pedrosa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É isso pessoal, espero que tenham curtido o post!</strong></p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/geral/livros-de-teoria-do-design" title="Livros de teoria do Design">Livros de teoria do Design</a></li><li><a href="http://design.blog.br/podcast/podcast-edicao-07-%e2%80%93-teoria-da-cor-parte-2" title="Podcast edição 07 – Teoria da Cor, parte 2">Podcast edição 07 – Teoria da Cor, parte 2</a></li><li><a href="http://design.blog.br/podcast/podcast-edicao-06-teoria-da-cor-parte-1" title="Podcast edição 06 &#8211; Teoria da Cor, parte 1">Podcast edição 06 &#8211; Teoria da Cor, parte 1</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um espaço para designers brasileiros</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/um-espaco-para-designers-brasileiros</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/um-espaco-para-designers-brasileiros#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[web designer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://design.blog.br/?p=5058</guid>
		<description><![CDATA[Uma coisa que falta aqui é um espaço onde é possível encontrar designers de talento. Procurar em redes como o Behance ou Deviantart pode consumir muito tempo. E como confiar nos designers que você encontra no Google? Para diminuir esta distância entre clientes e bons designers, criamos a Comunidade Design Blog. O que é? É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa que falta aqui é um espaço onde é possível encontrar designers de talento. Procurar em redes como o Behance ou Deviantart pode consumir muito tempo. E como confiar nos designers que você encontra no Google? Para diminuir esta distância entre clientes e bons designers, criamos a <a href="http://desgn.me/ls">Comunidade Design Blog</a>.</p>
<p><span id="more-5058"></span></p>
<p><a href="http://desgn.me/ls"><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/Screen-Shot-2012-02-03-at-11.27.02-AM-620x139.png" alt="" title="Comunidade Design Blog" width="620" height="139" class="aligncenter size-large wp-image-5060" /></a></p>
<h2>O que é?</h2>
<p>É uma comunidade restrita onde todo designer precisa ser aprovado para poder participar. Lá, o designer pode fazer o upload de alguns dos seus melhores trabalhos e fornecer seus dados para contato.</p>
<p>O sistema é feito para que clientes em potencial encontrem facilmente designers de sua preferência; seja um designer gráfico, web, de produto, ilustrador, diretor de arte, etc. O cliente pode optar por procurar um freelancer ou alguém pra contratar, além de buscar por cidade ou estado. Ao encontrar o profissional, o cliente pode entrar diretamente em contato com ele sem intermédio e sem cadastro na Comunidade.</p>
<p>Sim, é simples. Essa é a idéia. O diferencial está em como um designer é aprovado para poder se cadastrar na comunidade.</p>
<h2>Como eu faço para participar da Comunidade?</h2>
<p>Inicialmente, estamos apenas selecionando os designers mais interessantes para participarem da versão beta da <a href="http://desgn.me/ls">Comunidade Design Blog</a>.</p>
<p>O processo de seleção funciona da seguinte maneira:</p>
<ul>
<li>Qualquer profissional das áreas criativas pode participar: designers gráficos, web, de moda, illustradores, publicitários, fotógrafos, etc</li>
<li>O profissional (você), acessa a página temporária da <a href="http://desgn.me/ls">Comunidade Design Blog</a>, preenche os campos de e-mail e endereço do portfólio no final da página</li>
<li>Entre os dias 6 a 10 de fevereiro (as datas podem mudar!), uma equipe dedicada irá avaliar os projetos dos cadastrados e dar notas baseados em critérios pré-estabelecidos.</li>
<li>Os que atingirem uma nota média vão receber um convite via e-mail para completar o cadastro na Comunidade</li>
</ul>
<p><strong>Será uma comunidade restrita, onde todos precisam ser aprovados para participarem afim de garantir um alto grau de qualidade entre os profissionais lá presentes</strong>.</p>
<p>Além disto, ainda teremos os &#8220;designers verificados&#8221; &#8211; são designers que são aprovados e recebem nossa confiança total por prestarem um serviço de qualidade. O processo para selecionar estes designers está sendo avaliado no momento, mas os que foram escolhidos receberão um selo especial nas suas páginas de perfil.</p>
<h2>E quanto custa tudo isto?</h2>
<p><strong>É tudo de graça</strong>. Não vamos cobrar dos profissionais que tiverem conta na Comunidade e nem dos clientes em potencial para procurar os profissionais. Os clientes terão contato direto com os profissionais e não iremos intermediar nada.</p>
<h2>Quando será a data de lançamento?</h2>
<p>A princípio, dia 12 de fevereiro. Mas a data pode ser alterada, dependendo dos bugs que encontrarmos no sistema. Então fique ligado no nosso <a href="http://desgn.me/lt">Twitter</a> para mais informações.</p>
<h2>Como faço para participar da versão beta?</h2>
<p>Corre lá pra página da <a href="http://desgn.me/ls">Comunidade Design Blog</a> e preencha seus dados. Depois, basta ter paciência. Se tivermos muitos participantes, o processo para selecionar os escolhidos pode ser mais demorado.</p>
<p>E se você não for selecionado de primeira, não se preocupe! Re-abriremos as inscrições após o lançamento do site onde você pode tentar novamente.</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/freelance/como-conseguir-emprego-de-designer" title="Como conseguir emprego de designer">Como conseguir emprego de designer</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/regulamentar-a-profissao-de-designer-sim-ou-nao" title="Regulamentar a profissão de designer &#8211; sim ou não?">Regulamentar a profissão de designer &#8211; sim ou não?</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/sorteio-adobe" title="Mega sorteio Design Blog e Adobe!">Mega sorteio Design Blog e Adobe!</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Design editorial: Mais uma possibilidade</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/design-editorial-mais-uma-possibilidade</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/design-editorial-mais-uma-possibilidade#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Najara Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[design editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem nunca pegou um livro com uma mancha horrível e entrelinhamento apertado, ou viu uma capa de livro ou revista que você pensou “como um diretor de arte deixou que isso saísse?”, pois é, tudo isso é design editorial. Já pensou nisso? Olá pessoal, eu sou nova aqui no blog e vou falar um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca pegou um livro com uma mancha horrível e entrelinhamento apertado, ou viu uma capa de livro ou revista que você pensou “como um diretor de arte deixou que isso saísse?”, pois é, tudo isso é design editorial. Já pensou nisso?</p>
<p><span id="more-5014"></span></p>
<p><img src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/design-editorial.jpg" alt="Design editorial" title="Design editorial" width="620" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-5024" /></p>
<p>Olá pessoal, eu sou nova aqui no blog e vou falar um pouco sobre design editorial e processos criativos. Agora, vamos deixar de papo-furado e vamos ao que interessa.</p>
<p>Desde a escolha do formato, grid, tipografia, cores etc., de uma publicação, faz parte do design editorial, além de ter em vista fatores como público, porque não podemos fazer uma diagramação super despojada, com neons piscantes, por exemplo, em um livro de medicina. E é claro, as famosas, limitações técnicas e econômicas da produção.</p>
<p>Mas para quem imagina que nesse mercado só tem espaço para diagramadores ou capistas, está bem enganado, essa é uma área bem abrangente do design. Que busca desde ilustradores até programadores, agora com a vinda dos e-books, e não só para trabalhos internos, como freelas também. Esse nicho vem se tornando maior e mais independente, na medida em que cresce a demanda de materiais editoriais, como livros e revistas, além dos processos de redesign de vários materiais tradicionais.</p>
<p>Bom pessoal, espero que tenha dado para mostrar um pouquinho do que é o design editorial e aberto mais uma porta em um mercado tão amplo e competitivo quanto o nosso. E para reforçar deixo um trechinho do livro Jornalismo de revista, escrito por Marília Scalzo.</p>
<blockquote><p>Design de revista não é arte [...] Design em revista é comunicação, é informação, é arma para tornar a revista e as reportagens mais atrativas, mais fáceis de ler. Tanto quantos aos jornalistas, os designers devem estar preocupados o tempo todo com a melhor maneira ­– a mais legível – de contar uma boa história.</p></blockquote>
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		<title>Teoria básica do design – Direção, posição e espaço</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-direcao-posicao-e-espaco</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[equilibrio]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
		<category><![CDATA[harmonia]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuando a série de design básico, o assunto de hoje é direção, posição e espaço. Direção A direção de um objeto esta ligada a sua posição dentro de uma moldura, do modo que é visto pelo o observador e dos formatos adjacentes a ele. Posição Posição se refere à relação entre determinada forma e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a série de design básico, o assunto de hoje é direção, posição e espaço.</p>
<p><span id="more-4920"></span></p>
<h2>Direção</h2>
<p>A direção de um objeto esta ligada a sua posição dentro de uma moldura, do modo que é visto pelo o observador e dos formatos adjacentes a ele.</p>
<h2>Posição</h2>
<p>Posição se refere à relação entre determinada forma e a estrutura ou moldura que o cerca. A posição das formas tem uma relação direta com o sentido de observação da composição e seu equilíbrio visual<sup>1</sup>, uma vez que elementos mal posicionados criam desarmonia visual.</p>
<p>Há inúmeras maneiras de posicionar um elemento gráfico dentro de uma composição, mas é preciso ter cuidado para desequilibrar o projeto. Antes de tudo é essencial ter em mente que cada forma tem um determinado peso visual, e que para se obter equilíbrio nenhum lado pode ser pesado a ponto de não receber um suporte do outro. Vejamos no exemplo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4947" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-18.jpg" alt="" width="620" height="172" /></p>
<p>Na primeira composição a forma à direita tem um grande peso visual dentro do retângulo em que foi posicionado, como o outro não apresenta peso suficiente para compensá-la, o retângulo parece “cair” para a direita, isso representa falta de equilíbrio visual.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4948" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/equilibrio.jpg" alt="" width="620" height="172" /></p>
<p>Já nesta imagem, uma pequena alteração foi feita. No lado esquerdo foi inserido um elemento igual aos demais, só que em um tamanho menor. A repetição da forma faz com que o olhar do observador seja “resgatado” do lado direito, ou seja, mesmo um lado apresentando uma forma muito mais pesada, outro elemento bem posicionado garante equilíbrio a imagem.</p>
<p>Esta é uma das razões de ser tão complicado criar boas composições minimalistas. Dispondo de poucas formas para distribuir, é preciso um longo estudo de posicionamento, uma vez que o menor erro na posição gera forte desequilíbrio visual.</p>
<h2>Espaço</h2>
<p>Qualquer forma ocupa um espaço, que pode ser real ou ilusório, sugerindo tridimensionalidade/profundidade. Por isso podemos trabalhar tanto com espaços cheios (preenchidos por elementos gráficos) como com o vazio.</p>
<p>Para determinar a ocupação espacial de uma composição, temos que considerar o enquadramento, margens, contornos e sangramentos presentes no projeto.</p>
<p>O enquadramento refere-se às condições criadas para a correta interpretação de uma mensagem gráfica. O enquadramento engloba a delimitação através de margens e contornos.</p>
<p>As margens têm muita influencia na forma como vemos o conteúdo. Uma margem cercando determinado conteúdo faz com que ele fique restrito aos seus limites, preso dentro de sua própria moldura. No design moderno (e também na arte) as margens vêm sendo cada vez menos utilizadas, pois assim os designers conseguem dar a impressão de que o conteúdo invade o nosso mundo, e não fica restrito a base em que foi impresso.</p>
<p>Margens grandes e simétricas adicionam formalidade à imagem, obtêm-se assim a imagem contra o fundo, de forma bem nítida. Um sangramento total (quando a imagem ocupa toda a folha, sem nenhuma margem) oculta o fundo, dando a impressão de que a imagem é mais ativa e maior. Finalmente, uma imagem parcialmente sangrada garante mais dinamismo e menos formalidade que uma imagem enquadrada em uma moldura, mas dá espaço para uma legenda ou uma caixa de texto, por exemplo.</p>
<div id="attachment_4951" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-4951" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/moldura.jpg" alt="" width="620" height="414" /><p class="wp-caption-text">A moldura fecha a imagem.</p></div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4952" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/sem-moldura.jpg" alt="" width="620" height="414" /></p>
<p>Como tudo no design, não existe uma regra fixa, tudo depende do contexto e da mensagem a ser transmitida.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>1 &#8211; N. do t. A posição não é o único fator determinante para o equilíbrio visual. Cor, forma, textura e muitas outras coisas garantem o equilíbrio.</p>
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		</item>
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		<title>Geometria do design: fundamentos de harmonia gráfica visual</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/geometria-do-design-fundamentos-de-harmonia-grafica-visual</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/geometria-do-design-fundamentos-de-harmonia-grafica-visual#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Babi Tubelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[geometria]]></category>
		<category><![CDATA[proporção áurea]]></category>

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		<description><![CDATA[A geometria é a linguagem do homem. Ela une a matemática e a beleza &#8211; a seção áurea aplicada em produtos industriais faz toda a diferença. A predileção pela seção áurea não se restringe ao senso estético no homem; ela também faz parte das relações entre as proporções nos padrões de crescimento de seres vivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A geometria é a linguagem do homem. Ela une a matemática e a beleza &#8211; a seção áurea aplicada em produtos industriais faz toda a diferença. A predileção pela seção áurea não se restringe ao senso estético no homem; ela também faz parte das relações entre as proporções nos padrões de crescimento de seres vivos como plantas e animais.</p>
<p><span id="more-4983"></span></p>
<p><em>“A natureza humana parece preferir a figura do retângulo áureo como a mais agradável e harmoniosa figura gráfica. A proporção para a qual se convém tender é a chamada Proporção Áurea”</em> (RIBEIRO, 2000, p.151).  Outro autor também define a proporção áurea como sendo a <strong>harmonia das formas</strong>, assim:</p>
<p><em>“O poder do segmento áureo de criar harmonia advém de sua capacidade singular de unir as diferentes partes de um todo, de tal forma que cada uma continua mantendo sua identidade, ao mesmo tempo em que se integra ao padrão maior de um todo único”.</em> (DOCZI, 1990).</p>
<h2>O uso da proporção áurea nos desenhos industriais</h2>
<p>Na figura abaixo temos ilustrado as proporções áureas, as quais fazem parte da construção de qualquer artefato do desenho industrial, ou melhor, do bom desenho industrial. Aliás, essa configuração não está somente no desenho de artefatos, mas também no desenho gráfico, no desenho digital e editorial, no desenho de sinalética, etc. Baseado nisso, <strong>porque certos produtos nos chamam mais á atenção do que outros? Serão suas formas aconchegantes, harmoniosas e agradáveis? O que faz com que estes produtos sejam vistos dessa maneira pelos olhos do observador? Que atributos possuem?</strong> Autora do livro “Geometria do Design”, Kimberly Elam, relata na introdução de sua obra:</p>
<p><em>“Vi excelentes ideias conceituais acabarem prejudicadas durante o processo de realização, em grande parte devido a uma falta de entendimento, por parte do designer, dos princípios visuais da composição geométrica”</em>. (ELAM, 2010, p.05).</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-4984 aligncenter" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/proporção-aurea.jpg" alt="" width="400" height="263" /></p>
<p>Na Bauhaus da década de 20, analisavam a forma sob o aspecto de elementos geométricos básicos. Acreditavam que “<em>esta linguagem seria compreensível para todos, apoiadas no simples fato de o olho ser um instrumento universal”</em> (LUPTON, 2008, p.08). <strong> Quadrados, círculos e triângulos, são formas as quais o olho humano está acostumado a ler sem muita dificuldade</strong>. Conforme Munari (1997) existem as formas básicas, como por exemplo, o círculo, o quadrado e o triangulo eqüilátero, que a partir dessas, são geradas outras formas mediante variações de seus componentes. <strong>O processo de design segue teorias de forma e configuração</strong>. Estas são fundamentais para se projetar, visto que, sem conhecimento de morfologia, o desenhador não está habilitado a realizar tal tarefa de desenho.</p>
<p>A <strong>cadeira Barcelona</strong>, projetada por Mies van der Rohe no ano de 1929, para o Pavilhão da Alemanha na Exposição Universal daquele ano, na cidade catalã Barcelona é uma peça difícil de acreditar que foi projetada a mais de 70 anos e continua a ser apreciada e produzida ainda nos tempos atuais. <strong>A cadeira Barcelona é uma sinfonia de proporções meticulosas baseadas em um simples quadrado. Sua altura, sua largura e profundidade, são idênticas, ou seja, ela se encaixa perfeitamente num cubo.</strong> Os retângulos de couro do assento e do encosto fixados na armação de aço exibem uma proporção de retângulo de raiz de2. Aconstrução em “X “das pernas da cadeira forma uma estrutura esquia e charmosa, ao qual a tornou um símbolo do design contemporâneo.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-4986 aligncenter" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/cadeira_barcelona.jpg" alt="" width="450" height="450" /></p>
<p>Um exemplo de produtos que seguem estruturas básicas são as da empresa italiana <strong>Alessi</strong> a qual é conhecida por projetar produtos experimentais e avançados que são concebidos por designers de renome. Seus produtos, eventualmente, combinam funções simbólicas, práticas e estéticas. É o caso da chaleira II Cônico (1980 -1983) por Aldo Rossi (logo abaixo na proporção áurea) cujos projetos privilegiam a concepção do objeto e só depois avalia sua produção industrial. <strong>A chaleira é uma concepção unificada de formas geométricas bem definidas. Seu formato principal é o de um cone de um triângulo eqüilátero, que permite à superfície inferior aproveitar ao máximo o contato com a fonte de calor, tornando mais eficiente o aquecimento. </strong></p>
<p>A estrutura geométrica da chaleira pode ser analisada com uma malha estrutural de 3 x 3. O terço superior compõe-se da tampa e da esfera no vértice, a porção intermediária abrange o bico e a alça e o terço inferior, a base. <strong>A alça da chaleira é um triângulo reto invertido, metade de um triângulo eqüilátero e também pode ser vista como a porção de um quadrado.</strong></p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-4988 aligncenter" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/alessi-72-dpi-1.jpg" alt="" width="415" height="428" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lobach (2001, p.159) lista uma série de elementos, baseado na <em>Gestalt</em>, aos quais são necessários nos projetos de produtos industriais. Este mesmo fala que <em>“o designer deve organizar os elementos configuracionais segundo um principio de configuração adequado para alcançar o efeito desejado. Com isto fica claro e evidente quão importante é a aptidão do desenhador industrial para incorporar conhecimentos de estética do objeto e estética empírica ao processo de design”</em>. Segundo Wong (1998) <strong>define forma como tudo o que é visível e tem formato, cor, tamanho, textura e que ocupe um espaço, marque uma posição e indique uma direção.</strong> Todas essas composições, juntas, constituem em <strong>elementos configurativos</strong> aos quais são de conhecimento imprescindível para o desenhador.</p>
<p>Abaixo está ilustrado um <strong>cartaz projetado po</strong>r<strong> Fritz Schleifer no ano de 1922</strong> para a <em>Bauhaus Ausstellung (Exposição Bauhaus)</em> ao qual segue idéias construtivistas da época, o rosto humano e a tipografia são representados de maneira abstrata, com formas geometrizadas e simplificadas ao qual caracteriza a era da máquina no inicio do século XX.<strong> No cartaz há a representação de um rosto geométrico ao qual está simplificado em cinco formas retangulares</strong>. A largura do menor retângulo, que representa a boca, é o módulo de medida para a largura dos demais retângulos. A tipografia, desenhada seguindo a mesma lógica geométrica do resto do pôster, ecoa as rígidas formas angulares.</p>
<p><img class="size-full wp-image-4989 alignnone" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/2418338593_2816a7bea6.jpg" alt="" width="304" height="450" /> <img class="alignright size-full wp-image-4990" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/bhsignet.gif" alt="" width="300" height="305" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as cinco formas geométricas possuem proporções entre as larguras dos retângulos, estas variam de dimensão, conforme o desenho do rosto. Na segunda figura, está representado um rosto geométrico projetado por<em> Oskar Schlemmer</em>, como parte de um selo da Bauhaus, no ano de 1922.</p>
<p>Portanto  <span style="color: #333333;font-style: normal;line-height: 21px">Lobach (2001, p.161) enfatiza que </span><strong>as características estéticas da configuração de um produto industrial</strong> <strong>são determinadas pelos elementos configurativos, estes que são divididos em macro e microelementos</strong>. Os <strong>macroelementos</strong> são aqueles aos quais apreendidos conscientemente no processo de percepção do usuário de maneira clara, tais como <strong>forma, figura, material, superfície, cor</strong>, etc. Já os <strong>microelementos</strong> são aqueles que não aparecem de forma imediata, tais como <strong>parafusos, rebites, tarugos</strong>.  Esta provada que sociedades culturalmente mais evoluídas possuem alto senso crítico, o que as torna mais perceptíveis a esse tipo de configuração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/geral/um-espaco-para-designers-brasileiros" title="Um espaço para designers brasileiros">Um espaço para designers brasileiros</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/design-editorial-mais-uma-possibilidade" title="Design editorial: Mais uma possibilidade">Design editorial: Mais uma possibilidade</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-direcao-posicao-e-espaco" title="Teoria básica do design – Direção, posição e espaço">Teoria básica do design – Direção, posição e espaço</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Teoria básica do design &#8211; Gravidade</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-gravidade</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-gravidade#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[gravidade]]></category>
		<category><![CDATA[teoria básica do design]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a série de posts sobre a teoria básica do design, hoje vou falar sobre a sensação de gravidade e como ela age sobre a nossa percepção. Gravidade O que nos mantém firmes no chão é a gravidade da Terra. Somos expostos a esta força durante toda a nossa vida, e isso nos faz atribuir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a série de posts sobre a teoria básica do design, hoje vou falar sobre a sensação de gravidade e como ela age sobre a nossa percepção.</p>
<p><span id="more-4923"></span></p>
<h2>Gravidade</h2>
<p>O que nos mantém firmes no chão é a gravidade da Terra. Somos expostos a esta força durante toda a nossa vida, e isso nos faz atribuir peso e estabilidade também a formas visuais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4929" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/triangulos-de-gravidade.jpg" alt="" width="640" height="178" /></p>
<p>É graças à sensação de gravidade que achamos o triângulo a esquerda mais estável que o da direita. Embora ambas as imagens sejam apenas representações gráficas da formas geométricas, sabemos que no mundo real, expostos a gravidade, um triângulo invertido cairia para os lados.</p>
<p>Tendo em vista que toda forma deriva do quadrado, do triangulo ou do círculo, é importante avaliar as situações em que as formas melhor se comportam.</p>
<p>O quadrado, por ter todos os lados iguais, é estável em todas as suas faces. Quando posicionado como um losango perde grande parte de sua estabilidade, mas fica ainda mais instável quando é posicionado torto em relação ao plano de apoio, pois a forma não se comporta como um quadrado e nem como um losango. É importante lembrar que sempre se deve deixar claro o sentido de uma forma. Se quiser um formato quadrado, faça quadrado, se quiser um losango, faça um losango, não um quadrado torto. Nunca deixe formas indefinidas, pois isso gera uma confusão visual, uma vez que o observador não entende aquilo que esta sendo sugerido.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4932" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/quadrados.jpg" alt="" width="620" height="172" /></p>
<p>O triângulo é estável quando posicionado com uma de suas faces paralelas ao “chão”. O mesmo se aplica aos demais polígonos.</p>
<p>Já o círculo depende da posição em que está inserido, uma vez que é fácil dar a sensação de que a forma “rola” dentro da composição, algo que inclusive pode ser explorado pelo designer para trabalhar o dinamismo do projeto.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4933" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/circulos1.jpg" alt="" width="620" height="172" /></p>
<p>Vejamos algumas aplicações deste princípio com tipografia:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4935" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/caixa-de-texto.jpg" alt="" width="620" height="172" /><img class="aligncenter size-full wp-image-4943" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-16.jpg" alt="" width="620" height="172" /></p>
<p>Também pode-se usar contrapesos para equilibrar a composição, como no exemplo abaixo:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4942" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Graphic_Design_Poster_by_cube1987.jpg" alt="" width="620" height="876" /></p>
<p>Trabalho de<a href="http://cube1987.deviantart.com/"> Kasper.</a></p>
<p><strong>E você, tem algo para adicionar a este post?</strong></p>
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		<title>Teoria básica do Design &#8211; Formato, tamanho e textura</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
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		<category><![CDATA[tamanho]]></category>
		<category><![CDATA[teoria básica do design]]></category>
		<category><![CDATA[textura]]></category>

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		<description><![CDATA[Na continuação do artigo &#8220;Teoria básica do Design &#8211; Ponto, linha, plano e volume&#8220;, Robson Godoy continua tratando dos elementos fundamentais do design: o formato, tamanho e textura. Formato O formato é o primeiro fator perceptivo, por isso é muito importante avaliar corretamente os formatos de cada elemento de uma composição (inclusive o da base). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na continuação do artigo &#8220;<a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-ponto-linha-plano-e-volume">Teoria básica do Design &#8211; Ponto, linha, plano e volume</a>&#8220;, Robson Godoy continua tratando dos elementos fundamentais do design: o formato, tamanho e textura.</p>
<p><span id="more-4827"></span></p>
<h2>Formato</h2>
<p>O formato é o primeiro fator perceptivo, por isso é muito importante avaliar corretamente os formatos de cada elemento de uma composição (inclusive o da base).</p>
<p>Toda forma parte de três formatos básico: o quadrado, o circulo e o triângulo. A partir destas, podemos gerar infinitas alternativas de formato, cada um com suas peculiaridades.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4818" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-13.jpg" alt="" width="620" height="194" /></p>
<p>É importante analisar o formato da base como parte da composição. Uma peça com muitas formas curvas e orgânicas, provavelmente não ficará bem posicionada em uma base triangular, mas se adequará com mais facilidade a uma forma com cortes curvos.</p>
<p>As formas da composição também têm grande influencia na sua leitura. Formas orgânicas têm uma maior tendencia a permitir uma leitura suave da imagem, pois o olho consegue “caminhar” através das curvas da imagem com facilidade. Já uma forma quadrada possui cantos acentuados, que se não forem bem distribuídos podem gerar “quebras” na observação da obra, pois a linha muda repentinamente de forma.</p>
<p>Formas triangulares têm uma característica especial, por terem pontas, muitas vezes funcionam como setas, direcionando bruscamente o sentido de leitura. Um triângulo cuja ponta é direcionada para fora da peça, tende a direcionar o olhar para as adjacências da mesma.</p>
<p>Mas é importante lembrar que toda forma pode ser usada, desde que o designer saiba adequá-la corretamente ao seu projeto.</p>
<h2>Tamanho</h2>
<p>Definir padrões de tamanho (grande e pequeno) é obviamente uma tarefa de comparação, pois o tamanho de um objeto é relativo aquilo que o cerca.</p>
<p>Para estipular o tamanho de um projeto, seja este gráfico ou de produto, é importante lembrar que o tamanho tem grande influencia em nossa percepção. Além disso, cada projeto se encaixa dentro de determinados tamanhos, sair destes formatos “padrões” pode ser o diferencial de seu trabalho, mas é importante lembrar que sempre existe um motivo para a padronização. <strong>Inove, mas não deixe de lado a funcionalidade.</strong></p>
<p>Também é importante levar em consideração que cada tamanho tem suas peculiaridades. Por exemplo, tamanhos grandes geralmente não são apropriados para trabalhos com pequenos detalhes, pois são construídos para ter uma visualização de longe, logo os detalhes não seriam visíveis.</p>
<p>Por outro lado, tamanhos pequenos, como são observados de perto, exigem um acabamento e uma impressão mais refinada, uma vez que qualquer pequeno erro ficará em evidencia.</p>
<h2>Textura</h2>
<p>A textura refere-se às características de uma superfície, pode ser tanto tátil quando visual. Toda textura relaciona-se com a sua função visual, ou seja, podemos usar uma textura que se relacione com o contexto em que esta inserida, para reforçar ou completar uma mensagem ou para contrapor-se a ela, dependendo é claro, daquilo que o projeto exigir.</p>
<p>A textura no design também engloba a aparência ótica de uma superfície, ou seja, um papel fosco não reflete a luz da mesma forma que um brilhante, uma folha com textura não tem o mesmo acabamento que um liso; cada textura tem suas particularidades, que o adéquam a determinados trabalhos.</p>
<p>No trabalho com texturas é essencial saber antes de tudo exatamente o que ela vai representar no trabalho: uma contrariedade, um reforço na mensagem a ser transmitida, um aspecto diferenciador, etc., pois isso facilitara, e muito, na hora de fazer a escolha ideal. Texturas com elementos maiores geralmente são mais agressivas, enquanto texturas de grão mais fino são mais delicadas (mas é claro que isso não se aplica a todas as texturas).</p>
<p>Na maioria dos casos, a textura age como agente secundário, agindo como suporte e reforço à imagem principal reforçando o conceito visual do trabalho. Se for mal empregada a textura vai atrapalhar o olho, agindo apenas como um ruído visual desnecessário à composição.</p>
<div id="attachment_4885" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><img class="size-full wp-image-4885" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Capturar.png" alt="" width="620" height="90" /><p class="wp-caption-text">No Design.blog a textura de fundo se comporta como elemento secundário da composição, reforçando o contexto visual.</p></div>
<p><strong>E você, aplica estes princípios em seus trabalhos?</strong></p>
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		<title>Livros de teoria do Design</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/livros-de-teoria-do-design</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cor]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[forma]]></category>
		<category><![CDATA[formato]]></category>
		<category><![CDATA[gestalt]]></category>
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		<description><![CDATA[Ler é essencial para qualquer bom profissional, inclusive designers. Por isso, fiz uma lista com alguns livros que são ótimos para todos aqueles que querem se tornar bons profissionais. Princípios de forma e desenho, Wucius Wong Um livro necessário na estante de todo designer. O autor explica de forma simples, direta e muito bem ilustrada os princípios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ler é essencial para qualquer bom profissional, inclusive designers. Por isso, fiz uma lista com alguns livros que são ótimos para todos aqueles que querem se tornar bons profissionais.</p>
<p><span id="more-4841"></span></p>
<p><strong>Princípios de forma e desenho, Wucius Wong</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4867" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/21823659_4.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p>Um livro necessário na estante de todo designer. O autor explica de forma simples, direta e muito bem ilustrada os princípios de forma e desenho.</p>
<p><strong>Novos fundamentos do design</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4868" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/21438031_4.jpg" alt="" width="402" height="449" /></p>
<p>Este livro é bem recente, nele os autores deixaram de lado a organização padrão de livros teóricos de design, pois além de explicar a teoria, todos os fundamentos são exemplificados por trabalhos de diversos profissionais. Ótima leitura.</p>
<p><strong>Gestalt do objeto &#8211; Sistema de leitura visual da forma, João Gomes Filho</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4869" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/1.jpg" alt="" width="230" height="320" /></p>
<p>Na minha opinião, um dos melhores livros da Gestalt. Simples e direto, o autor da ótimos exemplos de como a Gestalt funciona e sua aplicação dentro do design (e de outras áreas também). Recomendo principalmente para os novatos na área.</p>
<p><strong>A cor no processo criativo &#8211; Um estudo sobre a Bauhaus e a teoria de Goethe, Lilian Ried Miller Barros</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4870" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/20239_zoom.jpg" alt="" width="349" height="502" /></p>
<p>Esse livro nasceu de uma dissertação de mestrado, e hoje é leitura obrigatória para qualquer designer que deseje entender a interferência da cor em  um projeto, seja ele gráfico ou tridimensional. De fácil linguajar, o livro conta com ótimas ilustrações que complementam a leitura e tornam o material ainda melhor.</p>
<p><strong>Da cor a cor inexistente, Israel Pedrosa</strong></p>
<p>Um verdadeiro clássico. Trata de diversas temáticas, e junto com o livro anterior formam uma combinação perfeita para quem precisa estudar sobre cor. Recomendadíssimo.</p>
<p><strong>Série &#8220;Design Básico&#8221;, Bookman editora</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4873" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Imagem_20091026142536.jpg" alt="" width="620" height="909" /></p>
<p>A série Design básico é composta por 6 livros, cada um trata de um assunto específico: Formato, layout, Impressão &amp; Acabamento, Grids, Imagem, Cor. Os livros contam com textos simples e diretos e dezenas de trabalhos de diversos designers para exemplificar conceitos, dicas e regras. Uma ótima coleção para qualquer designer.</p>
<p><strong>Sintaxe da Linguagem Visual, Donis A. Dondis</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4874" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/SintaxeLinguagemVisual_dd1997_8533605838.jpg" alt="" width="250" height="334" /></p>
<p>Este livro tem como objetivo ensinar ao estudante as artes correlacionadas na comunicação visual. O tema é apresentado não como uma língua estrangeira, mas como uma língua nativa que o estudante “sabe”, mas na qual ainda não consegue “ler”. Esta analogia proporciona um método de ensino útil, em parte por não ser elaborada em demasia ou aplicada com excessivo rigor. (Descrição da Editora Saraiva, livro recomendado por Talison Marafiga).</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/design-grafico/sorteio-tide-hellmeister-inquieta-colagem" title="Sorteio &#8211; Tide Hellmeister, Inquieta Colagem">Sorteio &#8211; Tide Hellmeister, Inquieta Colagem</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-formato-tamanho-e-textura" title="Teoria básica do Design &#8211; Formato, tamanho e textura">Teoria básica do Design &#8211; Formato, tamanho e textura</a></li><li><a href="http://design.blog.br/podcast/podcast-edicao-07-%e2%80%93-teoria-da-cor-parte-2" title="Podcast edição 07 – Teoria da Cor, parte 2">Podcast edição 07 – Teoria da Cor, parte 2</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Teoria básica do Design &#8211; Ponto, linha, plano e volume</title>
		<link>http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-ponto-linha-plano-e-volume</link>
		<comments>http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-ponto-linha-plano-e-volume#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[linha]]></category>
		<category><![CDATA[plano]]></category>
		<category><![CDATA[ponto]]></category>
		<category><![CDATA[teoria básica do design]]></category>
		<category><![CDATA[volume]]></category>

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		<description><![CDATA[Ser designer é muito mais do que saber alguns truques de Photoshop e Illustrator, ser designer requer muito estudo e muita exercitação. Nesta série de posts vou falar sobre os elementos fundamentais do Design, do ponto a função. Os elementos da forma Antes de tudo, é importante entender que o design trabalha com formas. Forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ser designer é muito mais do que saber alguns truques de Photoshop e Illustrator, ser designer requer muito estudo e muita exercitação. Nesta série de posts vou falar sobre os elementos fundamentais do Design, do ponto a função.</p>
<p><span id="more-4797"></span></p>
<h2>Os elementos da forma</h2>
<p>Antes de tudo, é importante entender que o design trabalha com formas. Forma vai desde um simples ponto até uma complexa ilustração, e é de vital importância conhecer e compreender todos os elementos da forma para que possamos usá-los a nosso favor.</p>
<p>Neste caso estou usando como base a classificação de Wucius Wong (<em>Princípios de forma e desenho</em>) dos elementos da forma. O autor classifica os elementos do desenho em 4 grupos:</p>
<ul>
<li>Elementos conceituais:
<ul>
<li>Ponto,</li>
<li>Linha;</li>
<li>Plano,</li>
<li>Volume.</li>
</ul>
</li>
<li>Elementos visuais:</li>
<li>
<ul>
<li>Formato</li>
<li>Tamanho;</li>
<li>Cor;</li>
<li>Textura.</li>
</ul>
</li>
<li>Elementos relacionais:</li>
<li>
<ul>
<li>Direção;</li>
<li>Posição;</li>
<li>Espaço;</li>
<li>Gravidade.</li>
</ul>
</li>
<li>Elementos práticos:</li>
<li></li>
<ul>
<li>Representação;</li>
<li>Significado;</li>
<li>Função.</li>
</ul>
</ul>
<h2>Ponto</h2>
<p>O ponto é o elemento mais simples do design. Geometricamente, um ponto é um par de coordenadas X, Y, ele não possui massa alguma. Do ponto de vista gráfico, no entanto, denomina-se ponto tudo aquilo que é pequeno em relação aos elementos que o cercam e possui um formato relativamente simples.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4810" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/ponto11.jpg" alt="" width="620" height="194" /></p>
<p>Um ponto, mesmo sendo um pequeno elemento, pode ter grande influencia em uma composição. O ponto pode ter uma identidade própria ou pode se fundir a composição trabalhando na construção de uma história. O ponto que se forma na intersecção de duas linhas diagonais é interpretado como um alvo, o “X do mapa”.</p>
<p><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-ponto-linha-plano-e-volume/attachment/print-3" rel="attachment wp-att-4813"><img class="aligncenter size-full wp-image-4813" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-1.jpg" alt="" width="620" height="194" /></a></p>
<h2>Linha</h2>
<p>A linha é uma sequência de pontos, pode ser interpretado como a conexão de dois pontos ou como um ponto em movimento. A linha é mais dinâmica que o ponto, pois gera a sensação de movimento, isso nos permite manipular o sentido de observação de uma peça gráfica através da distribuição das linhas.</p>
<p>A fluidez de um traço vai depender antes de tudo de sua espessura; uma linha fina e suave simboliza um movimento rápido e delicado, já uma grossa e irregular expressa o oposto. É importante lembrar que quando uma linha adquire certa espessura, passa a se comportar como plano; assim como o ponto, a espessura máxima de uma linha vai depender do contexto em que ela esta inserida.</p>
<div id="attachment_4814" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-ponto-linha-plano-e-volume/attachment/print-4" rel="attachment wp-att-4814"><img class="size-full wp-image-4814" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-11.jpg" alt="" width="620" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">A linha deve ser fina, ou se comportará como plano.</p></div>
<p>A continuidade da linha também influencia na leitura da mesma. Uma linha contínua permite que o olho vá de uma extremidade a outra rapidamente, já uma linha tracejada causa pequenas “pausas” em sua leitura, ou seja, demoramos mais tempo para ir de uma extremidade a outra. No caso de uma linha irregular, o tempo de leitura é maior ainda.</p>
<div id="attachment_4815" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-ponto-linha-plano-e-volume/attachment/print-5" rel="attachment wp-att-4815"><img class="size-full wp-image-4815" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-12.jpg" alt="" width="620" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">A fluidez da leitura vai sendo alterada conforme a linha é modificada.</p></div>
<h2>Plano</h2>
<p>Quando várias linhas se agrupam, forma-se o plano, uma superfície com largura e altura. Um plano com limites define uma forma. O plano pode de qualquer cor, liso ou áspero, opaco ou transparente, etc.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4818" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-13.jpg" alt="" width="620" height="194" /></p>
<p>O plano é a linha em movimento. A diferença entre um plano e uma linha espessa é o tamanho; o plano deve ser grande em relação aos pontos e linhas presentes na composição. Saber definir proporções é essencial para executar bons trabalhos, uma vez que a linha não é “lida” da mesma forma que o plano.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4819" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-14.jpg" alt="" width="620" height="194" /></p>
<h2>Volume</h2>
<p>Todo objeto que possui profundidade tem volume. Para representar tal profundidade em um plano bidimensional (folha de papel, tela de computador, etc) são usadas convenções gráficas.</p>
<p>A perspectiva linear é um dos artifícios usados para simular volume; nosso olho percebe os objetos em primeiro plano maiores, e a medida que estes vão se afastando, os percebemos menores. Outro artifício usado é a variação da espessura da linha, pois à medida que os objetos se afastam, a linha é mais fina (usado muito em quadrinhos).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4820" src="http://design.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Untitled-15.jpg" alt="" width="620" height="194" /></p>
<p>Além disso, são usados efeitos de sombras e redução de foco, ou seja, o fundo vai se tornando mais difuso conforme se afasta do primeiro plano.</p>
<p>No próximo post elementos visuais da forma!</p>
<p>Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/design_blog">Design Blog no Twitter</a>! Assim você fica por dentro das novidades no mundo do design, com links super interessantes.</p>.<h2  class="related_post_title">Artigos relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-direcao-posicao-e-espaco" title="Teoria básica do design – Direção, posição e espaço">Teoria básica do design – Direção, posição e espaço</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-gravidade" title="Teoria básica do design &#8211; Gravidade">Teoria básica do design &#8211; Gravidade</a></li><li><a href="http://design.blog.br/geral/teoria-basica-do-design-formato-tamanho-e-textura" title="Teoria básica do Design &#8211; Formato, tamanho e textura">Teoria básica do Design &#8211; Formato, tamanho e textura</a></li></ul>]]></content:encoded>
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